sábado, 16 de junho de 2012

Oro'Art: Forró no bailhe da Gabriela

Oro'Art no São João do Bom Jardim


Mais uma vez a  Quadrilha Junina Oro'art, se fez presente na abertura do festejos do São João de nossa cidade. Um show de animação, coreografia, beleza e forró estilizado na praça de eventos. 


Fotos da Quadrilha Junina Oro'Art : Edgar Severino dos Santos







Fotos da Quadrilha Junina Oro'Art : Edgar Severino dos Santos




Fotos da Quadrilha Junina Oro'Art : Edgar Severino dos Santos







Fotos da Quadrilha Junina Oro'Art : Edgar Severino dos Santos


Oro'Art: Forró no bailhe da Gabriela
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Aline , Arthur e os colegas no forró danado de bom !



                          



















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É ciranda meu bem !

É Projeto "História, Cultura  e Patrimônio" !


Uma experiência inédita para muitos jovens que não conheciam a Ciranda, Lia de Itamaracá e Zé de Teté. O Projeto "História , Cultura e Patrimônio", valoriza a cultura popular, seus personagens, histórias de vidas, culinária, sabedoria poética, musicalidade, trabalho e os bons costumes de nossa gente. Os estudantes do primeiro ano do ensino médio da EREM Justulino Ferreira Gomes, fizeram pesquisas biográficas e conheceram o legado cultural de Lia de Itamaracá, Zé de Teté, Mestre Vitalino e Luiz Gonzaga.  Bom mesmo são as apresentações nas aulas de arte com dramatizações e dança. 
Por Professor Edgar Severino dos Santos















Ciranda

Lúcia Gaspar
Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco




 
É uma dança típica das praias que começou a aparecer no litoral norte de Pernambuco. Uma das cirandeiras mais conhecidas é a Lia de Itamaracá. Surgiu também, simultaneamente, em áreas do interior da Zona da Mata Norte do Estado. É muito comum no Brasil definir ciranda como uma brincadeira de roda infantil, porém na região Nordeste e, principalmente, em Pernambuco ela é conhecida como uma dança de rodas de adultos. Os participantes podem ser de várias faixas etárias, não havendo impedimentos para a participação de crianças também.
Há várias interpretações para a origem da palavra ciranda, mas segundo o Padre Jaime Diniz, um dos pioneiros a estudarem o assunto, vem do vocábulo espanhol zaranda, que significa instrumento de peneirar farinha e que seria uma evolução da palavra árabe çarand.
A ciranda, assim como o coco em Pernambuco, era mais dançada nas pontas-de-rua e nos terreiros de casas de trabalhadores rurais, partindo depois para praças, avenidas, ruas, residências, clubes sociais, bares, restaurantes. Em alguns desses lugares passou a ser um produto de consumo para turistas.

É uma dança comunitária que não tem preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes, assim como não há limite para o número de pessoas que dela podem participar. Começa com uma roda pequena que vai aumentando, a medida que as pessoas chegam para dançar, abrindo o círculo e segurando nas mãos dos que já estão dançando. Tanto na hora de entrar como na hora de sair, a pessoa pode fazê-lo sem o menor problema. Quando a roda atinge um tamanho que dificulta a movimentação, forma-se outra menor no interior da roda maior.

Os participantes são denominados de cirandeiros e cirandeiras, havendo também o mestre, o contra-mestre e os músicos, que ficam no centro da roda. Voltados para o centro da roda, os dançadores dão-se as mãos e balançam o corpo à medida que fazem o movimento de translação em sentido anti-horário. A coreografia é bastante simples: no compasso da música, dá-se quatro passos para a direita, começando-se com o pé esquerdo, na batida forte do bombo, balançando os ombros de leve no sentido da direção da roda. Há cirandeiros que acompanham esse movimento elevando e baixando os braços de mãos dadas. O bombo ou zabumba, mineiro ou ganzá, maracá, caracaxá (espécie de chocalho), a caixa ou tarol formam o instrumental mais comum de uma ciranda tradicional, podendo também ser utilizados a cuíca, o pandeiro, a sanfona ou algum instrumento de sopro.

O mestre cirandeiro é o integrante mais importante da ciranda, cabendo a ele "tirar as cantigas" (cirandas), improvisar versos, tocar o ganzá e presidir a brincadeira. Ele utiliza um apito pendurado no pescoço para ajudá-lo nas suas funções. O contra-mestre pode tocar tanto o bombo quanto a caixa e substitui o mestre quando necessário. As músicas podem ser as já decoradas, improvisadas ou até canções comerciais de domínio público transformadas em ritmo de ciranda. Pode-se destacar três passos mais conhecidos dos cirandeiros: a onda, o sacudidinho e o machucadinho. Alguns dançarinos criam passos e movimentos de corpo, mas sempre obedecendo a marcação que lhes impõe o bombo. Não há figurino próprio. Os participantes podem usar qualquer tipo de roupa e a ciranda é dançada durante todo o ano.

A partir da década de 70 as cirandas começaram a ser dançadas em locais turísticos do Recife, como o Pátio de São Pedro e a Casa da Cultura, modificando um pouco a dança que se tornou mais um espetáculo. O mestre, contra-mestre e músicos saíram do cento da roda para melhor se adaptarem aos microfones e aparelhos de som, passando também a haver limite de tempo para a brincadeira. Compositores pernambucanos como Chico Science e Lenine enriqueceram seus repertórios, utilizando a ciranda nos seus trabalhos.

Uma das cirandas mais conhecidas é a de Antônio Baracho da Silva:

Estava
Na beira da praia
Ouvindo as pancadas
Das águas do mar
Esta ciranda
Quem me deu foi Lia
Que mora na ilha
De Itamaracá


Recife, 12 de novembro de 2004.
(Atualizado em 25 de agosto de 2009).
Ilustrações de Rosinha.



É ciranda meu bem !
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Leitura, escrita e consciência


"Projeto Diário da História"

Oportunizar aos estudantes o acesso a leitura, escrita, interpretação e conhecimento de mundo, formação para cidadania acessando a rede mundial de computadores... Acompanhar a história da atualidade, registrar os fatos do cotidiano. Isso é Projeto Diário da História. O Blog Professor Edgar Bom Jardim-PE é parceiro dessa iniciativa.










Leitura, escrita e consciência
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Hoje tem festa em Bom Jardim

Atrações patrocinadas pela municipalidade 

Montagem do palco na praça de eventos

                                        

Hoje tem festa em Bom Jardim
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Cuide da saúde de sua criança. É hora de vacinar



Campanha nacional de vacinação contra pólio começa neste sábado

Imunizações, que vão até 6 de julho, são orais e destinadas a menores de cinco anos de idade. Governo pretende vacinar 13,5 milhões de crianças

Criança recebe vacina contra poliomielite
Criança recebe vacina contra poliomielite: Ministério quer vacinar 95% das
 crianças menores do que cinco anos (Arshad Arbab/EFE)
Começa neste sábado a campanha nacional de vacinação contra a poliomielite, que vai durar até o dia 6 de julho. Segundo o Ministério da Saúde, a meta das imunizações é atingir 13,5 milhões de crianças menores do que cinco anos de idade, inclusive aquelas que já receberam a vacina antes.
A campanha deste primeiro semestre vai oferecer 23 milhões de doses da vacina oral, as chamadas gotinhas. O objetivo do Ministério é imunizar 95% do público-alvo, que é composto por 14,1 milhões de crianças com idades até quatro anos, onze meses e 29 dias. Todas devem tomar as duas gotinhas, mesmo as que estiverem com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia.
No caso de crianças com alguma doença grave, com quadro de febres acima de 38º Celsius ou de alguma infecção, recomenda-se que um médico seja consultado antes. Ao todo, 115 mil postos de saúde, além de unidades móveis espalhadas por shoppings, rodoviárias e escolas em todo o país, vão oferecer a vacina.
Mudança no segundo semestre — De acordo com o Ministério, a partir de agosto deste ano, crianças que nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil devem receber a primeira dose da vacina em forma injetável aos dois meses de idade e a segunda aos quatro meses. As terceira e quarta doses deverão ser recebidas aos seis e aos 15 meses, respectivamente, e em forma de vacina oral.
Paralisia infantil — Causada por um vírus, a poliomielite atinge com mais frequência crianças de até cinco anos, podendo causar paralisia e levar à morte. Transmitido por via fecal-oral, o vírus tem uma incidência maior em países com baixos índices de condições sanitárias e higiene. Não existe tratamento para a doença, mas a prevenção por meio da vacina garante imunidade contra o problema.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil não registra um caso de poliomielite desde 1989. Mesmo assim, é importante que a vacinação seja mantida, já que o vírus ainda circula ao redor do mundo. Entre 2007 e 2012, 35 países registraram casos da doença, sendo que em três — no Paquistão, na Nigéria e no Afeganistão — são casos endêmicos.

Cuide da saúde de sua criança. É hora de vacinar
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Brasileiros citados na lista da corrupção mundial



Banco de dados reúne casos ligados a lavagem de dinheiro e corrupção.
Deputado Paulo Maluf e banqueiro Daniel Dantas estão entre os citados.

Do G1, com Agência Estado
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Paulo Maluf no dia da diplomação como deputado (Foto: Roney Domingos/G1)Paulo Maluf no dia da diplomação como deputado,
em janeiro de 2011 (Foto: Roney Domingos/G1)
Quatro brasileiros estão em um banco de dados do Banco Mundial que lista 150 casos internacionais de corrupção. Entre eles, o deputado e ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf e os banqueiros Daniel Dantas e Edemar Cid Ferreira.
Batizado de "The Grand Corruption Cases Database Project", o projeto reúne informações de cerca de 150 casos em que foram comprovadas movimentações bancárias de pelo menos US$ 1 milhão (R$ 2 milhões) relacionados à corrupção e lavagem de dinheiro.
A ideia teve origem em um relatório publicado pelo Banco Mundial no fim do ano passado. Segundo o estudo, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões (R$ 80 bilhões) por ano no mundo.
O banco de dados coloca à disposição documentos e informações dos processos de cada caso, mas não há um ranking dos mais corruptos ou de qual país concentra casos mais graves e onerosos aos cofres públicos.
De acordo com a descrição no site, o projeto reúne casos de corrupção em grande escala entre 1980 e 2011 "envolvendo o mau uso de pelo menos uma entidade legal ou instrumento jurídico legal para ocultar o beneficiário e dissimular a orgiem ou destinação dos ativos roubados." O montate envolvido em cada caso, segundo o Banco Mundial, é de pelo menos US$ 1 milhão.
Dupla apariçãoEntre os brasileiros presentes no levantamento, chama a atenção a dupla aparição do ex-prefeito da capital paulista e deputado federal, Paulo Maluf. Na primeira vez em que aparece no sistema, ele é acusado pelo procurador-geral de Nova York de movimentar US$ 140 milhões no Banco Safra, entre 1993 e 1996.
Em outro processo, é acusado de desviar dinheiro de pagamentos fraudulentos para contas em bancos em Nova York e na Ilha de Jersey, no Reino Unido. O assessor de imprensa de Maluf, Adilson Laranjeira, disse na quinta que "Paulo Maluf não tem nem nunca teve conta no exterior".
O banqueiro Daniel Dantas também é citado no banco de dados criado pelo Banco Mundial pelo caso do Grupo Opportunity, em 2008, quando teve US$ 46 milhões bloqueados em contas do Reino Unido.
Em nota, o Opportunity afirma que esse relatório é datado de 2008 e está desatualizado. Leia a íntegra:
"O Banco Mundial está sendo notificado pelo Opportunity.
Esse relatório é datado de 2008 e está desatualizado. Afora isso, em 2008, a farsa da Satiagraha ainda não havia sido desmascarada em toda a sua extensão.
Por conta de possíveis erros como esse, o Banco Mundial expressamente não garante a veracidade das informações.
A Satigraha foi uma operação encomendada ancorada em provas forjadas e crimes financeiros inexistentes.
Em 9 de novembro de 2010, Protógenes Queiroz, à época delegado e comandante da operação, foi condenado por fraude processual e violação de sigilo funcional pela 7ª Vara Criminal de São Paulo. O Ministério Público entendeu também que ele deve responder pelos crimes de prevaricação e corrupção passiva.
Em junho de 2011, o Superior Tribunal de Justiça decidiu pela nulidade da Satiagraha."
O fundador e ex-presidente do Banco Santos, Edemar Cid, Ferreira também aparece na relação. Edemar rechaçou a publicação, alertando sobre a existência de um disclamer - segundo ele, um aviso da própria instituição de que "as constatações, interpretações e conclusões expressas no banco de dados não refletem necessariamente a opinião dos diretores executivos do Banco Mundial ou dos governos que eles representam".
O caso do propinoduto, que envolveu o ex-subsecretário de Administração Tributária do Rio Rodrigo Silveirinha Correa e outros três fiscais e quatro auditores da Receita Federal, também é citado. "Meu cliente é acusado de corrupção passiva, mas até hoje não foi identificado nenhum corruptor", afirmou o advogado de Silveirinha, Fernando Fragoso. Segundo ele, o fiscal não tomou conhecimento da citação do seu caso na lista.

Brasileiros citados na lista da corrupção mundial
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Fase preparatória da Rio+20 não atingiu objetivos



Fase preparatória de negociações da conferência está encerrada.

Daniel Buarque, Dennis Barbosa e Nathalia PassarinhoDo G1, no Rio
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Terminou nos primeiros minutos deste sábado (16) a última reunião do Comitê Preparatório da Rio+20, sem que seu objetivo – produzir um documento a ser negociado pelos chefes de Estado que vêm ao Rio na próxima semana – fosse plenamente atingido.
O secretário-geral da Rio+20, o chinês Sha Zukang, em foto de arquivo  (Foto: AP)O secretário-geral da Rio+20, o chinês Sha Zukang,
em foto de arquivo (Foto: AP)
Nos próximos quatro dias, o Brasil vai assumir as rédeas da negociação, organizando reuniões informais para produzir um texto com que todos os países concordem.
A reunião desta noite foi fechada para a imprensa, mas o G1 obteve o discurso feito pelo secretário-geral da Rio+20, o chinês Sha Zukang. O texto foi entregue pelo próprio diplomata.
“Ainda há muito trabalho a ser feito”, admitiu Zukang logo no início da fala. “Por quase dois anos, nós estivemos preparando-nos para esta conferência, e nas horas finais, ainda não estamos onde deveríamos estar”, prossegue. “Nosso trabalho duro não pode ser em vão. Não podemos aceitar isso”.


Fase preparatória da Rio+20 não atingiu objetivos
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Confronto e mortes entre sem-terra e policiais no Paraguai



Morreram 7 policiais e 9 sem-terra, segundo ministro do Interior.
Tentativa de desalojar grupo terminou com 80 policiais feridos.

Do G1, com agências internacionais
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mapa confronto paraguai (Foto: 1)
Um confronto entre policiais e sem-terra deixou pelo menos 16 mortos em Curuguaty, a 250 quilômetros a nordeste de Assunção, no Paraguai, nesta sexta-feira (15), segundo o governo.
O confronto envolveu 300 policiais e 150 sem-terra e ocorreu durante uma tentativa de reintegração de posse.
Morreram 7 policiais e 9 sem-terra, segundo o ministro do Interior, Carlos Filizzola.
Também há cerca de 80 policiais feridos, alguns em estado grave, segundo a governadora do departamento de Canindeyú, Cristina Villalba.
"Os camponeses têm armas de grosso calibre, como fuzis M-16", disse o policial Walter Gómez à TV local.
O policial relatou que entre as centenas de ocupantes ameaçados de expulsão, havia pessoas "que sabiam manusear armas". "Eles atiraram diretamente para nos matar. Estamos em uma situação crítica", acrescentou.
"A polícia se apresentou para a expulsão e (os ocupantes) atiraram diretamente para matar, e eles mataram", disse o policial.
Sem-terra ferido é socorrido nesta sexta-feira (15) no Paraguai (Foto: AP)Sem-terra ferido é socorrido nesta sexta-feira (15) em Curuguaty, no Paraguai (Foto: AP)
Os sem-terra tinham invadido uma área de 2.000 hectares, de reserva natural, do empresário Blas Riquelme. Ele havia denunciado a invasão há cerca de 20 dias.
As organizações denunciam que são "terras ilícitas" produto da distribuição entre aliados durante a ditadura do general Alfredo Stroessner (1954-1989).
O presidente Fernando Lugo manifestou "respaldo" às forças de segurança e deu pêsames às famílias. Ele também enviou tropas à região para reforçar o policiamento.
O comandante do Exército disse que cerca de 150 efetivos militares serão enviados imediatamente à região, uma área onde coexistem lavouras de soja, criação de gado e grandes cultivos ilegais de maconha.
O governo descartou o envolvimento do grupo de extrema esquerda Exército do Povo Paraguaio (EPP) nos confrontos.
A reforma agrária era uma das prioridades do governo do esquerdista Lugo, mas o mandatário teve dificuldades para aproximar posições entre as organizações camponesas e os proprietários, na medida em que buscava colocar ordem no organismo encarregado pela distribuição de terras.




Confronto e mortes entre sem-terra e policiais no Paraguai
Professor Edgar Bom Jardim - PE