quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

STJ rejeita redução dos poderes do CNJ

O ministro Gilmar Mendes votou a favor da autonomia do CNJ e contestou a atuação das corregedorias estaduais. Foto: Nelson Jr./STF/Divulgação
O ministro Gilmar Mendes votou a favor da autonomia do CNJ e contestou a atuação das corregedorias estaduais
Foto: Nelson Jr./STF/Divulgação

LUCIANA COBUCCI
Direto de Brasília
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, nesta quinta-feira, o item mais polêmico da contestação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que pede a redução dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar e instaurar processos contra juízes. O STF ainda precisa, no entanto, finalizar a votação da íntegra da Ação Direta de Constitucionalidade (ADI) proposta pela AMB, que contesta mais de 10 artigos da resolução 135 (que cria o CNJ). A deliberação sobre a ADI só deve terminar na próxima semana.
Com a decisão de hoje, o STF mantém os poderes do CNJ de processar e julgar magistrados por conta própria, paralelamente às corregedorias estaduais.
O ministro Gilmar Mendes, um dos favoráveis à maior autonomia do CNJ, botou em xeque a atuação das corregedorias estaduais para julgar seus magistrados. "Até as pedras sabem que as corregedorias não se mexem quando se trata de investigar os próprios pares. Determinar que o processo de investigação comece na corregedoria do tribunal é transformar o CNJ em órgão de fiscalização das corregedorias, e isso é um esvaziamento do órgão", disse.
No entanto, o presidente da AMB, Nelson Calandra, argumentou que a decisão não significa uma perda de poderes do CNJ. "A AMB não é contra a investigação de juízes. O que não se pode admitir é que um juiz responda a dois processos iguais paralelamente, tenha que fazer duas defesas, pagar dois advogados, pagar passagens para vir a Brasília, que são mais caras que passagens para a Europa", disse.
A AMB, que chegou a questionar junto ao Ministério Público a atuação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, condena julgamentos públicos de juízes, a suposta distinção entre magistrados de primeiro grau e outros juízes envolvidos em suspeitas, o direito de "qualquer pessoa" poder denunciar irregularidades praticadas por magistrados e os critérios de definição de penas a serem impostas a juízes que cometeram irregularidades.
O embate em torno dos poderes do CNJ ganhou contornos mais claros após a ministra Eliana Calmon ter criticado publicamente a contestação dos poderes do colegiado, afirmando que a ADI seria o "primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".
Demais pontos
Antes de entrar na polêmica sobre a competência do órgão, os ministros do STF também julgaram, nesta quinta, outros pontos da resolução que institui o CNJ questionados pela AMB. A corte entendeu que o julgamento de juízes pelo conselho deve continuar sendo público, salvo em casos que envolvam a vida pessoal ou familiar do magistrado. O STF também manteve as punições de advertência e censura aos juízes negligentes e recorrentes.
Além disso, na quarta-feira, primeira parte do julgamento, a corte julgou entendimento da AMB segundo o qual o CNJ teria garantido para si o direito de determinar a aposentadoria compulsória de juízes e desembargadores condenados sem prever que o magistrado pudesse continuar recebendo salário proporcional ao tempo de serviço. O STF entendeu, entretanto, que o trecho questionado não abre espaço para a aposentadoria sem o recebimento de proventos.
Por fim, o plenário do STF também analisou questionamento da AMB sobre o fato de o CNJ poder prever sanções administrativas civis e penais no caso de juízes condenados por abuso de autoridade. Para o STF, porém, apenas a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) poderia estabelecer essas penalidades, e não um órgão administrativo como o CNJ.
Com Informações de terra.com  Por professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Novo Ministro das Cidades rebate denúncias antes de posse




Ribeiro destinou R$ 780 mil em emendas a Campina Grande (PB), onde sua irmã concorre à prefeitura. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Ribeiro destinou R$ 780 mil em emendas a Campina Grande (PB), onde sua irmã concorre à prefeitura
Foto: José Cruz/Agência Brasil

DIOGO ALCÂNTARA
Direto de Brasília
Escolhido da presidente Dilma Rousseff (PT) para suceder Mário Negromonte (PP) à frente do Ministério das Cidades, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) rebateu denúncias que envolvem sua vida política antes mesmo da sua posse, marcada para segunda-feira. Ao sair de audiência com a presidente, Ribeiro falou sobre o volume de R$ 780 mil em emendas parlamentares destinadas por ele ao município de Campina Grande (PB), onde sua irmã, Daniella Ribeiro concorre à prefeitura.
"Isso não tem o menor fundamento. Eu sou um parlamentar. A prerrogativa do parlamentar é colocar suas emendas para o seu Estado. Eu sou parlamentar. Isso está se colocando no Orçamento para ser executado ainda neste ano", disse o novo ministro, referindo-se ao direito que os parlamentares têm de levar recursos a projetos de seus redutos eleitorais.
Ribeiro comentou processo a que respondeu na Justiça. Um deles se trata de uma ação por improbidade administrativa, quando ele foi secretário de Agricultura do governo da Paraíba. Segundo o processo, foram encontradas supostas irregularidades ao dispensar convênio da secretaria por ele comandada com o governo federal, além de compra de equipamentos com recursos previstos para combate de febre aftosa.
"Esse assunto já está vencido. Já estava julgado pelo próprio TCU (Tribunal de Contas da União), pelo próprio TRF (Tribunal Regional Federal), esse é um assunto vencido recorrente. Os próprios canais da Justiça e de contas já haviam se manifestado", disse
"Cristão novo" na política nacional, Aguinaldo descarta eventual fogo amigo de setores insatisfeitos do seu partido. Ele está em seu primeiro mandato como deputado federal.
Outra denúncia que envolve a família do novo ministro é sobre seu avô, o ex-deputado Aguinaldo Veloso Borges. Em dois livros lançados pelo governo federal, ele é apontado como mandante do assassinato do fundador da Liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira. Ribeiro se esquivou. "Eu nasci em 69. Sou de 1969" - isto é, sete anos depois do crime, que aconteceu em 1962.
Novos desafios
O novato da Esplanada terá como tarefa coordenar uma das pastas com mais projetos no programa que é carro-chefe do governo federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Aguinaldo Ribeiro disse que aceitou o convite para o cargo "com muita honra". Ele disse que a presidente pediu empenho e dedicação no comando do ministério das Cidades. "Sabemos que o desafio é grande", disse Ribeiro.
O novo ministro disse que ainda não pensou em formação de equipe na pasta. Ele não confirmou, mas também não descartou, que a atual secretária de Habitação do ministério, Inês Magalhães, seja promovida a secretária-executiva, segundo cargo mais alto na hierarquia de um ministério.
"Não fizemos avaliação de nada ainda. Essa foi a conversa com a nossa presidente. Nós, a partir de agora, que vamos pensar nisso. As referências que temos da secretária Inês Magalhães são muito boas, mas isso não queria falar nesse instante, é muito precoce para falar sobre isso nesse momento", disse, logo após deixar o gabinete presidencial, no Palácio do Planalto.
Troca-troca nos ministérios
O governo de Dilma Rousseff vem enfrentando sucessivas quedas de ministros desde os primeiros seis meses do mandato da presidente, sendo que sete deixaram os cargos por supostas irregularidades. O primeiro a cair foi Antonio Palocci (PT), ex-ministro da Casa Civil, no dia 7 de junho de 2011, após denúncias de que seu patrimônio teria aumentado 20 vezes em quatro anos, sob suspeita de tráfico de influência. Cerca de um mês depois, Alfredo Nascimento (PR) deixou o Ministério dos Transportes, após a descoberta de um suposto "mensalão" que seu partido teria montado dentro da pasta.
Nelson Jobim (PMDB) deixou o Ministério da Defesa, no dia 4 de agosto, depois de criticar publicamente colegas do primeiro escalão. No mesmo mês, Wagner Rossi (PMDB) pediu demissão do Ministério de Agricultura, enfraquecido por suspeitas de ligações com um lobista. Em setembro de 2011, Pedro Novais (PMDB) entregou seu cargo no Ministério do Turismo, após denúncias de que teria usado recursos públicos para pagar empregados de sua família.
No dia 26 de outubro, o então ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), deixou o cargo depois que a imprensa noticiou supostas fraudes em contratos entre a pasta e organizações não-governamentais (ONGs). A suspeita de irregularidades envolvendo ONGs também foi motivo da queda do ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), em dezembro de 2011. No dia 2 de fevereiro de 2012, foi a vez do ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), desgastado por denúncia de que uma diretora da pasta teria adulterado um parecer técnico, superfaturando uma obra de mobilidade em R$ 700 milhões.
Fonte: terra.com  POR professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Caiu mais um Ministro do governo Dilma. Já era previsto...

Com Informações de veja.  Por professoredgarbomjardim-pe.blospot.com

Novo ministro das Cidades: trajetória meteórica em Brasília

Estimulado pela pai, Aguinaldo Ribeiro entrou cedo para a política. Ele já começa tendo de explicar favorecimento à irmã na liberação de emendas

O novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
O novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) (Dutti)
Vem do sertão paraibano o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), que irá substituir o baiano Mário Negromonte, do mesmo partido. Negromonte deixou o cargo nesta quinta-feira depois de seis meses na corda bamba. Nascido em Campina Grande, Ribeiro, de 42 anos, teve uma trajetória meteórica desde que desembarcou em Brasília, há pouco mais de um ano. Deputado federal em primeiro mandato, assumiu a liderança do partido na Câmara em agosto e, na iminência da saída de Negromonte, viu o seu nome ser o único a conseguir unir os progressistas em torno da indicação da legenda para a pasta.
Ribeiro nasceu em uma família de políticos da Paraíba, que sempre tiveram Campina Grande como curral eleitoral. O pai, Enivaldo Ribeiro, presidente estadual do PP na Paraíba, governou a cidade de 1977 a 1983 e foi deputado constituinte entre 1987 e 1991. A mãe, Virgínia Velloso Borges, é prefeita de Pilar, também no sertão paraibano. A irmã Daniella Ribeiro é deputada estadual e pré-candidata à prefeitura de Campina Grande. 
Estimulado pelo pai, Ribeiro começou cedo na política. Foi presidente do Comitê Jovem do PP e coordenou a campanha do pai à prefeitura de Campina Grande no final dos anos 1980. Seu primeiro cargo público foi a presidência da Companhia de Habitação e Planejamento de João Pessoa, em 1986, quando tinha 23 anos. Foi eleito deputado estadual três vezes consecutivas (1998, 2002 e 2006) e integrou o secretariado dos governos da Paraíba e de João Pessoa. 
Em agosto do ano passado, o paraibano foi eleito líder da bancada do PP na Câmara para melhorar a relação do partido com a presidente Dilma Rousseff – em crise por causa das primeiras denúncias contra Negromonte. "Havia uma diferença interna. Agora daremos uma nova dinâmica, buscando a unidade do partido", disse Ribeiro no discurso de posse referindo-se ao seu antecessor, Nelson Meurer (PP-PR), aliado de primeira hora de Negromonte.  
Ele é considerado, em uma lista de sessenta nomes, o 55º parlamentar mais influente do Congresso, em levantamento realizado pelo Departamento Intersindical da Assessoria Parlamentar (Diap) em 2011. Ribeiro tem dois processos correndo contra si no Supremo Tribunal Federal (STF). Um é sobre a emissão de cheque sem fundo e o outro sobre um convênio firmado pela Secretaria de Agricultura da Paraíba, da qual foi titular de 1998 a 2002. 
O futuro líder do PP na Câmara deverá ser o deputado Arthur Lira (AL), indicado pelo grupo de Ribeiro. Isolado, Negromonte deve voltar para a Câmara, tirando o petista Emiliano José da Casa. No Ministério das Cidades, o paraibano assumirá um orçamento de 17,5 bilhões de reais e tocará projetos nas áreas de urbanização, habitação, saneamento e transportes. 
Emendas - Ribeiro já chega ao posto tendo de se explicar. Segundo reportagem publicada na edição desta quinta-feira no jornal O Estado de S. Paulo, ele favoreceu no Orçamento de 2012 o curral eleitoral da irmã, a deputada estadual paraibana Daniella Ribeiro (PP). 
Segundo colégio eleitoral do estado, sob forte influência política da família do ministro, a cidade foi contemplada com três emendas individuais do deputado, que somam 780 mil reais, para obras de saúde e educação. Duas delas destinam 450 mil reais do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para serviços em dois hospitais. A terceira, de 330 mil reais, é para a aquisição de equipamentos para o Centro de Humanidades da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Daniella é professora universitária.

86 Anos de Fé e Tradição do Povo Católico Bonjardinense

VIVA SÃO SEBASTIÃO !!!


Imagem: gstatic  Por professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Dia 2 de fevereiro é dedicado à rainha das águas. Viva Iemanjá !

Tradição leva devotos logo cedo ao bairro do Rio Vermelho, em Salvador.

Com Informações do G1 BA

Por professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com
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O dia 2 de fevereiro não é considerado feriado em Salvador, mas a tradição de reverenciar Iemanjá, a grande "rainha das águas" muda a rotina de milhares de baianos. Antes mesmo de amanhecer o dia, os primeiros presentes eram deixados no bairro do Rio Vermelho, onde as comemorações nesta quinta-feira começaram cedo, com uma alvorada de fogos e a passagem rápida e já tradicional do músico Carlinhos Brown acompanhado por cerca de 100 timbaleiros. Eles se juntaram aos demais e deixaram as oferendas escolhidas pela característica vaidosa do orixá.
A festa acontece tradicionalmente desde 1923. Na colônia do Rio Vermelho, devotos levam presentes que são entregues por pescadores durante uma procissão marítima marcada para sair às 16h. Nesta manhã, por volta das 6h, a chuva surpreendeu os fiéis que já formavam uma longa fila para deixar flores e outros objetos. O mau tempo não durou muito e nem espantou a grande quantidade de fiéis.
Presente principal que será levado para Iemanjá (Foto: Reprodução/TV Bahia)Presente principal que será levado para Iemanjá
no final da tarde (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Os pescadores decoram o carramanchão com palhas de coqueiros e é nesse espaço que fica guardado o presente principal, um segredo que só foi revelado no amanhecer deste dia 2 de fevereiro. Este ano, 30 artistas plásticos se uniram para criar uma concha feita em resina, decorada com 40 pérolas.
“Preparamos o presente principal, o presente de Oxum. Preparamos as embarcações, fazemos as vistorias com a ajuda da Capitania dos Portos. A festa acaba sendo realizada com todo glamour, com toda luz, porque Iemanjá é na verdade, a rainha do mar, e é ela quem nos protege”, diz Marcos Santos de Souza, coordenador da colônia de pescadores, ainda na véspera da festa.
Muitos ambulantes chegaram ao Rio Vermelho ainda na quarta-feira e devem permanecer até o final das comemorações. Velas, flores, colares e contas são os itens mais vendidos aos devotos que chegam ainda sem ter providenciado a sua homenagem à rainha das águas.
História
A tradição de oferecer presentes a Iemanjá na enseada do Rio Vermelho começou em 1923, iniciativa de 25 pescadores, alguns adeptos do Candomblé, que buscaram na fé a solução para a falta de peixes no litoral do bairro.
No início, era chamada de festa da Mãe D'água e realizada em conjunto com a Paróquia do Rio Vermelho, mas na década de 60, o padre resolveu pôr fim ao sincretismo. A partir daí, os pescadores decidiram homenagear apenas o orixá.
No Candomblé, Iemanjá é uma das entidades femininas mais importantes. Na cultura africana, ela é a mãe de todos os orixás, representada como uma mulher de grande ventre e seios volumosos. Na Bahia, por influência da Iara Indígena, ganhou a forma de uma sereia vaidosa, ciumenta e que adora presentes.
Os baianos se rendem aos caprichos de Iemanjá e enfrentam horas na fila para colocar presentes nos balaios que serão levados para o mar pelos pescadores. Alguns preferem entregar pessoalmente as oferendas, e jogam ao mar as flores e outras homenagens.

OPINIÃO

NOSSO APOIO AO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA

A ECONOMIA ESTÁ BEM, MAS NÃO VAI BEM

Por  CRISTÓVAM BUARQUE / WALDERY RODRIGUES JR


Resumo: Este artigo traz uma análise das condições conjunturais e estruturais da
economia brasileira. Argumentamos que, sob diversos aspectos, a economia brasileira
está bem, incluindo temas como crescimento da renda nacional (somos a sexta potência
mundial no PIB e almejamos chegar à 5ª posição em breve); aumento da renda per
capita; crescimento da renda dos trabalhadores; aumento real do salário mínimo;
aumento substancial do emprego; crescimento da demanda das classes C e D e
manutenção de um sistema bancário sólido.
Há, contudo, alguns sinais ambíguos (e/ou instáveis) do nosso quadro econômico, como a
qualidade de nossa exportação/importação (incluindo a análise por conteúdo
tecnológico), a solidez do poder de compra da nossa moeda (problema da inflação
voltando a ser tratado com frequência) e a dependência com relação aos programas de
transferência de renda (para as classes de menor poder aquisitivo e, em particular, para
os extremamente pobres).
Em alguns campos, temos uma avaliação ruim e que gera elevado grau de
preocupação. Nessa situação se incluem os quesitos: endividamento das famílias; dívida
pública (crescendo recentemente a taxas que anualizadas superam os 7%); crescimento e
composição dos Gastos Públicos; dívida das empresas em moeda nacional e moeda
estrangeira; deficiências em infraestrutura, necessidade de fortalecimento do nosso
quadro institucional (incluindo os temas burocracia, corrupção e corporativismo);
vulnerabilidade no comércio exterior; tamanho e efetividade da nossa carga fiscal;
qualidade da Educação Básica; capacidade de inovação e investimento em Ciência e
Tecnologia; baixo nível da poupança pública e privada a nível agregado; resiliência de
alguns indicadores negativos de desigualdade e pobreza; elevado nível de violência;
questões relativas ao Meio Ambiente; e otimismo com o quadro econômico atual, que
pode nos impedir de enxergar importantes riscos no médio prazo.
Argumentamos que a economia brasileira está bem, mas não vai bem se
políticas socioeconômicas não forem efetivadas para sanar os problemas listados.
Palavras-Chaves: Economia, Fatores Conjunturais, Fatores Estruturais,
Crescimento de Longo Prazo, Equidade, Problemas Socioeconômicos.
Key-Words: Economics, Short-Term Factors, Long-Term Factors, Economic
Growth, Equity, Socio-Economic Issues.
Journal of Economic Literature (JEL) Codes: O4, O3, H1, H5, I25
________________________________________________________
(*) Professor Titular da UnB e Senador da República.
() Pesquisador (TPP) do Ipea, cedido ao Senado Federal.

DIVULGAÇÃO: professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Sport, Torcida de Primeira, Time e Futebol de Segunda. Salgueiro 2 X 0 Sport.

Líder Salgueiro tira a invencibilidade do Sport: 2x0

Jogando em casa, time sertanejo se impôs e despachou o Leão, que apresentou um futebol abaixo da crítica

Com Informações do JC Online

Por professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Fabrício Ceará, fora do lance, cabeceia para o gol, sem chance para Magrão / Foto Clemilsom Campos/JC Imagem

Fabrício Ceará, fora do lance, cabeceia para o gol, sem chance para Magrão

Foto Clemilsom Campos/JC Imagem

Jogando um futebol abaixo da crítica, o Sport não foi páreo para o Salgueiro e acabou conhecendo sua primeira derrota no Campeonato Pernambucano. Sem se encontrar em campo, o Leão acabou derrotado para o time sertanejo por 2x0, na noite desta quarta-feira (1º), no Estádio Cornélio de Barros, no Sertão. Os dois gols do Carcará foram marcados pelo atacante Fabrício Ceará. Com o resultado, o Salgueiro se ratifica na liderança da competição, com 15 pontos - cinco vitórias seguidas. Já o Sport permanece em terceiro, com 11 pontos.

Na próxima rodada, o líder Salgueiro vai até Belo Jardim, enfrentar o time da casa, no domingo. No mesmo dia o Sport permanece com sua saga pelo Sertão e joga contra o Serra Talhada, em Serra Talhada.

A vitória do Salgueiro foi justa. Durante todo o tempo, conseguiu envolver o Sport. O time leonino em nada lembrou a equipe que, três dias antes, fez uma bela partida diante do Náutico, quando venceu por 4x3.

O Sport não conseguia articular as jogadas ofensivas. Estava desorganizado em campo e mostrou que depende, e muito, do meia Marcelinho Paraíba. O jogador não estava em uma noite inspirada e o time simplesmente não evoluiu. Além disso, a forte marcação imposta pelo time sertanejo também foi fator determinante

Os dois gols do Salgueiro aconteceram no segundo tempo. O primeiro, aos 9 minutos, foi marcado após cobrança de escanteio. Fabrício Ceará se antecipou à zaga e cabeceou sem chances para Magrão. Após o gol tomado, o Leão tentou esboçar uma reação, mas ficou parado na marcação do Salgueiro. Em um cdos contra-ataques do Carcará, Hamilton parou o lance com falta. Na cobrança ensaiada, Fabrício Ceará finalizou, a bola desviou em Hamilton, que estava na barreira, e traiu Magrão: 2x0.

Após o gol, o Salgueiro apenas administrou o resultado e comemorou a liderança do Campeonato Pernambucano.