segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Lutas Sociais e Políticas do Brasil Atual


 Heloisa Helena 
4. Disputas Políticas onde Trabalhadores e o Povo acabam sendo tratados como Despojos das Guerras Sujas... Apelamos Negociação 
 Heloisa Helena 
3. Guerras Sujas onde Vaidade Política - Oportunismo Eleitoral - é maior que o Interesse Público... BA, , , SE, AL...
 Heloisa Helena 
2. Será preciso que haja mais Violência? A imensa Tropa Armada que cerca a Assembléia/BA é demonstração de Guerra ou Tentativa de Paz?
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 Heloisa Helena 
1. Continuamos apelando por Alternativa para Caos na Bahia! Falei agora novamente com Prisco (Líder Mov Greve) e a situação é Dramática!

BBB

Leonardo Boff
O mais deseducativo do BBB é que exaspera a competição quando tudo chama para a cooperação se quisermos salvar a vida e proteger o planeta.

Frio mata mais de 300 na Europa

Da AE/jconline  POR professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

PARIS - O número de mortos pela onda de frio que assola a Europa há mais de uma semana chegou a 307 neste domingo (5) depois que autoridades encontraram os corpos de dois sem-teto na França. Com temperaturas que chegam a -40ºC em algumas regiões, o frio matou pessoas na Itália, Polônia e Ucrânia, entre outros países, neste fim de semana. Neste último são 131 vítimas, a maioria sem-teto que morreu nas ruas. 
Cerca de 1.800 pessoas foram hospitalizadas na Ucrânia desde que a onda de frio começou, há 9 dias. Outras 75 mil procuraram aquecimento e comida em um dos 3 mil abrigos do país. As baixas temperaturas chegaram até o norte da África, onde 16 pessoas morreram na Nigéria. 
Em Roma, onde o clima é normalmente mais ameno, a neve cobriu as ruas e paralisou a cidade. Os italianos têm criticado a falta de assistência do governo. "É terrível. Tenho que caminhar duas horas numa temperatura congelante, apenas para chegar ao metrô", disse Federico Maneski, que vive na capital. "As ruas estão cheias de árvores que caíram sobre carros, mas ninguém apareceu para ajudar."
Na Itália, o número de mortos alcançou 17 depois que três sem-teto foram encontrados mortos e dois homens sofreram ataques cardíacos enquanto retiravam neve das ruas. 
O aeroporto de Heathrow, em Londres, o mais movimentado do mundo cancelou metade dos 1.300 voos deste domingo depois que seis centímetros de neve cobriram a área onde está o terminal. O frio também matou mais oito pessoas na Polônia, onde o número de mortos chegou a 53. 
Na Sérvia, nove mortos, as autoridades declararam estado de emergência em 32 municipalidades, a maioria no sul e no sudoeste do país. Cerca de 70 mil pessoas estão presas pela neve em vilarejos pelo país. Na Romênia, mais seis pessoas morreram de frio, elevando o total para 34. 
Na Finlândia, as temperaturas chegaram a -40ºC, mas isso não atrapalhou a eleição presidencial marcada para este domingo. 
A onda de frio intenso deve durar ao menos até o meio desta semana.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

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O mundo não aceita mais a velha política. Fora Bashar Al- Assad !



Imagem do Goolge/ G1. Por professoredgarbomjardim-pe.blospot.com

O mundo não aceita mais a velha política. Fora PUTIN !

Sob frio glacial, milhares de russos protestam contra Putin

Manifestantes enfrentam os termômetros em -19 graus e o Kremilin para pedir eleições limpas em março e denunciar fraudes no pleito de dezembro

Russos enfrentam frio glacial para protestar contra Putin
Russos enfrentam frio glacial para protestar contra Putin (KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP)
Nem mesmo o frio de -19 graus foi capaz de impedir, neste sábado, que uma manifestação contra o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin tomasse as ruas de Moscou, a capital do país. Ao menos 20.000 pessoas saíram às ruas para exigir leições presidenciais limpas em 4 de março e a anulação dos resultados das parlamentares de dezembro.
Os moscovitas marcham 2,5 quilômetros pelas ruas do centro da cidade com cartazes que exigem a renúncia do líder do partido do Kremlin, Rússia Unida (RU), e lembram às autoridades que não esqueceram as fraudes maciças que foram registradas em todo o país nas eleições parlamentares de dezembro. Naquele mês, dezenas de milhares de pessoas já haviam saído às ruas de praticamente todas as cidades para denunciar a fraude eleitoral a favor do RU, que saiu vitorioso na votação.
Muitos dos manifestantes vestem casacos de pele, calçam 'valenki' (típicas botas de lã russas), e cobrem seus rostos com lenços e cachecóis para combater o frio, enquanto alguns nacionalistas usam máscaras integrais que impedem que se veja sua face. Na entrada da Rua Bolshaya Yakimanka, onde os manifestantes precisam atravessar detectores de metal para aderir à manifestação, oito postos recolhem assinaturas para pedir ao Tribunal Supremo a anulação dos resultados das parlamentares e recrutam observadores para as presidenciais.
Ao final do percurso pelo centro de Moscou, alguns líderes da oposição extraparlamentar, entre eles o liberal Grigory Yavlinsky, do 'Yabloko', e também alguns ativistas das legendas Partido Comunista e Rússia Justa, subirão ao palanque da Praça Bolótnaya para discursar. No comício será exigida a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral Central, Vladimir Churov, a libertação dos presos políticos, a anulação dos resultados das eleições parlamentares de dezembro e sua repetição. Além disso, exigirão que Yavlinsky, cuja candidatura à presidência foi rejeitada pela comissão por não conseguir reunir dois milhões de assinaturas válidas, possa concorrer às eleições.
Manifestantes pró-Putin também decidiram marchar neste sábado. Ao menos 90.000 partidários do premiê se reuniram em Moscou opara prestar apoio ao partido.
(Com agências EFE e France-Presse) Com informações de veja.com POR professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

50 anos de embargos contra o povo cubano

O bloqueio comercial imposto pelos Estados Unidos sobre Cuba completa cinquenta anos nesta terça-feira. Sua longevidade – para os críticos da medida, anacronismo – mostra a dificuldade de enterrar um símbolo da Guerra Fria

TERESA PEROSA (TEXTO) E RENATO TANIGAWA (INFOGRAFIA)
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O cumprimento entre Fidel Castro (à esq.) e Richard Nixon, em abril de 1959 (Foto: Keystone/Getty Images)
A imagem do aperto de mão entre Fidel Castro e Richard Nixon – então recém-vitorioso comandante da derrubada do ditador cubano Fulgêncio Batista e vice-presidente dos Estados Unidos, respectivamente – é uma prova de que a relação entre americanos e cubanos pós-revolução chegou a ser amistosa, ainda que por pouco tempo. Era abril de 1959, apenas três meses depois de Fidel e seus companheiros de guerrilha tomarem o poder em Havana. O líder cubano recebera um convite para conhecer Washington e aproveitou para dar as caras na Casa Branca.
Desconfiado com as ambições de Fidel, o presidente Dwight D. Eisenhower preferiu deixar a capital durante sua visita e ordenou ao vice que se encontrasse com o comandante. O encontro, embora protocolar, foi amigável. Mas a cautela de Eisenhower se provou correta pouco tempo depois. Fidel já começara a nacionalizar empresas estrangeiras, muitas das quais controladas por americanos. A relação entre os dois países foi se deteriorando e chegou a um ponto insustentável quando os americanos se empreitaram na fracassada invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961. Menos de um ano depois, em 3 de fevereiro de 1962, o sucessor de Einsenhower, John Kennedy, decretava a proibição das importações de qualquer produto vindo de Cuba, além das exportações americanas para a ilha castrista. 
Baseada numa lei do ano anterior, a ordem presidencial entrou em vigor no dia 7. Nestes cinquenta anos, o embargo alternou períodos de relaxamento e endurecimento, mas nunca deixou de vigorar. O Muro de Berlim caiu, a União Soviética acabou, mas os Castros continuam a defender um regime socialista em Cuba, e a restrição do comércio cubano-americano é talvez o sinal mais evidente de que, pelo menos naquela estreita faixa de mar que separa a ilha caribenha do Estado da Flórida, a Guerra Fria não acabou.
A lei que deu aval ao embargo é clara: as relações comerciais entre os dois países só poderão ser restabelecidas quando Fidel Castro e o Partido Comunista abdicarem do poder e quando todos os cidadãos americanos lesados pela nacionalização de propriedades e negócios forem ressarcidos. Nenhuma das pré-condições parece próxima de se realizar; a segunda, aliás, é virtualmente impraticável, pois o endividado governo cubano não tem recursos para indenizar empresários dos EUA. No ano passado, o presidente Barack Obama suspendeu algumas restrições a viagens e envio de remessas de cubano-americanos para parentes na ilha. E, em uma medida inédita, permitiu a americanos que invistam com até US$ 500 em pequenos negócios da iniciativa privada – e comprovadamente não ligados ao Partido Comunista. Por outro lado, Obama vem renovando a permanência de Cuba sob a antiga Lei de Comércio com o Inimigo (TWEA, na sigla em inglês), de 1917, que prevê a suspensão das relações econômicas com nações consideradas hostis aos EUA. Desde que a Coreia do Norte deixou essa lista, em 2008, só Cuba continua a ser mantida sob essa política. Para Julia E. Sweig, diretora-executiva do influente Council on Foreign Relations e uma das maiores especialistas em Cuba, Obama não quer tocar na questão do fim do embargo por “covardia política”. “O embargo ainda existe por ser de interesse político para muita gente. O status quo é mais benéfico que a mudança, tanto para pessoas de dentro da burocracia quanto para quem precisa se eleger”, diz Julia, em referência à bancada pró-embargo no Congresso americano, que garante seu assento graças ao apoio da grande comunidade cubano-americana da Flórida, historicamente contra o regime castrista, que os forçou a migrar para os Estados Unidos. Entretanto, uma pesquisa da Universidade Internacional da Flórida do ano passado mostrou que 47% dos cubano-americanos já são contra as sanções e 80% consideram que as medidas não foram bem-sucedidas. Quando se expande a amostra para todo o território americano, como fez o instituto Gallup em 2009, 60% da população se dizem a favor do restabelecimento de laços diplomáticos com Cuba. “Se olharmos para setores na economia americana, por exemplo, o estado do Arkansas, que é um produtor de arroz, ou para os diferentes produtores agrícolas, mesmo a indústria farmacêutica, é possível vislumbrar grandes aumentos na criação de empregos e na geração de renda caso o embargo caia”, afirma Julia.
Dilma Rousseff durante reunião privada com o presidente de Cuba, Raúl Castro (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
O argumento de Julia é que os EUA estão perdendo a chance de fazer negócios com um parceiro comercial natural e dando espaço para que outros países o façam. É o caso do Brasil. A presidente Dilma Rousseff esteve em Havana no mês passado e ratificou um financiamento brasileiro de US$ 600 milhões para a reforma do porto de Mariel, o mais importante de Cuba. 
Quem defende o embargo – a comunidade cubano-americana mais tradicional e políticos representantes dessa ala – alega que há uma justificativa moral. Apesar de as sanções não terem levado ao fim do regime de Castro, levantá-las sem cobrar contrapartida do governo cubano seria referendar uma situação vista por eles como inaceitável. Para Jaime Suchlicki, cubano-americano e professor da Universidade de Miami, o embargo é uma questão de coerência política. “Desde o governo de Jimmy Carter, a política do governo americano é apoiar processos democráticos na América Latina e retirar sua ajuda aos regimes militares. Cuba é um regime militar”, argumenta. Além disso, Suchlicki acredita que a o fim das sanções não pode ser unilateral, Cuba precisa ceder antes que o governo americano suspenda as sanções. “Imagine que os EUA encerrem o embargo amanhã. Se o governo de Cuba não permite que as corporações americanas entrem no país, não permite que façam negócios lá, o que mudou?”, diz.
A ala pró-embargo do Congresso – liderada pelos cubano-americanos Ileana Ros-Lehtinen, Mario Diaz-Balart, Albio Sires e David Rivera – argumenta que o embargo deve ser mantido até que uma transição para um governo democrático ocorra em Cuba. “Raul e Fidel Castro são os únicos que podem dar o primeiro passo, porque os EUA não vão encerrar o embargo até que haja eleições livres em Cuba”, afirma Rivera. A capacidade de autodeterminação do povo cubano, para o congressista, depende disso.
Ironicamente, a autodeterminação de Cuba é um dos principais argumentos dos analistas contra o embargo. Para Sarah Stephens, do Centro para Democracia nas Américas, há um desejo muito grande entre os cubanos de decidir seu próprio destino, sem a interferência estrangeira. “Cuba quer decidir seu futuro por si mesma. Por haver uma relação histórica entre EUA e Cuba, os cubanos são particularmente sensíveis ao meu país dizendo a eles, ditando a eles o que Cuba deve ser. A medida certa e inteligente seria observar e aprender com o que está acontecendo no país, apoiando e encorajando as mudanças que consideremos positivas”, diz. 
O economista e dissidente cubano Oscar Espinosa Chepe concorda. Para ele, as sanções dão ao regime de Castro a grande justificativa por seus fracassos na economia. “O embargo serviu como álibi, justificativa, para o desastre nacional, que não é produto do embargo, e sim da má condução da economia”, explica. “Queremos restabelecer as relações com os EUA, mas com respeito. Temos orgulho de sermos cubanos e não cabe a ninguém dizer como devemos ser”, conclui. Com Informações de época.com  POR professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com




Época destaca Caso Precatórios

GOVERNO

Caso precatórios: nova dor de cabeça para Eduardo

Revista revela que o governador, absolvido pelo STF, foi condenado, em processo administrativo, pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional

Publicado em 04/02/2012, às 20h34

Ayrton Maciel   Fonte: jconline/época

Por: professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com

Absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2003, como mentor da emissão de títulos do Estado de Pernambuco, ocorrida em 1996, o governador Eduardo Campos (PSB) ainda tem a operação como uma sombra na sua carreira política. Então secretário da Fazenda do governo Miguel Arraes (1995/1998), seu avô, Eduardo autorizou a operação a pretexto de pagamento de precatórios judiciais.
Edição da revista Época deste fim de semana revela, com exclusividade, que o governador e presidente nacional do PSB foi condenado, em 2009, em processo administrativo, pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) - órgão que julga recursos contra penalidades aplicadas pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários - como responsável pela operação considerada lesiva ao Estado e que ficou conhecida como o “Escândalo dos Precatórios”. A condenação atinge, também, a dois ex-diretores do privatizado Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe).
A condenação, de acordo com a Época, veio em 4 de dezembro de 2009. O governador e os ex-diretores do Bandepe Wanderley Benjamin de Souza e Jorge Luiz Carneiro de Carvalho foram julgados pelo Conselho por ter havido “infração grave” na negociação irregular de títulos públicos. Os três estão proibidos de exercer cargos de direção na administração de instituições financeiras fiscalizadas pelo Banco Central -, no caso, bancos públicos e privados -, pelo período de três anos, prazo que vigorará até dezembro deste ano. Advogados do governador protocolaram, em dezembro de 2011, petição no CRSFN que requer que seja revista a condenação administrativa.
Na tarde deste sábado (4), com a circulação da revista, a Secretaria estadual de Imprensa divulgou nota, na qual o governo afirma que a revista Época “tenta dar ares de escândalo a matéria julgada, por unanimidade, pelo STF” e acrescenta que o Senado, o TJPE, o TCE e a Assembleia Legislativa também reconheceram “a absoluta regularidade da emissão de títulos públicos para pagamento de precatórios judiciais”.
Em 1996, Eduardo era o secretário da Fazenda e integrava o Conselho de Administração do Bandepe. Em 1997, então deputado federal, depôs na CPI do Congresso Nacional que investigou fraudes com títulos públicos para pagar precatórios.
A revista diz que os documentos do processo administrativo (Banco Central, nº 0101090149), aos quais teve acesso, levaram à condenação de Eduardo por ter “assinado documentos que permitiram a fraude da emissão de títulos, a pretexto de pagamento de precatórios judiciais, em valores muito acima do débito”. No julgamento do governador, com pareceres da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Conselho teria considerado que, como secretário da Fazenda “tinha conhecimento de toda a operação e permitiu, ou deliberadamente provocou”, o envolvimento do banco no negócio lesivo ao Estado”.
No caso de Pernambuco, dívidas vencidas de R$ 234.618,05, pendentes em 5 de outubro 1988, viraram a justificativa para o Estado emitir, entre junho e novembro de 1996, R$ 480 milhões em títulos estaduais.

Governo Britânico quer restringir o acesso a pornografia

Em breve os ingleses devem ter mais dificuldade para acessar o conteúdo “adulto” da internet. O governo britânico estuda a aprovação de medidas que devem limitar o acesso a sites de pornografia apenas para pessoas que pediram expressamente ao servidor da internet para liberar o conteúdo.
O objetivo da medida, proposta pelo diretor de um grupo de mães cristãs, é restringir o acesso de crianças a sites inadequados para a sua idade. Os pais poderiam usar um site chamado Parentport (algo como “portal dos pais” em português), para denunciar material pornográfico na internet. Todos os sites de pornografia seriam bloqueados, e apenas os usuários que requisitassem para o servidor o desbloqueio do material adulto poderiam ver pornografia.
O primeiro ministro inglês, David Cameron, já se declarou favorável às medidas para evitar que crianças tenham contato com o imaginário sexual. Além do bloqueio dos sites, podem ser banidas propagandas com teor sexual e até mesmo roupas infantis tidas como sensuais. Estas ideias foram divulgadas em um documento, intitulado “deixe as crianças serem crianças”, em junho deste ano. E agora ganharam força novamente, por cause de um encontro entre Cameron e a organização de mães cristãs.
Quem provavelmente gostará dessa novidade é a indústria pornográfica. Com a proliferação dos sites de vídeos adultos gratuitos, imagino que o lucro com os vídeos pagos, revistas e canais a cabo tenha diminuído muito. Após a restrição da pornografia na internet, provavelmente as revistas e DVDs voltarão para baixo da cama de muitos adolescentes.
Acho importante a iniciativa de proteção à infância. Mas não sei se as medidas precisariam ser tão radicais. E as pessoas sem filhos, por que não podem ver pornografia? Muitos acreditam que os sites pornôs incitam a violência contra as mulheres, ou mesmo que comprometem a performance masculina. Até já tentaram banir revistas de conteúdo adulto das clínicas de reprodução! Eu não acho que a solução seja essa. Se eu fosse Cameron, iria propor que as pessoas com filhos ligassem para os servidores para bloquear os sites, e não o oposto.
O que vocês acham? Concordam com as medidas propostas? Você se importaria de ter o conteúdo adulto bloqueado na sua casa? Deixe um comentário.
Fonte:Margarida teles(época)    Por: professoredgarbomjardim-pe.blogspot.com