segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Nova classe média inclui ao menos 50% das famílias em favelas do país


Levantamento do G1 considera dados do IBGE sobre renda per capita.

Com base nos números, cerca de 5% das favelas estaria na classe alta.

Rosanne D'Agostino*Do G1, em São Paulo
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Gilvan da Silva Medeiros, morador da Rocinha, no Rio de Janeiro; e Valdeci Gasparino e Maria José Marques, de Heliópolis, em São Paulo: faces da nova classe média em favelas brasileiras (Foto: Tássia Thum e Paulo Toledo Piza/G1)Gilvan da Silva Medeiros, da Rocinha (RJ); e Valdeci Gasparino e Maria José Marques, de Heliópolis (SP): famílias da nova classe média em favelas brasileiras (Foto: Tássia Thum e Paulo Toledo Piza/G1)
Pelo menos metade das famílias que moram em favelas e ocupações no Brasil pertence à nova classe média, segundo levantamento do G1 com base em dados sobre renda do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números apontam ainda que quase 5% dessa fatia da população estaria na classe alta.
A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República considera classe média famílias "com baixa probabilidade de passarem a ser pobres no futuro próximo", com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019 por mês. No total, estima-se que o Brasil tenha 104 milhões de pessoas na classe média, o que representa 53% da população. Segundo os critérios da secretaria, quem vive com mais de R$ 1.019 por mês pertence à classe alta.
Dados sobre renda per capita no Censo 2010 (atualizados para 2012 com base na inflação) mostram que, em 51,2% dos domicílios em favelas e ocupações, vivem famílias de classe média. Outros 4,57% das famílias residentes nessas áreas estariam na classe alta.
Em 2010, de acordo com o IBGE, 11.425.644 de brasileiros (6% da população) moravam em aproximadamente 3,2 milhões de domicílios nos chamados aglomerados subnormais – favelas, invasões, grotas, comunidades, baixadas ou vilas. Conforme estimativa traçada pelo G1, em pelo menos metade dessas residências (1,6 milhão de domicílios) a renda per capita (por pessoa) registrada enquadraria as famílias na classe média.
Conforme os critérios da SAE, vivem na linha da pobreza as família brasileiras que possuem renda per capita inferior a R$ 162. Na faixa entre R$ 162 e R$ 291 está a classe intermediária entre pobres e classe média, grupo chamado de vulnerável.
Gilvan trabalha mais de 12 horas, seis vezes por semana, na barbearia na entrada da Rocinha (Foto: Tássia Thum/G1)Gilvan trabalha mais de 12 horas, seis dias por
semana, na barbearia na entrada da Rocinha
(Foto: Tássia Thum/G1)
Rio de Janeiro e São Paulo
A Rocinha, maior favela do país, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, possui quase 23,4 mil domicílios. O levantamento mostra que cerca de 65% das famílias que moram na região pertenceriam à classe média. Outros 5,24% das moradias seriam de classe alta.
"Para mim, classe média alta é rico. Rico não mora em favela", afirmou o barbeiro Gilvan da Silva Medeiros, de 51 anos, ao lado do carro zero quilômetro recém-adquirido. "Rico não mora em favela, mora nos prédios de luxo em frente à Rocinha, em São Conrado, Botafogo, em frente à praia do Leblon. Acho que para ser rico assim é preciso ganhar no mínimo uns R$ 20 mil por mês". 
G1 foi até o local falar com moradores sobre o critério de renda adotado pelo governo e encontrou famílias típicas de classe média, com carro novo na garagem, televisores de LCD com pacote de TV a cabo, que viajam de avião e têm filhos universitários. Ainda assim, muitos rejeitam ser enquadrados nessa faixa da população.
Valdeci Heliópolis Classe Média nova classe c classe alta  são paulo favela comunidade (Foto: Paulo Piza/G1)Valdeci Gasparino é promotor de vendas e mora em
Heliópolis, em São Paulo. Sua casa de 2 andares
tem TV de LCD e netbook (Foto: Paulo Piza/G1)
Em Heliópolis, segunda maior favela de São Paulo, localizada na Zona Sul da cidade, famílias de classe média vivem realidades opostas.
O promotor de vendas Valdeci Gasparino, de 41 anos, mora com conforto em uma casa com dois andares, TV de LCD, carro zero. Mas precisa lutar contra as dívidas que acumulou no cartão de crédito. Já sua vizinha, a aposentada Maria José Marques, de 72 anos, paga as contas com dificuldade e não tem luxos.
O promotor conta que passou a infância num barraco. "A luz era puxada do poste, água era buscada num lugar com tambor. Nem tinha esgoto", relata.
Anos depois, beneficiada por programas habitacionais, sua família passou a viver numa casa que, após diversas reformas, tem 2 andares com 5 cômodos cada. Nela estão eletrodomésticos e eletrônicos como netbook, TV de LCD de 42 polegadas e sistema de som. Na garagem, um carro zero km.
Rico não mora em favela, mora nos prédios de luxo em frente à Rocinha"
Gilvan da Silva Medeiros, de 51 anos, morador da Rocinha, maior favela do RJ
Ao contrário do vizinho, a aposentada não tem plano de saúde e depende do SUS para cuidar de um problema que tem no coração. O único luxo é um computador, que é de um modelo mais antigo.
A renda da casa gira em cerca de R$ 2,4 mil, o suficiente para manter, com dificuldade, a idosa, seu marido, dois filhos e dois netos. Em termos per capita, seria de R$ 400, um pouco acima dos R$ 291 que delimitam a classe média.
Já a filha de Gasparino está prestes a se formar em administração em uma faculdade particular e o filho mais novo deve virar universitário no ano que vem.
A melhoria de vida, no entanto, fez com que ele estourasse o limite de três cartões de crédito. "Você começa com uma coisa pequenininha, vai crescendo e acaba perdendo o controle, não tendo condições de pagar", diz o morador.
Ou você come ou paga a conta"
Valdeci Gasparino, de 41 anos, morador de Heliópolis, segunda maior favela de SP
Apesar da renda de sua família girar em torno de R$ 4 mil mensais, a dívida parece estar longe de acabar, principalmente por conta dos juros. "Não que a gente não queira pagar, é que as condições chegam num limite que ou você come ou paga a conta."
Ainda assim, o promotor de vendas diz ver vantagens em manter, na comunidade, um padrão de vida típico de bairros mais abastados. "Acredito que é mais perigoso hoje em dia morar no Morumbi ou em bairros mais nobres do que viver aqui. Bandidagem está em todos os lugares, mas não vai mexer com quem está aqui dentro."
CARACTERÍSTICAS DA NOVA CLASSE MÉDIA, SEGUNDO O GOVERNO
Ensino fundamental incompleto e sem escolaridade
Emprego formal ou alguma ocupação
Casa própria e com mais cômodos
Cuidado ao poupar dinheiro
Chance de estar endividada
Investe na educação dos filhos
Trabalha altas jornadas
Começa a ter acesso a plano de saúde
Já a aposentada diz que seu sonho é ver a sala com piso de ladrilho e o telhado mais firme. "O que mais quero é renovar minha casinha. Eu penso: 'Será que vou morrer deixando minha casinha desse jeito?'"
Economista defende critérios
Diana Grosner, da Secretaria de Ações Estratégicas (SAE) da Presidência da República, fez parte da comissão que definiu o critério da nova classe média e diz que os dados divulgados até o momento são preliminares. "Vale dizer que essa classe média que nós definimos, tudo que divulgamos, são projeções, porque o ano ainda não acabou".
A economista rebate as críticas ao conceito aplicado pelo governo. Segundo ela, o conceito é relativo e serve para que o estado brasileiro atenda às necessidades dessa população.
"É uma classe média do Brasil. A classe alta não é rica em relação às pessoas que estão abaixo. Mas nós achamos o mais adequado, que reflete melhor a condição da família. O conceito per capita traduz melhor a situação. O que nós estamos fazendo não é um exercício sociológico. É para ter um recorte, para olhar a evolução", explica.
*Colaboraram Tássia Thum, do G1 RJ, e Paulo Toledo Piza e Tatiana Santiago, do G1 SP

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domingo, 30 de setembro de 2012

Umari confirmou: Miguel é candidato para mais de 15 mil votos em Bom Jardim

                           




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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

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Juíza determina prisão sem direito à fiança de produtor de filme anti-Islã



'Tribunal não tem confiança no acusado', disse a juíza Suzanne Segal.
Filme deflagrou onda de protestos violentos em vários países islâmicos.

Da France Presse/G1
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Uma juíza de Los Angeles, no Estados Unidos, ordenou nesta quinta-feira (27) a prisão - sem fiança - do produtor do filme antimuçulmano que deflagrou uma onda de protestos violentos em vários países islâmicos, por violar os termos de sua liberdade condicional.
Nakoula Basseley Nakoula, suposto responsável por filme anti-islã, é preso nos EUA  (Foto: Reprodução Globo News)Nakoula Basseley Nakula, responsável por filme anti-islã, é preso nos EUA. (Foto: Reprodução Globo News)
Nakula Besseley Nakula, apontado como o produtor do filme "A inocência dos muçulmanos", participou de uma audiência em um tribunal federal de Los Angeles sobre a violação de sua condicional. Por razões de segurança, seu depoimento foi realizado por videoconferência de outra dependência.
O promotor Robert Dugdale disse que o acusado cometeu oito delitos, incluindo declarações falsas e o uso de, ao menos, três identidades.
A onda de violência contra o filme causou mais de 30 mortos no Magreb, Oriente Médio, África e Ásia.
A juíza Suzanne Segal determinou a prisão de Nakula sem direito à fiança, diante do risco de fuga e do perigo que representa para a comunidade. "Este tribunal não tem confiança no acusado".
O ativista antimuçulmano foi acusado em fevereiro de 2009 de utilizar identidades de clientes do banco americano Wells Fargo na Califórnia para obter US$ 860.
Nakula foi condenado a 21 meses de prisão em 2010 por fraude bancária, e após cumprir um ano em regime fechado, saiu sob liberdade condicional. Pelos termos da condicional, Nakula, 55 anos, não poderia utilizar a internet por um período de 5 anos sem autorização prévia.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Esta luta também é sua!


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Termina greve dos bancários na maior parte do país


Funcionários do BB e bancos privados aceitaram proposta; Caixa rejeitou.
Greve começou na terça (18), fechando 5.132 agências, segundo a Contraf.
Do G1, em São Paulo
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A maior parte da greve dos bancários terminou nesta quarta-feira (26) e com isso as agências dos bancos privados e do Banco do Brasil devem abrir normalmente nesta quinta-feira (27). Nas das agências da Caixa Econômica Federal a greve deve continuar, já que a nova proposta dos bancos foi rejeitada na maioria das assembleias.
Bancários de bancos privados e do BB de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Campo Grande e estados como Pernambuco, Piauí, Mato Grosso e Alagoas decidiram seguir a orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), nas assembleias realizadas nesta quarta à noite, e aceitaram a nova proposta da Fenaban.
Já os funcionários da Caixa decidiram permanecer em greve em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Pará, Ceará, Bahia e Sergipe. “Vamos fortalecer a greve na Caixa, buscando cobrar mais avanços para os trabalhadores”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do comando nacional dos bancários.
Greve começou na terça-feira (18). (Foto: Reprodução / TV Integração)Greve dos bancos começou na terça-feira (18).
(Foto: Reprodução / TV Integração)
Os dias de greve não serão descontados dos bancários, mas terão de ser compensados. A reivindicação dos bancários era anistia, mas a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não aceitou e apresentou a mesma regra do ano passado de compensação até 15 de dezembro, diz a Contraf. Assim, os dias parados serão compensados em, no máximo, duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, exceto sábados, domingos e feriados. O que ultrapassar esse período não será considerado.
Procurada pelo G1, a Fenaban disse que não irá se pronunciar sobre o fim da greve.
Nova Proposta
A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) elevou a 7,5% a proposta de reajuste dos salários dos trabalhadores, um aumento real de 2%. A proposta também prevê aumento de 8,5% no piso salarial e no valor dos auxílios-refeição e alimentação; e uma alta de 10% na parcela fixa da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A proposta anterior previa reajuste de 6% nos salários.
Os bancários reivindicavam reajuste de 10,25% nos salários (aumento real de 5%), uma participação nos resultados equivalente a três salários mais R$ 4.961,25 fixos, piso salarial de R$ 2.416,38, criação do 13º auxílio-refeição e aumento dos benefícios já existentes para R$ 622, fim da rotatividade e das metas "abusivas", melhores condições de saúde e trabalho e mais segurança nas agências.
Segurança nas agências
De acordo a Contraf, a negociação feita com a Fenaban também prevê a criação de um projeto piloto em Recife para melhorar a segurança nos bancos. Nas agências da cidade, deverão ser instaladas portas giratórias detector de metais, biombo entre caixas e fila, e "talvez entre os próprias caixas uma divisória", disse. "Esse projeto vai ter um prazo que ainda não está definido. Aí vamos ver o que aconteceu com os roubos, com as mortes".
Balanço
Segundo Carlos Cordeiro, a greve dos bancários fechou mais de 9 mil agências no país na terça (25). De acordo com dados do Banco Central, há 21.713 agências bancárias no país, ou seja, 40% das agências ficaram com as portas fechadas. A greve começou no dia 18, fechando 5.132 agências, de acordo com a Contraf.
Obrigações
Apesar da paralisação, o consumidor não fica dispensado de pagar faturas, boletos bancários ou qualquer outra cobrança, segundo a Fundação Procon-SP. No entanto, para isso, a empresa credora ou concessionária de serviço deve oferecer outras formas e locais para que os pagamentos sejam feitos, segundo a entidade.
A recomendação do Procon é que o consumidor entre em contato com a empresa e peça essas opções de forma de pagamento, como por internet, sede da empresa, casas lotéricas ou código de barras para pagamento nos caixas eletrônicos.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orienta o consumidor que os pagamentos de contas e tributos podem ser feitos por meio dos caixas eletrônicos, internet, centrais de atendimento, correspondentes bancários e débito direto autorizado (DDA), um serviço no qual é preciso se cadastrar e que permite receber os boletos de forma eletrônica e pagar também inclusive as contas vencidas.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Não deixe esta luta parar


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Cientistas de Cuba desenvolveram vacina contra câncer de próstata



HAVANA, 25 SET (ANSA) - A Labiofam, farmacêutica estatal cubana, apresentou hoje durante um congresso em Havana, seus novos produtos contra o câncer, entre os quais uma vacina e um medicamento terapêutico. De acordo com a empresa, que entre seus produtos estão cerca de 30 vacinas virais e bacterianas, a nova vacina teria sido testada com sucesso em pacientes com câncer de próstata. Além disso, a Labiofam anunciou o lançamento de um produto anticancerígeno, a base do veneno de um escorpião cubano. Segundo a Labiofam, a vacina contra o câncer de próstata, batizada de Heber Provac, teria sido capaz de melhorar o estado de 56 pacientes ainda não submetidos à radioterapia ou quimioterapia, em dois hospitais de Cuba. O medicamento tem como objetivo tratar carcinomas de estágios três e quatro. A estatal espera que no futuro a vacina substitua os tratamentos tradicionais em todo o mundo. O outro produto, obtido através do veneno do escorpião azul e comercializado como Vidatox, teria propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e anticancerosa. Segundo os resultados apresentados pela empresa no congresso, o medicamento melhorou a qualidade de vida de 65 mil pacientes com câncer. "Ao contrário de qualquer outro, o Vidatox atravessa a barreira hemo-encefálica", ressaltou o presidente da Labiofam, José Antonio Fraga Castro. 

Leia mais em: http://noticias.bol

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Arrecadação federal soma R$ 77,074 bilhões em agosto, diz Receita


Valor representa queda real de 1,84% sobre igual mês do ano passado. 

Em julho, a arrecadação havia ficado em R$ 87,947 bilhões.

Do G1, em São Paulo
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O governo federal arrecadou R$ 77,074 bilhões em impostos e contribuições em agosto, segundo dados divulgados nesta terça-feira (25) pela Receita Federal. O número representa uma queda real de 1,84% sobre igual mês do ano passado – a terceira queda mensal consecutiva nesse tipo de comparação. Em julho, a arrecadação havia ficado em R$ 87,947 bilhões. Todos os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Sem correção inflacionária, a receita com impostos e contribuições teve alta de 3,31% em agosto, ante agosto do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 74,607 bilhões.
No ano, a arrecadação somou R$ 673,576 bilhões, avanço real de 1,45%, na comparação com o mesmo período de 2011. Nominalmente, houve alta de 6,84% nos primeiros oito meses do ano, em relação a igual período em 2011, quando somou R$ 630,464 bilhões.
A arrecadação administrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), que representa a maior parcela dos recolhimentos, totalizou R$ 75,467 bilhões em agosto, redução real de 1,74%. No ano, as receitas administradas totalizaram R$ 647,219 bilhões, avanço real de 0,91% na comparação com os oito primeiros meses de 2011.
Em termos nominais, as receitas administradas pela RFB tiveram avanço de 3,41% em agosto, na comparação com agosto de 2011, e subiram 6,27% no ano.
Já a receita própria de outros órgãos federais totalizou R$ 1,607 bilhão em agosto e caiu, em termos reais, 6,27% na comparação com o mesmo mês de 2011. No ano, as receitas de outros órgãos somaram R$ 26,357 bilhões, com alta real de 16,93%.
Em termos nominais, as receitas próprias de outros órgãos recuaram 1,36% em agosto, em relação ao mesmo mês de 2011 e aumentaram 23,12% no acumulado dos oito primeiros meses de 2012.

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Máquinas de fax e gravadores serão extintos dos escritórios, diz pesquisa


Padrões de horário e computadores de mesa também foram citados. Como onipresentes estão tablets, horas flexíveis e smartphones.

Do G1, em São Paulo
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Aparelho de fax (Foto: reprodução)Aparelho de fax deverá desaparecer
dos escritórios em breve (Foto: Reprodução)
Estudo feito pelo LinkedIn, com mais de 7 mil profissionais ao redor do mundo, perguntou que ferramentas de trabalho e tendências são mais prováveis de não serem mais vistas no ambiente de trabalho até 2017. O item mais citado pelos brasileiros que estaria em extinção foi a máquina de fax.
Para os pesquisados do Brasil, nos próximos 5 anos, os 10 itens e tendências de escritório que estão se tornando raros e podem até desaparecer são máquinas de fax (81%), padrões de horário de trabalho (62%), gravadores de fita (48%), computadores de mesa (41%), trajes formais de trabalho – terno e gravata, por exemplo (35%), porta-cartões de mesa (29%), escritório com porta (26%), baias (25%), telefones de mesa (23%) e cartões de visita (17%)

Globalmente, os profissionais selecionaram tablets (55%), armazenamento em nuvem (54%), horas flexíveis de trabalho e smartphones (que empataram em 52%) como as ferramentas de trabalho que estão se tornando onipresentes. Já os profissionais no Brasil citaram horas flexíveis de trabalho (62%).

Profissionais ao redor do mundo também sugeriram alguns sonhos que gostariam de ver no futuro. Globalmente, incluem ter um clone ou assistente para ajudá-lo ao longo do dia (25%), um lugar no escritório que tenha luz natural (25%) e um lugar quieto no escritório onde você possa tirar um cochilo (22%). Para os profissionais brasileiros, o sonho número um é ter uma área no escritório que tenha luz solar (30%). Já 19% dos entrevistados globalmente disseram que gostariam de ter um botão de mudo para seus colegas de trabalho, assim não teriam de ouvi-los falar.

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