quarta-feira, 25 de julho de 2012

Missão: salvar gorila



Acordo entre governo e rebeldes permitirá que patrulheiros possam monitorar espécie.

Da BBC/G1
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Um grupo de patrulheiros no Congo se prepara para uma missão que tentará salvar famílias de gorilas que desapareceram após uma intensificação do conflito entre forças do governo e rebeldes no país. O governo fez um acordo com o grupo rebelde M23, para permitir que os patrulheiros possam rastrear seis famílias de gorilas-de-montanha.
Os cerca de 200 mamíferos vivem no parque nacional de Virungo, localizado ao leste do país, e representam um quarto da população da espécie. O diretor do parque, Emmanuel de Merode, comemorou a decisão: "Nós estamos satisfeitos e aliviados que todas as partes do conflito reconheceram a necessidade de proteger os únicos gorilas-de-montanha do Congo".
Resgate gorila1 (Foto: Virunga National Park/BBC)Exemplar de gorila resgatado em parque do Congo. (Foto: Virunga National Park/BBC)
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Filhote de gorila (Foto: Virunga National Park/BBC)Filhote de gorila que vive em parque do Congo e deverá ser resgatado. (Foto: Virunga National Park/BBC)
Os combates na região se intensificaram em abril, quando a área de conservação fechou as portas ao público. Desde o dia 8 de maio, as equipes responsáveis por acompanhar os gorilas evacuaram a área, que sofreu com intensos conflitos de artilharia pesada e, até mesmo, helicópteros de combate.
'Os gorilas são muito espertos. Eles, sem dúvida, ao ouvir as explosões, se afastaram dos locais de conflito. O importante, agora, é localizá-los', disse à BBC Brasil Lu Anne Cadd, assessora de imprensa do parque.
As famílias de gorilas-de-montanha não são vistos há mais de dez semanas. Os patrulheiros do parque são, no momento, os únicos membros do governo autorizados a circular na região. Eles irão se dividir em sete grupos e trabalhar em conjunto com a população local para localizar os gorilas.
O trabalho, que estava marcado para ter início nesta semana, será de encontrar os gorilas, identificar cada um deles e checar sua situação de saúde, já que a espécie é muito vulnerável a doenças.
gorila (Foto: Virunga National Park/BBC)Objetivo da missão é evitar que ataques atinjam primatas. (Foto: Virunga National Park/BBC)
Resgate gorila1 (Foto: Virunga National Park/BBC)Parque Nacional de Virunga é considerado patrimônio mundial da humanidade. (Foto: Virunga National Park/BBC)
Ele vão ainda remover armadilhas e fazer rondas constantes para evitar a atuação de traficantes de animais. O trabalho é considerado de alto risco. Nos últimos 15 anos, 130 deles morreram em serviço.
Eles fazem a segurança do parque mais antigo da África. O parque nacional de Virunga tem 7.800 km² e é considerado patrimônio mundial da humanidade pela Unesco.
A República Democrática do Congo está em guerra civil há 12 anos e, desde o acirramento dos conflitos, mais de 200 mil pessoas foram desabrigadas.


Professor Edgar Bom Jardim - PE

terça-feira, 24 de julho de 2012

Trabalhador rural perdeu uma fortuna que guardava nos colchões



Durante anos, ele e a ex-mulher escondiam dinheiro dentro dos colchões.
A moeda mudou em 1994, mas ele diz que não ficou sabendo.

Juirana Nobres e Mário BonellaDo G1 ES com informações da TV Gazeta Sul
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Valdomiro Gonçalves tem 'fortuna' sem valor (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Valdomiro Gonçalves tem 'fortuna' sem valor
(Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Valdomiro Gonçalves é um trabalhador rural de 77 anos que possui um tesouro que não tem mais nenhum valor. Durante anos, ele e a ex-mulher, que já faleceu, escondiam dinheiro dentro dos colchões, armários e gavetas da casa onde moravam, em uma fazenda em Conceição do Castelo, na região Sudoeste Serrana do Espírito Santo. A moeda mudou em 1994, mas por falta de informação eles não ficaram sabendo e perderam todo o dinheiro que tinham. Até hoje, Valdomiro encontra as notas de cruzeiro e cruzado em algum canto da casa. O economista Laudeir Frauches explica que guardar dinheiro assim é um grande erro e todo indivíduo tem a obrigação de fazer algum tipo de aplicação.
De acordo com o economista, especialista em finanças pessoais, essa mania de guardar dinheiro em casa começou no governo de Fernando Collor de Mello, na década de 90. O plano de recuperação da economia confiscava a poupança dos brasileiros. Por esse motivo, o casal ficou receoso em voltar a investir na caderneta de poupança e resolveram juntar tudo em casa.
“Eu não quis mais colocar o dinheiro no banco e guardei em casa mesmo. A minha ex-mulher colocava dinheiro em baixo das coisas, das gavetas, nos armários e dentro dos colchões. Certa vez, os vizinhos que sabiam que eu guardava o dinheiro disseram que o que eu tinha estava perdido por que a moeda estava desvalorizada e não valia mais nada. E eu não consegui passar o dinheiro para frente”, contou Valdomiro.
Para Laudeir Frauches, guardar dinheiro em casa é um grande erro. “Todo o indivíduo tem a obrigação de fazer aplicação. A pessoa não deve observar quanto ela vai ganhar, mas sim quanto vai pagar pelo investimento. Quem pega dinheiro e leva para o banco deve saber sobre as taxas de administração, acompanhar nos jornais quanto está a inflação e estar ciente que o governo também é sócio com o imposto de renda”, explicou.
O economista disse que a própria inflação devora o dinheiro e que a pessoa pode aplicar em empresas para ter lucros, comprar ações para ter dividendos, aplicar em um imóvel e alugá-lo. Frauches alerta que o dinheiro não pode ficar parado, disse que o importante é saber ser um bom aplicador para multiplicar o dinheiro para ter uma independência financeira na terceira idade e uma aposentadoria tranquila.
 “Em 18 anos de plano real, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tivemos mais de 300% de inflação. Atualmente os juros reais caíram mais do que nunca, e os o indivíduos precisam conhecer as opções financeiras e saber que vão correr riscos”, alertou.
Depois de perder todo o dinheiro, o agricultor disse que aprendeu a lição. “Esse dinheiro que eu perdi tudinho, dava para comprar uma fazenda de mais ou menos 500 alqueires de terra. Isso eu nunca mais faço, de ficar prendendo dinheiro em casa. Dinheiro é para gastar”.
Durante anos, ele e a ex-mulher escondiam dinheiro dentro dos colchões. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Durante anos, ele e a ex-mulher escondiam dinheiro dentro dos colchões. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)


Professor Edgar Bom Jardim - PE

Miss Brasil aos 5 anos de idade



Representantes da Paraíba e de MT venceram em outras categorias.
Concurso ocorreu neste sábado (21), em Balneário Camboriú (SC).

Com informações do G1
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Aos 5 anos, a candidata Eduarda Gemi, de Mato Grosso, venceu o concurso Mini Miss Brasil, em final realizada neste sábado (21), em Balneário Camboriú (SC). A disputa ocorreu ainda nas categorias Infantil, vencida por Bárbara Peccini, 10 anos, também de Mato Grosso; e Pré-Teen, vencida por Gloria Cruz, 12 anos, da Paraíba.
No dia da final, as candidatas desfilaram em trajes de gala e típico. O concurso ocorre anualmente nas categorias Mini Miss Brasil (de 5 a 7 anos), Miss Brasil Infantil (de 8 a 10 anos) e Pré-Teen do Brasil (de 11 a 13 anos).
As vencedoras irão representar o Brasil no concurso internacional Little Miss Nations 2012, que será realizado em 2 de setembro, em Curitiba. As meninas também serão indicadas como candidatas brasileiras ao Miss Mundo Infantil e Mini Universo, segundo Danilo D’Ávila, organizador do evento.
Candidata de 5 anos é eleita Mini Miss Brasil em concurso realizado em Santa Catarina (Foto: Octávio D'Ávila/Danilo D'Ávila Eventos)Candidata de 5 anos é eleita Mini Miss Brasil em concurso realizado em Santa Catarina (Foto: Octávio D'Ávila/Danilo D'Ávila Eventos)

Professor Edgar Bom Jardim - PE

Quase nua contra a pirataria



Vanessa de Oliveira fará sessão de fotos pelada e quer se despir na rua.
Com imagens, ela deseja iniciar campanha contra a pirataria de livros.

Lívia MachadoDo G1, em São Paulo
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Vanessa de Oliveira durante o protesto que realizou na última quinta-feira (19), em Lima, no Peru (Foto: Alessandro Currarino)Vanessa de Oliveira durante o protesto que realizou na última quinta-feira (19), em Lima, no Peru (Foto: Alessandro Currarino)
Vanessa de Oliveira, 37, ex-garota de programa e escritora brasileira, planeja um campanha internacional contra a pirataria de livros e a favor da leitura. Na última quinta-feira (19), ela ficou apenas de calcinha em frente ao palácio do governo de Lima, no Peru, para protestar contra a cópia e comercialização ilegal de livros no país.
De volta ao Brasil na madrugada deste domingo (22), ela já agendou uma sessão de fotos para 30 de julho. As imagens temáticas serão feitas para a campanha que, por ora, encabeça sozinha. Nua, ela escreverá em seu corpo mensagens de incentivo à leitura e repúdio à pirataria. "É uma estupidez completa. Quanta gente não torra R$ 200 numa balada? Mas não quer gastar R$ 30 em um livro."
Além de divulgar as imagens, Vanessa também deseja realizar novos piquetes em praça pública, mas quer recrutas para dar volume ao movimento. Embora nunca tenha visto seus livros sendo comercializados de forma ilegal no Brasil, não deixará a causa se transformar em uma ação pontual. “Eu pretendo fazer esse protesto no Brasil também, mas estou procurando ajuda de outras pessoas. Preciso planejar direito.”
Quase um clichê da nova cartilha de manifestações coletivas, o topless é estratégia feminina recorrente para chamar atenção. Na visão da escritora, o ato, apesar de corriqueiro, ainda é explosivo. “Era preciso ficar pelada. Porque só sem roupa as pessoas param pra analisar. Tem que ter peito pra fazer isso, coragem.”
Vanessa foi garota de programa durante cinco anos. Ingressou na profissão por necessidade financeira, mas permaneceu por vontade própria – como faz questão de esclarecer. Deixou o ofício pela literatura em 2005, quando também se formou em enfermagem, e hoje vive de suas obras e de palestras sobre sexo, comportamento e marketing.
Durante o protesto contra a pirataria, ela foi repreendida por policiais locais. Mas garante que não foi tratada com violência. "O policial só queria que eu vestisse a roupa, não foram agressivos." (Foto: Alessandro Currarino)Durante o protesto contra a pirataria, ela foi repreendida por policiais locais. Mas garante que não foi tratada com violência. "O policial só queria que eu vestisse a roupa, não foram agressivos." (Foto: Alessandro Currarino)
É autora de seis livros, dentre eles "O diário de Marise – A vida real de uma garota de programa", publicado em 2006, “Os 100 Segredos de Uma Garota de Programa – Tudo o que você queria saber sobre Sexo, Homens e a Profissão”, de 2007, “Seduzir Clientes”, de 2008, e “Ele Te Traiu? Problema dele! Como Superar a traição ontem mesmo!”.
Bem resolvida com a carreira que construiu, ela não teme que sua nova causa perca força por conta dos tabus relacionados à sua ex-profissão. A nudez nesse caso, na visão da escritora, é apenas uma estratégia de marketing.
“Nu pra mim não é uma coisa feia. Minha verdade é essa. Mas são apenas seios. Não tento me mostrar de forma equivocada. É a maneira como eu encontrei para protestar. Cada um tem sua forma, essa é a minha. Posso ter sido garota de programa, mas nasci escritora. Tem pessoas que não aceitam, pois acham que garota de programa não tem ideias, dignidade. Somos normais, não somos aberrações.”
Vanessa de Oliveira  (Foto: Divulgação)Vanessa de Oliveira (Foto: Divulgação)
Em viagem ao Peru para participar pela segunda vez da Feira do Livro - ela foi a escritora brasileira convidada em 2009 - e realizar um workshop sobre estratégias de marketing para estudantes, Vanessa notou que seus livros eram um produto rentável no comércio informal de Lima. O livro que ela programou lançar na tarde da sexta-feira (20) durante a feira já estava sendo vendido por um terço do custo original em barraquinhas montadas pelas calçadas da cidade.
“É a coisa mais ridícula que já vi. Eles xerocam o livro toscamente e vendem os que têm maior apelo popular. Ficam expostos em ripas de madeira. Tem camelôs desse tipo por todo o canto e ninguém faz nada. O meu estava lá ao lado do livro do 'O Código da Vinci', do Dan Brown. Muitos estão incompletos, com as páginas faltando texto.”
Segundo Vanessa, os representantes da editora Help (responsável por lançar os livros da autora no Peru) informaram que, para cada 20 livros vendidos no Peru, apenas um é original.
Inconformada com a estatística e o comodismo das autoridades locais, a escritora resolveu tirar a roupa para reivindicar. Durante a cerimônia de abertura da Feira do Livro, ela aproveitou a demanda de imprensa e avisou do protesto em frente ao palácio do governo, por volta das 15h.
“Tive a sorte de sentar ao lado da esposa do governador de Lima durante a cerimônia de abertura da feira. Aproveitei para comunicar aos profissionais da imprensa que estavam ali por conta das autoridades que faria um protesto nua.”
No caminho, Vanessa teve a barriga pintada pela assessora da editora Help, tirou o vestido vermelho que usava e desceu do carro coberta por um casaco preto. No meio da praça, despiu-se e ficou apenas de roupa íntima. “Havia muitos policiais no local. Eu poderia ter sido presa, mas não tive medo tampouco passei frio. E fui muito bem recebida pela população local e imprensa. Naquele dia, o Peru parou para me ouvir. Fiquei impressionada com a repercussão.”


Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pense nisso na hora de votar !



Professor Edgar Bom Jardim - PE

Síria ameça usar armas químicas. Até quando o ditador vai matar o povo ?



Elas 'só serão utilizadas em caso de agressão estrangeira', diz porta-voz.
É a primeira vez que regime reconhece possuir armas químicas e biológicas.

Do G1, com agências internacionais
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A Síria só utilizará armas químicas e não convencionais em caso de "agressão estrangeira", advertiu nesta segunda-feira (23) o porta-voz do ministério das Relações Exteriores.
É a primeira vez que o regime sírio reconhece possuir reserva de armas químicas e biológicas.
"Não serão utilizadas armas químicas ou não convencionais contra nossos próprios cidadãos (...); estas armas só serão utilizadas em caso de agressão estrangeira", disse Jihad Makdessi em uma coletiva de imprensa em Damasco.
Makdissi disse que a reserva é segura, numa aparente resposta ao receio internacional de que as armas pudessem cair nas mãos de forças rebeldes.


Professor Edgar Bom Jardim - PE

Violência no Brasil é uma fotografia do descaso dos governos e da sociedade com a educação de crianças e jovens



Tomasso Lotto, de 26 anos, tinha se mudado para o Brasil na sexta-feira.
No sábado, ele foi assassinado no Itaim Bibi, na Zona Sul da capital.

Do G1 SP
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Os pais do italiano morto no sábado (21), durante uma tentativa de assalto no Itaim Bibi, Zona Sul da capital paulista, chegaram ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na madrugada desta segunda-feira (23). Em seguida, partiram em um carro da representação diplomática italiana no Brasil. A mãe foi consolada por amigos do filho. Eles contaram que o bancário era apaixonado pelo país.
Tomasso Lotto, de 26 anos, tinha se mudado para o Brasil na sexta-feira (20). Um dia depois, ele e um amigo, um advogado espanhol, seguiam em um Honda Civic pela Avenida Nove de Julho. Por volta das 18h30, no cruzamento com a Avenida São Gabriel, eles foram abordados por dois homens armados em uma moto.
Segundo uma amiga, Lotto, que estava ao volante, achou que os criminosos queriam o carro e tentou descer. Quando abriu a porta foi baleado e morreu no hospital. O amigo que estava junto correu e conseguiu escapar.
Uma amiga dos dois rapazes contou que o advogado chegou a ser perseguido por um dos criminosos, mas se escondeu atrás de uma banca de onde ouviu o barulho do tiro que acertou Lotto. “Ele ia deixar o carro para eles. Eles acharam que queria o carro”, afirmou. Uma testemunha, que preferiu não se identificar, presenciou o desespero do amigo do bancário.
Tomasso Lotto chegou consciente ao Hospital Nove de Julho, mas não resistiu.  Os criminosos fugiram sem levar nada. Segundo informou o Bom Dia Brasil, a polícia suspeita que eles queriam roubar o relógio do bancário.  
O corpo está no Instituto Médico Legal de São Paulo e deve ser liberado nessa segunda-feira, pelo Consulado da Itália.
 



Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 22 de julho de 2012

Bom Jardim: Política propositiva e de qualidade nas redes sociais. Para ser vereador preciso do apoio de dois mil eleitores conscientes. A hora é de sinceridade e honestidade. É hora de contar com o apoio e solidariedade dos amigos de verdade, diz Professor Edgar confiante na vitória.

     
Confiança em Deus, numa vida de trabalho realizado pelo bem de Bom Jardim, para alcançar uma grande vitória para a educação, por nossa juventude e em defesa da sustentabilidade das comunidades.

          Se você quer um Bom Jardim que oportunize uma vida melhor para homens e mulheres do campo e da cidade, um Bom Jardim com desenvolvimento na educação, cultura, com apoio para  estudantes, crianças e jovens, com proteção para os mais carentes, vote em quem tem trabalho comprovado e faz a luta do povo de verdade, por um Bom Jardim cada vez melhor para todos. 
Essa campanha também é sua por um Bom Jardim com qualidade de vida para todos. Vote! Conquiste mais um voto ! Professor Edgar 50 000. É Trabalho em todo lugar...




               

"A política é a arte de fazer o bem para todos. Eu sou político, acredito que a política é um caminho para o desenvolvimento e progresso das sociedades. Sou professor Edgar , candidato ao cargo de vereador, posso contribuir muito para o crescimento de Bom Jardim, em todas comunidades. Preciso contar com o apoio de duas mil pessoas que desejam melhorias e mudanças neste cenário político, econômico e social do município, preciso contar com pessoas que amam verdadeiramente Bom Jardim e que coloquem o interesse público acima das disputas fanáticas de grupos, partidos,lideranças e ambições pessoais. Preciso de seu apoio que deseja uma vida melhor para todos. Com seu voto estaremos ajudando aqueles que mais necessitam de apoio, educação, saúde, moradia, trabalho, e oportunidades iguais. É muito simples. Vote 50 000. Vote em Edgar, trabalho em todo lugar".



  
                           
Seu Voto Vale Mais 
Pense Nisso ! 

Professor Edgar Bom Jardim - PE

Despedida



Diva Pacheco é sepultada ao som de canções que marcaram sua história

Dama do Teatro pernambucano teve enterro como sempre pediu: com muita música

 LÍVIA MOTA, da Folha de Pernambuco

Centenas de pessoas lotaram o Pátio do Teatro de Nova Jerusalém, no município de Brejo da Madre de Deus, só que dessa vez por um motivo diferente. O velório de Diva Pacheco, idealizadora e responsável junto ao marido, Plínio Pacheco, pelo maior teatro ao ar livre do mundo, não poderia ser em outro lugar. Familiares e centenas de amigos se reuniram no lugar que foi palco, por muitos anos, da atriz e figurinista. Após uma dolorosa despedida, os presentes seguiram o cortejo, guiados por seis cavaleiros do espetáculo da Paixão de Cristo, até o Parque das Orquídeas, onde a artista foi sepultada ao lado do marido.
Atendendo aos pedidos da mãe, Nena Pacheco tratou de providenciar seus últimos desejos. "Ela dizia para nós e nos fez prometer que no enterro dela teria muita música e muita alegria, como foi sua vida", declarou Nena. E sua vontade foi feita. Durante o cortejo, uma orquestra de frevo tocou canções que marcaram a história da Dama do Teatro, e foi ao som de 'Vassourinhas' que a também amante dos bailes carnavalescos foi sepultada. "Diva era assim, uma estrela, muito brilhante e altiva. Apesar da imensa tristeza que estamos sentido, nada mais justo do que retratar nesses últimos momentos como foi a sua vida, alegre e com muita festa", pontuou a sobrinha, Carmita Mendonça.
Diva faleceu na manhã dessa sexta-feira (20), vítima de um AVC. A atriz se tratava há alguns meses de um câncer de tireoide e seria submetida, mais uma vez, a cirurgia. Diante da grandiosidade da contribuição de Diva pa­ra a cultura do Estado, em uníssono, amantes da arte não titubeiam ao dizer: Di­­­va não morreu, continua viva. O ce­­nário dentro das muralhas do Teatro de No­­va Jerusalém confirmavam is­so.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sábado, 21 de julho de 2012

Mulheres invadem canteiro de obras

Construção civil em Pernambuco

Publicação: 20/07/2012 22:30 Atualização: 20/07/2012 23:03
Mirtes Souza tem 25 anos. Antes de chegar à construção, foi recepcionista, atendente de padaria, auxiliar de salão de beleza e professora de informática (Helder Tavares/DP/D.A Press)
Mirtes Souza tem 25 anos. Antes de chegar à construção, foi recepcionista, atendente de padaria, auxiliar de salão de beleza e professora de informática
Acabou a reserva de mercado masculina. Agora os canteiros de obras da Região Metropolitana do Recife (RMR) têm o toque feminino. São serventes, carpinteiras, ajudantes de obras, pedreiras. Elas se misturam aos homens com naturalidade, e o melhor, em condições de igualdade de posição e salarial. As construtoras se renderam à falta de mão de obra qualificada fruto do boom na construção civil e passaram a contratar mulheres para as funções antes ocupadas só pelos homens (leia mais na edição impressa doDiario deste sábado). 

Ainda é cedo para quantificar a presença das mulheres nos canteiros de obras, mas uma coisa é certa: aos pouquinhos elas estão invadindo a praia dos homens. Diretor de pesquisas socioeconômicas da Agência Condepe/Fidem, Rodolfo Guimarães diz que essa movimentação de mão de obra á natural em momentos de crescimento da atividade econômica. “Quando se esgota a força de trabalho masculina, a tendência é se incorporar as mulheres”, pontua.
Para enfrentar a dificuldade de recrutar trabalhadores para as obras em andamento, a construtora Conic decidiu investir na formação e qualificação das mulheres. “Desde o boom em Suape e a explosão da construção civil em Pernambuco, o nosso segmento vem encontrando dificuldade de quantidade e qualidade de mão de obra”, destaca Florence Olsen, gerente de recursos humanos da construtora. O tempo médio de preenchimento de uma vaga passou de uma semana para 15 dias em determinadas funções.
Professor Edgar Bom Jardim - PE/diariodepernambuco.com