quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Mulher é suspeita de matar seis ex-maridos
Aliny Gama
Do UOL, em Maceió
Do UOL, em Maceió
A polícia do Maranhão prendeu uma mulher suspeita de assassinar, por envenenamento, o próprio genro e seis ex-maridos. Segundo investigações iniciais, Maria de Jesus Santos, 54, a mulher é conhecida na região como "viúva negra".
A suspeita foi presa no povoado conhecido como Chega Tudo, no município de Centro Novo do Maranhão (a 550 km de São Luis), na última sexta-feira (10), e está à disposição da Justiça.
Segundo a polícia, a mulher teria matado o agricultor Janes da Silva Marques, 20, casado com uma das filhas dela, há cerca de um ano, no povoado Vai Quem Quer, na zona rural do município de Cândido Mendes (a 595 km da capital). Em depoimento, a acusada confessou o crime e relatou que o motivo do assassinato foi ocasionado por uma briga familiar após ela “não ter gostado” de o rapaz ameaçar bater no neto dela e “no mesmo dia teve vontade de assassiná-lo.”
O delegado Raimundo Batalha disse que após a morte do genro da acusada a polícia levantou suspeita dos demais assassinatos e “sempre utilizava o mesmo modus operandi.”
Em depoimento à Polícia sobre a morte do seu genro Janes da Silva Marques, a suspeita afirmou que o matou por não ter gostado dele ter ameaçado bater no seu filho, neto dela, e que no mesmo dia teve vontade de assassiná-lo.
Segundo a polícia, ela contou que esperou o horário do jantar para colocar chumbinho --veneno usado para matar ratos --na comida do genro. Horas depois o rapaz começou a passar mal e veio a óbito.
“Como o crime ocorreu em uma localidade muito distante e de difícil acesso. Num primeiro momento a morte foi tida como natural, só ao amanhecer do dia seguinte à morte é que os parentes suspeitaram de envenenamento e nos acionaram. Quando chegamos ao local, o cadáver já tinha sido sepultado e assim o auto flagrancial não teve o exame cadavérico, pelo que o Juiz entendeu que era precipitado manter a prisão e por isso a liberou para que respondesse o processo em liberdade, mediante o compromisso de comparecimento a todos os atos do processo”, detalhou o delegado Raimundo Batalha.
A prisão de Maria de Jesus ocorreu após ela mudar de endereço e não avisar a Justiça do seu paradeiro.
A polícia informou ainda foi realizada a exumação do corpo do rapaz para retirada de material para ser periciado. O delegado afirmou que o exame cadavérico apontou que “foi encontrado nas vísceras da vítima o veneno para matar rato, atestando que se tratava não de morte natural, mas sim de envenenamento”, disse.
Professor Edgar Bom Jardim - PE
Fome na Espanha. Situação econômica é grave
09.08.2012 - 10:25 Por Susana Almeida Ribeiro, com adaptações.
Trata-se de um acto simbólico que traduz o estado de desespero que se vive no país. Numa altura em que Espanha - à semelhança de Portugal - atravessa uma grave crise financeira, alguns membros de um sindicato de trabalhadores da Andaluzia resolveram enfrentar o problema da fome desta maneira: entraram em dois supermercados, trouxeram o que faz falta e, no final, saíram sem pagar. Os protagonistas dessa história são membros do Sindicato de trabalhadores. A Espanha vivencia uma grande crise econômica. Desemprego em massa e fome atingem parte da população que buscam alimentos em bancos de alimentos do governo.
Múmias do Chile
Indivíduos da cultura Chinchorro viveram no Chile e Peru há 5 mil anos.
Aridez do deserto e tecnologias da época podem ter favorecido processo.
Do G1, em São Paulo
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Cientistas chilenos dizem que corpos mumificados achados no deserto do Atacama, no norte do país, foram preservados pela ação do clima.
Os resultados estão publicados na edição desta semana da revista americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
Desde 1917 foram descobertos, em bom estado de conservação, vários indivíduos da cultura Chinchorro, formada por pescadores e coletores que também viviam no sul do Peru, há 5 mil anos. Isso significa que essas múmias são 2 mil anos anteriores às egípcias.
Agora, os pesquisadores atribuem esse fato ao clima árido do Atacama – o deserto mais seco do mundo –, o que teria dificultado o processo de decomposição dos cadáveres.
O cientista Pablo Marquet e colegas da Pontifícia Universidade Católica do Chile também não descartam a possibilidade de que o próprio povo Chinchorro tenha mumificado seus mortos. Isso porque, na época em que eles viveram, havia uma maior disponibilidade de água doce e marinha, o que teria resultando em um crescimento populacional e em inovações culturais e tecnológicas suficientemente avançadas para preservar os corpos.
Segundo os autores, a paisagem cheia de múmias levou a população local a cultuar os mortos.
Professor Edgar Bom Jardim - PE
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