quinta-feira, 8 de março de 2012

Gilberto Carvalho diz que relação com base vive momento tenso



Nesta quarta, Senado rejeitou nome indicado por Dilma para a ANTT.
Ministro disse que situação 'requer que não se tenha cabeça quente'.

Do G1, em Brasília
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O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou nesta quinta-feira (8) que a relação entre o governo e a base aliada vive um "momento tenso", mas que o convívio com os partidos é "suficientemente maduro para não sair rasgando as roupas de preocupação".
É hora de entender que a democracia implica vitória e derrota. E vamos avançando. Considerando que nossa relação com partidos é suficientemente madura não é hora de sair rasgando roupas de precupação"
Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria Geral da Presidência
Carvalho comentou a rebelião da base aliada nesta quarta (7), quando o plenário do Senado rejeitou nome indicado pela presidente Dilma Rousseff para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
"A relação com a base, a relação com parlamento, requer que não se tenha cabeça quente, que não se tenha reações imediatas, que se analise com muito cuidado cada um dos processos. As nossas relações com partidos são relações duráveis que passam por momentos tensos e por momentos mais calmos", disse o ministro após palestra sobre a inserção de povos indígenas no trabalho, realizada na Escola de Administração Fazendária (Esaf), em Brasília.
Perguntado sobre se o momento atual era tenso, por conta da derrota na quarta, ele respondeu: "Esse é um momento tenso, mas nós vamos dialogar, conversar e nos entender. Então, não é hora de nenhuma declaração precipitada. É hora de entender que a democracia implica vitória e derrota. E vamos avançando. Considerando que nossa relação com partidos é suficientemente madura não é hora de sair rasgando roupas de precupação. Vamos conversar e vamos recompor essa relação."
Na quarta, o plenário do Senado rejeitou a recondução ao cargo do ex-diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, por 36 votos contrários à recondução, 31 a favor e uma abstenção. De acordo com a assessoria de imprensa da ANTT, o mandato de Bernardo Figueiredo terminou em 17 de fevereiro. Ele estava no cargo desde julho de 2008, após indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, quem está no comando da ANTT é o diretor interino Ivo Borges.
Nesta quinta, Bernardo Figueiredo disse ao G1 que foi vítima de “calúnia e de jogo político".Durante as discussões que levaram à rejeição do nome de Bernardo Figueiredo, os senadores citaram relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou "falhas" na atuação da ANTT.
A ANTT é a agência reguladora responsável por acompanhar a prestação de serviços no transporte ferroviário e na infraestrutura rodoviária. Também cuida do transporte rodoviário de passageiros de de cargas.
'Insatisfação'
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou após a votação que o resultado foi fruto da "insatisfação" da base aliada. Segundo ele, já havia previsão de que a votação seria apertada.
"Foi uma posição política de pessoas não satisfeitas. Tem insatisfação em todos os partidos. [...] Temos que entender o recado e levar ao governo. Temos que aprofundar as relações políticas e acabar com os problemas", declarou.
Indagado se a insatisfação era culpa da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, responsável pela articulação política com o Congresso, Jucá respondeu: "Tem que chegar mais perto. Quem atua pelo governo é a Ideli. Mas o governo tem que chegar mais junto. A culpa não é da Ideli. O governo é que tem que chegar mais junto", declarou.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) também afirmou que a derrota se deveu a "problemas na base aliada". "O que não teve aqui foi discussão de ANTT. O governo foi derrotado pela base aliada, o PMDB, centralizadamente", disse.
Durante as discussões que levaram à rejeição do nome de Bernardo Figueiredo, os senadores citaram relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou "falhas" na atuação da ANTT.
Documento divulgado no site do TCU na tarde desta quarta aponta "existência de graves fragilidades [...] no controle e na supervisão dos investimentos no setor ferroviário nacional". Conforme a auditoria, o controle sobre a aquisição de material é "precário".
Convenção 169 e Belo Monte
Gilberto Carvalho falou sobre as relações com a base após o evento "Convenção 169: experiências e perspectivas", da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Brasília, do qual também participou o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
Os dois ministérios coordenam o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) sobre o assunto, criado em janeiro deste ano. O objetivo do grupo e do seminário, segundo a assessoria do evento, é o diálogo entre governo e sociedade para "garantir a participação dos povos indígenas e tribais na tomada de decisões".
Em relação à hidrelétrica Belo Monte e as informações prestadas pelo governo às comunidades locais - uma das críticas sobre a construção da usina, no Pará, Gilberto Carvalho falou da importância do diálogo. "Quando você tem uma posição, você não quer abrir mão dessa posição. O governo precisa realizar as obras, o que nós precisamos fazer são processos de consulta mais cuidadosos, para ouvir e atender a esses interesses", disse.
"A convenção 169 não é vinculante. Uma população local, ao ver uma hidrelétrica, ela diz que não quer aquela hidrelétrica, você não pode deixar de construir, para o bem do país, só porque uma comunidade diz que não tem interesse. O interesse do Estado se sobrepõem a interesses de grupos especializados. Qual que é a questão ao mesmo tempo? Você não pode desrespeitar aquela comunidade, tem que ver o que ela precisa, a própria construção da hidrelétrica pode atender aos interesses", afirmou.
Segundo o ministro, a pressão da sociedade em relação à construção de Belo Monte foi positiva. "A própria pressão, muito forte, de Belo Monte nos ajudou a avançar no ponto de vista técnico. O lago hoje é muito menor do que o do projeto inicial. Essa é a prova de que esse diálogo pode ser fecundo, esse é o espírito da convenção 169", concluiu.
A ministra chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racia, Luiza Bairros, também participou do evento sobre a convenção. "É neste esforço que nós da Sepir temos assegurado as políticas para os povos quilombolas do Brasil. Caminho que assegure a voz das comunidades tradicionais, no desenho de um Brasil que nós queremos e que nós temos nos esforçado", afirmou a ministra.


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Viva as Mulheres do Bom Jardim ! Viva as Mulheres do Mundo !!!!
























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08 de Março - Dia Internacional da Mulher

Mural do Facebook - Maria Barbosa de França
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Mural do Facebook - PSOL - Jaboatão
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Mural do Facebook - Por Pedro Martins
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Mulheres ocupam prédio no Centro de São Paulo

Grupo protesta pela falta de políticas sociais em habitação e educação.
Movimento pretende reunir mil mulheres e realizar ‘panelaço’ em SP.

Do G1, em São Paulo
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Cerca de 250 mulheres ocupam, desde o início da madrugada desta quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, um prédio na Rua Quintino Bocaiúva, no Centro de São Paulo.
Segundo a assessoria da União Movimento de Moradia do Estado de São Paulo (UMM-SP), União Nacional por Moradia Popular (UNMP), Rede Mulher Habitat e Central de Movimentos Populares (CMP), a ação pretende protestar pela falta de políticas sociais nas áreas de habitação, educação infantil, reforma urbana e contra a truculência de policiais em recentes desocupações no estado.
O grupo, de acordo com a assessoria, promete reunir mil mulheres até às 14h, para fazer um “panelaço” em caminhadas até os prédios do Tribunal de Justiça (TJ), Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Prefeitura e Praça da República.
Segundo a assessoria, a Polícia Militar (PM) acompanha o protesto. Não há registro de tumultos na região.

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Dilma sofre derrota no Senado

LOC: O PLENÁRIO REJEITOU, NESTA QUARTA-FEIRA, A INDICAÇÃO FEITA PELA PRESIDENTE DA REPÚBLICA PARA O CARGO DE DIRETOR GERAL DA ANTT, A AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. 

LOC: COM A DECISÃO, DILMA ROUSSEFF TERÁ QUE INDICAR AO SENADO UM NOVO NOME. OS DETALHES, COM O REPÓRTER NILO BAIRROS: 

(Repórter) Bernardo Figueiredo teve o apoio de apenas 31 senadores; outros 36 votaram contra o nome do economista. Bernardo Figueiredo, que exerceu o cargo de diretor geral da ANTT nos últimos quatro anos, já tinha passado por sabatina na Comissão de Infraestrutura e contava com o apoio do relator, o senador Lindbergh Farias, do PT fluminense: 

(Lindbergh Farias) Houve uma sabatina de cinco horas com o Sr Bernardo Figueiredo, que respondeu a todas as perguntas e nenhum questionamento ficou sem resposta. 

(Repórter) Mas em plenário, Roberto Requião, do PMDB do Paraná, liderou a reação e listou irregularidades que o indicado teria cometido em sua gestão à frente da Agência. Ele citou representação da Procuradoria Geral da República em que a ANTT é investigada por omissão na fiscalização de contratos de transporte ferroviário. Bernardo Figueiredo é suspeito de atuar em favor de uma concessionária privada. O senador também destacou relatório do TCU, o Tribunal de Contas da União, que, segundo ele, desabona o nome do indicado: 

(Roberto Requião) O relatório do Tribunal de Contas é de ontem e o senhor Bernardo Figueiredo não respondeu a nenhuma das 30 questões que levantei. Se furtou a todas as respostas e seguramente não tem condições de ser diretor da ANTT. 

(Repórter) Agora, o Senado vai levar a decisão à presidente Dilma Rousseff, que deve então indicar outro nome para a direção da ANTT. Os senadores também votaram, e aprovaram, as indicações do ministro Alfredo José Cavalcanti Camargo para o cargo de embaixador da Costa do Marfim, e de Roberto Tadeu Antunes Fernandes para o cargo de Diretor da Comissão de Valores Mobiliários, a CVM. O plenário aprovou ainda a criação de cerca de 1300 cargos para o Ministério das Relações Exteriores e outros dois cargos para a Justiça Militar.
Nilo Bairros


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Feminismo no Brasil


O feminismo brasileiro atravessou diferentes fases e dilemas ao longo do tempo.
Ao falar sobre o feminismo no Brasil, devemos inicialmente falar sobre a situação da mulher em nossa sociedade. Durante vários séculos, as mulheres estiveram relegadas ao ambiente doméstico e subalternas ao poder das figuras do pai e do marido. Quando chegavam a se expor ao público, o faziam acompanhadas e geralmente se dirigiam para o interior das igrejas. A limitação do ir e do vir era a mais clara manifestação do lugar ocupado pelo feminino.

A transformação desse papel recluso passou a experimentar suas primeiras transformações no século XIX, quando o governo imperial reconheceu a necessidade de educação da população feminina. No final desse mesmo período, algumas publicações abordavam essa relação entre a mulher e a educação, mas sem pensar em um projeto amplo a todas as mulheres. O conhecimento não passava de instrumento de reconhecimento das mulheres provenientes das classes mais abastadas.

Chegando até essa época, as aspirações pelo saber existiam, mas não possuíam o interesse de subverter ou questionar a ordem imposta pelo mundo dos homens. No século XX, os papéis desempenhados pela mulher se ampliaram quando algumas destas se inseriram em uma sociedade industrial, onde assumiram uma gama diversa de postos de trabalho. Apesar disso, a esfera da mulher ligada ao lar continuava a ter sua força hegemônica.

Aqui tínhamos uma diversificação dos feminismos que iam da tendência bem comportada até o feminismo mais incisivo. Nesse quadro, observamos a mobilização de mulheres que exigiam o seu direito à cidadania sem questionar os outros papéis subalternos assumidos pelas mesmas. Na outra extremidade, vemos mulheres que reivindicam sua ampliação na vida pública, a defesa irrestrita do movimento dos trabalhadores e a consolidação dos princípios de lutas comunistas. 

Entre as décadas de 1930 e 1960, as manifestações feministas oscilavam mediante as mudanças desenvolvidas no cenário político nacional. Em 1934, o voto feminino fora reconhecido pelo governo de Getúlio Vargas. Já em 1937, os ideais corporativistas do Estado Novo impediram a expressão de movimentos de luta e contestação de homens e mulheres. Nos anos de 1950, a redemocratização permitira a flexibilização da exigência que condicionava o trabalho feminino à autorização marital.

A revolução dos costumes engendrada na década de 1960 abriu caminho para que o feminismo se tornasse um movimento de maior força e combatividade. Mesmo sob o contexto da ditadura, as mulheres passaram a se organizar para questionarem mais profundamente seu papel assumido na sociedade. A problemática dos padrões de comportamento passou a andar de mãos dadas com os ideias de esquerda que inspiravam várias participantes desse momento.

Vale aqui ressaltar que a luta pela equidade entre os gêneros acabou criando dilemas significativos em relação à mulher feminista. Lutar pelos direitos da mulher, em muitos momentos, parecia ser a demonstração que a mulher poderia simplesmente assumir os mesmos lugares e comportamentos antes privados ao mundo masculino. Dessa forma, a subjetividade feminina era deixada de lado para favorecer um ideal de que a “verdadeira feminista” deveria ser combativa e, ao mesmo tempo, embrutecida.

Quando atingimos o processo de redemocratização do país, observamos que o feminismo passou por uma reorganização contrária a uma tendência unificadora. Uma espécie de “feminismo temático” apareceu em instituições que tratavam de demandas específicas da mulher. Em certo sentido, o feminismo tomava para si não só a participação na esfera política, mas também se desdobrava no debate de questões e problemas de ordem mais concreta e imediata.

Dessa forma, chegamos à atualidade vendo que a ação feminista não mais se comporta apenas na formação de movimentos organizados. Sendo assim, a intenção de se pensar sobre as necessidades da mulher não mais atravessa a dificuldade de se criar um projeto amplo e universalista. Entre as grandes e pequenas demandas, as mulheres observam que a conquista de sua emancipação abre portas para a compreensão e a resolução de outros novos desafios.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

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Pela preservação da vida !


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Energia solar em Fernando de Noronha

FERNANDO DE NORONHA

Celpe firma parceria internacional para implantação de energia solar

As instituições internacionais fornecerão apoio técnico ao projeto da companhia, em parceria com a Aeronáutica, que prevê a implantação dos primeiros painéis de energia solar no arquipélago

Do JC Online

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) vai assinar um convênio de cooperação técnica, nesta quarta-feira (07), com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e a Agência de Cooperação Alemã (GIZ). As instituições internacionais fornecerão apoio técnico ao projeto do Grupo Neoenergia, em parceria com a Aeronáutica, que prevê a implantação dos primeiros painéis de energia solar no arquipélago de Fernando de Noronha.
O evento, que será no edifício-sede da Celpe, localizado na Avenida João de Barros, 111, bairro da Boa Vista, área central do Recife, às 9h, contará com a presença do presidente da concessionária, Luiz Ciarlini, diretor da GIZ, Dirk Assman, do diretor da Usaid Brasil, Lawrence Hardy, da cônsul norte-americana Usha Pitts e Comando da Aeronáutica.

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Mensagem recebida da Professora Audemere Fonseca


Uma belíssima aula de português! Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta. 
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?  Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta poucopacienta que imagina ter viradoeleganta para tentar ser nomeadarepresentanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".   Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação.. 

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terça-feira, 6 de março de 2012

MULHER E POLÍTICA : A Nova Política no Recife é ...


 Noélia Brito, pré-candidata do PSOL

Pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo  PSOL, Mulher,Funcionária Pública.Procuradora da Prefeitura da Capital.Competente, conhecedora dos problemas da cidade, comprometida com as lutas sociais, militante socialista.Um nome forte para desbancar a velha polítca..   De acordo com ela, o importante é fazer  aliança  com o povo  para superar os desafios de construir uma cidade com qualidade de vida, sustentabilidade e oportunidades iguais para todos.


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