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domingo, 2 de julho de 2017

O que as pessoas comem nas regiões com as expectativas de vida mais altas do mundo?


Pessoas que moram nas regiões com as maiores expectativas de vida do mundo têm alguns hábitos em comum

Qual é o segredo para uma vida longa? Essa pergunta desperta a curiosidade de cientistas e leigos.
Alimentar-se bem pode ser uma das respostas - se não para viver eternamente, ao menos para passar dos cem anos de idade.
E é justamente a alimentação que chama a atenção em cinco regiões do planeta onde a população atinge uma idade média superior a cem anos.
"O que descobrimos é que as pessoas nessas regiões não só vivem mais tempo - cerca de dez anos acima da média - mas vivem melhor a sua velhice", disse à BBC o cientista americano Dan Buettner, que batizou essas cinco regiões de "zonas azuis".

Feijões e outros grãosDireito de imagemPANDA3800
Image captionEspecialista diz que pessoas que moram nas chamadas "zonas azuis" vivem melhor sua velhice

Em seu livro As Zonas Azuis, Buettner estudou os hábitos alimentares na ilha de Okinawa, no Japão, na cidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), na ilha de Ikaria, na Grécia, na Sardenha (Itália) e na península de Nicoya, na Costa Rica.
Mas de que se alimentam essas pessoas para ajudar em sua longevidade?
"A maioria dos alimentos que consomem vêm de plantas. Mas, acima de tudo, são alimentos não processados ​ou muito pouco processados", disse Buettner, que contou ter partido da "bastante estabelecida" noção de que apenas 20% da nossa longevidade média pode ser atribuída à genética. "Os 80% restantes (se devem) ao estilo de vida e ao ambiente."

Sem leite ou refrigerante

De acordo com Buettner e uma pesquisa que contou com o apoio da National Geographic, os três alimentos básicos são as folhas verdes (vegetais), oleaginosas e grãos.
Mas existem muitas variações e complementos que dependem exclusivamente de cada região.
"Eles comem carboidratos, mas não processados como bolos ou donuts, mas sim grão de trigo ou batatas", disse o pesquisador.

JaponesaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionNo Japão existem várias regiões onde as mulheres são as que mais vivem no planeta

Uma das coincidências nas dietas é a ausência total de refrigerantes e produtos derivados do leite de vaca.
"Muitas dessas pessoas que conseguiram ter uma vida tão longa só conheceram os refrigerantes há cerca de dez anos. E comem queijo, mas os que vêm de cabra ou pecorino, de ovelhas", disse ele.
Quando se trata de proteína, o peixe é rei.
"Eles consomem cerca de três porções de peixe por semana, a mesma frequência dos ovos. Mas comem pouca carne vermelha, cerca de cinco porções por mês", disse Buettner.
"É o que eles têm ao seu alcance. Seu consumo se limita muito ao que eles são capazes de produzir localmente."

E o que bebem?

Em 2013, perguntaram a Stamatis Moratis, um morador da ilha de Ikaria de 98 anos de idade, qual era o segredo para viver tanto.
E sua resposta não era peixe nem grãos ou vegetais. "É o vinho."

Homem bebendo vinhoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionVinho é uma das bebidas que fazem parte das tradições de muitas dessas regiões

"O vinho que eu tomo é puro, nada é adicionado. O vinho produzido comercialmente têm conservantes, que não são bons", disse ele na época à BBC.
De acordo com Buettner, as bebidas preferidas das pessoas dessas áreas são água e vinho.
"Tomam, em média, seis copos de água e muitos deles têm, dentro de suas culturas, o hábito de tomar umas três porções de vinho por semana", detalhou.
Mas há uma outra surpresa: o café também tem lugar cativo.
"Vimos que em algumas destas zonas azuis o consumo de café é bastante comum, especialmente porque o consideram um potente antioxidante", acrescentou o pesquisador.

Influência dos processados

Uma das conclusões da pesquisa de Buettner é a péssima influência de alimentos processados ​​em dietas ao redor do mundo - algo que se expandiu pela influência dos EUA. A ponto de algumas das zonas azuis estarem perto de perderem tal "status" por força da incorporação de comidas processadas em suas dietas.
Ao mesmo tempo, é curioso que uma dessas zonas azuis esteja localizada precisamente nos Estados Unidos: Loma Linda, na Califórnia.
E talvez a resposta para a longevidade dali seja a religião.
Cerca de metade dos 24 mil habitantes desta cidade são membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. E vivem dez anos a mais do que a maioria dos americanos.

Idosos fazem exercícios em Loma Linda
Image captionA cidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, é uma das zonas azuis ao redor do mundo

"Acho que cheguei a esta idade (101 anos em 2015) porque não bebo ou fumo, vou para a cama cedo e agradeço a Deus por sua bondade", disse Betty Streifling à BBC.
Nesse sentido, Buettner diz que ninguém pode mudar seus hábitos alimentares da noite para o dia, mas sim o ambiente.
"É muito difícil tentar mudar a atitude das pessoas frente à comida, mas se em vez de se depararem com uma hamburgueria ou sorveteria a cada duas quadras elas tivessem a seu alcance lojas de alimentos saudáveis, certamente as taxas de longevidade aumentariam", opinou.
"Além disso, nessas áreas azuis, a ideia de 'alimentação saudável', que para muitos é uma imposição, para eles é simplesmente 'comer normalmente', como têm feito há anos", concluiu.
"O segredo é dedicar o tempo a preparar esses alimentos básicos que os humanos consomem há milhares de anos, torná-los saborosos - considerando que nosso paladar foi destruído pelo açúcar, pelo sal e pela gordura (dos alimentos processados)."
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 7 de maio de 2017

Nove verdades e uma mentira sobre higiene bucal infantil

Você pode não ter feito sua lista, mas certamente já foi impactado na sua página do Facebook pelo novo desafio de listar as nove verdades e uma mentira de acontecimentos da sua vida. Confira a lista do dentista Lucas Mano, do Instituto BelaOdonto, de uma versão no mínimo inusitada sobre higiene bucal infantil:

1. É necessário realizar a escovação pelo menos três vezes ao dia.

2. Visitas periódicas ao dentista são importantes mesmo sem ter algum problema aparente.

3. A partir do momento que nasce o primeiro dente é necessário fazer a escovação.

4. O uso da escova correta proporciona maior conforto na hora de fazer a higienização.

5. O uso do fio dental não é essencial para uma boa higienização bucal.

6. Pastas infantis são ótimas opções para criar o hábito da criança em fazer a escovação.

7. Os pais precisam acompanhar, mas é importante que a criança escove os dentes sozinha.

8. Levar o bebê no dentista pode melhorar a relação entre mãe e filho.

9. É importante que os pais falem sobre a importância da higiene bucal. Porém, manter hábitos de alimentação saudáveis pode ajudar a saúde dos dentes.

10. O uso prolongado da chupeta e/ou do dedo prejudica o correto crescimento e desenvolvimento das estruturas orais e faciais.

cuidados com os dentes na infância - Foto: confidentdentalcare / pixabay.com

Já sabe qual é a mentira? Confira abaixo e fique sempre atento a higiene bucal das crianças:

1. Verdade. Após o café da manhã, almoço e, principalmente, jantar. Esta é a recomendação básica, mas o cuidado com a saúde bucal precisa ser levado muito mais a sério. Mais importante do que a quantidade de vezes é a eficácia da escovação.

2. Verdade. Não é apenas quando está com dor que os pais precisam levar ao profissional, isso é o erro mais comum que dá início ao medo em relação ao dentista. Os pais levam quando acham que há algo errado, e geralmente eles até acertam, mas os problemas já estão avançados e poderiam ter sido evitados com visitas periódicas.

3. Verdade. Começamos limpando com uma gase sem pasta quando são muito pequenos. Depois utilizamos uma dedeira que possui uma ponta de silicone com cerdas bem macias (ainda sem pasta). Neste mesmo período é importante começar a criar a relação entre a criança e a escova de dente. Ela não irá escovar os dentes, mas irá se familiarizar com o a escovação.

4. Verdade. São vários os modelos de escovas dentais disponíveis no mercado. Você deve levar em consideração, principalmente, o tamanho e as cerdas da escova.

5. Mentira! Escovar os dentes sem passar o fio é o mesmo que trocar de roupa sem tomar banho. O fio dental é tão importante quanto a escovação, as duas se complementam.

6. Verdade. Hoje temos acesso a uma infinidade de opções de escovas infantis e pasta de dente que são específicas para criança. Nesta fase, é comum o hábito de comer a pasta e de não se adaptar com o “ardido” das que utilizamos quando adulto, por isso começar a escovação com “pasta docinha” é mais fácil.

7. Verdade. Depois de alguns anos a criança precisa ser estimulada a escovar os dentes sozinha. A hora de passar para este período está ligada muito a coordenação motora das crianças e com a importância que os pais irão passar para eles sobre a higienização. Esta rotina deve ser inserida na vida das crianças a partir dos dois anos de idade.

8. Verdade. A criança pode nascer com dentes, e isso causa desconforto e machucam as mães na hora da amamentação. Às vezes é necessário extraí-los ou desgastá-los para evitar dores e machucados sem comprometer este momento importante entre a mãe e o bebê.

9. Verdade. Evitar alguns costumes como: a mamadeira da noite e a ingestão de muito açúcar na fase infantil é essencial para manter a boca mais saudável.

10. Verdade. O uso prolongado desses artifícios pode atrapalhar a mastigação, fala, deglutição e respiração da criança.
Fonte:guiadobebe.uol.com.br
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sábado, 6 de maio de 2017

Como higienizar frutas, verduras e legumes


  • Quando nos deparamos com uma maçã vermelha e brilhante, surge um grande dilema: devemos ou não comer a casca? A vontade é de comer sem pensar duas vezes. Quando descascamos maçãs, peras e outras frutas que têm cascas comestíveis, estamos descartando a parte mais importante da fruta, onde há maior concentração de fibras e vitaminas. Mas e os micro-organismos e os agrotóxicos contidos nelas, não farão mal à saúde?
    Tanto nas frutas quanto nas hortaliças podemos encontrar uma quantidade significativa de bactérias (entre elas os coliformes fecais e salmonelas) e larvas de insetos causadoras de infecções intestinais e verminoses. Os agrotóxicos, por sua vez, quando ingeridos em grande quantidade, podem causar cansaço, irritação na pele, alergias e intoxicação. Em longo prazo o seu consumo pode trazer consequências mais graves. Estudos apontam para uma relação entre os agrotóxicos e vários tipos de cânceres.
    Segundo a ANVISA, "Uma lavagem dos alimentos em água corrente só poderia remover parte dos resíduos de agrotóxicos presentes na superfície dos mesmos. Os agrotóxicos sistêmicos e uma parte dos de contato, por terem sido absorvidos por tecidos internos da planta, caso ainda não tenham sido degradados pelo próprio metabolismo do vegetal, permanecerão nos alimentos mesmo que esses sejam lavados. Neste caso, uma vez contaminados com resíduos de agrotóxicos, estes alimentos levarão o consumidor a ingerir[esses] resíduos."
    Embora a higienização sugerida a seguir não remova todo o agrotóxico, melhorará bastante as condições do alimento, tornando-os mais adequados para o consumo.
  • Você vai precisar de:

    • Uma escova com cerdas macias, próprias para lavar frutas e legumes.
    • Duas bacias ou tigelas grandes utilizadas somente para esse fim.
    • Água sanitária (sem qualquer aditivo, como fragrâncias ou detergentes) com concentração de cloro de 2 a 2,5%.
    • Bicarbonato de sódio.
  • Veja o passo a passo do processo de higienização:

  • 1ª Etapa: desinfecção (todos)

    1. Selecione bem as frutas e verduras, retirando as partes estragadas.
    2. Lave-os bem para tirar a sujeira. As verduras precisam ser lavadas, folha por folha. As uvas precisam ser lavadas com muito cuidado para não caírem do cacho.
    3. Limpe-os bem com a escova (exceto folhas pequenas e/ou sensíveis, como alface, agrião, espinafre, etc.; e frutas delicadas como morango e uva).
    4. Deixe-os mergulhados por cerca de 30 minutos numa tigela com 1 litro de água e 1 colher de sopa de água sanitária.
    5. Enxágue bem.
  • 2ª Etapa (somente as frutas que serão consumidas com a casca e as verduras)

    1. Coloque-os em outra tigela com um litro d'água acrescido de uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. Deixe agir por mais 20 minutos.
    2. Enxágue bem.
  • Observações importantes

    • Você pode lavar todas as verduras e guardá-las em potes tampados dentro da geladeira. Siga o procedimento acima e, para finalizar, seque-as, folha por folha, com um papel toalha. Elas duram em torno de uma semana.
    • As frutas também devem ser enxutas.
    • Se você puder comprar frutas e hortaliças orgânicas, faça-o. Eles não contêm agrotóxicos. No entanto, para higienizá-los, proceda da mesma forma.
    • Entre os alimentos com maiores concentração de agrotóxicos, estão o morango, o tomate e a alface.
    • As frutas e legumes da estação têm uma quantidade menor de agrotóxicos.
    • Não há necessidade de aplicar o processo de desinfecção em frutas com cascas grossas, como laranja, banana, tangerina, melancia, melão, abacaxi, etc. No entanto, exceto a banana, as demais devem ser lavadas antes de serem cortadas ou descascadas.
    • O lugar de frutas, verduras e legumes é dentro da geladeira, devidamente embalados. O único alimento que deve ficar fora da geladeira é a banana. Frutas como abacaxi, melancia, melão, abacate, entre outras, não necessitam de geladeira antes de serem partidas. No entanto, precisam ficar longe do sol, da umidade e em lugar arejado.
    • Não se esqueça de lavar bem as mãos antes de manusear os alimentos.
    Entre ingerir alimentos com resquícios de agrotóxicos e não os ingerir, os profissionais da saúde aconselham a sua ingestão - já que eles contêm nutrientes de vital importância para a nossa saúde - desde que sejam higienizados corretamente, pois tal procedimento pode minimizar os problemas que os agrotóxicos poderiam causar ao nosso organismo.

familia.com.br

Professor Edgar Bom Jardim - PE

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A droga barata que pode evitar um terço das mortes de mulheres após o parto


Mãe logo após o partoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionHemorragia pós-parto é a principal causa de mortes em casos de gravidez e de maternidade precoce

Um medicamento barato criado em 1960 por um casal de japoneses pode evitar um terço as mortes causadas por hemorragias pós-parto, sugere um estudo publicado na revista científica Lancet.
Cerca de 100 mil mulheres morrem todos os anos por causa de sangramentos intensos momentos após o parto, o que torna a hemorragia pós-parto a principal causa de mortes decorrentes da gravidez e da maternidade precoce.
Pesquisadores da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres afirmam que o ácido tranexâmico seria eficaz em inibir a dissolução de coágulos, auxiliando o corpo a estancar os sangramentos.
De acordo com a pesquisa, realizada em parceria com 193 hospitais principalmente da Ásia e África e que envolveu 20 mil pacientes, o uso do ácido tranexâmico reduziu as mortes em um quinto. Entre as mulheres que tomaram o medicamento em até três horas após o parto, a redução foi ainda maior: 31%.
"Nós conseguimos um resultado importante. Descobrimos que um medicamento barato, tomado em dose única, reduz o risco de hemorragia severa e pode ter um papel significativo em diminuir a mortalidade maternal ao redor do mundo", disse Ian Roberts, que participou da pesquisa.
Após a publicação dos resultados, a Organização Mundial da Saúde afirmou que mudaria a recomendação de uso do medicamento para incluir os casos de hemorragia pós-parto.

O remédio


Utako OkamotoDireito de imagemFAMÍLIA OKAMOTO
Image captionUtako Okamoto no seu laboratório em 1961

As descobertas não seriam uma surpresa para Utako Okamoto, que inventou o medicamento ao lado do marido, Shosuke, na década de 60 no Japão.
A pesquisa do casal Okamoto começou durante a pobreza do período pós-guerra no Japão. Eles decidiram começar a estudar o sangue porque poderiam colher amostras próprias para a pesquisa.
"Queremos que nosso trabalho seja internacional, queremos descobrir novos medicamentos para mostrar nossa gratidão à humanidade", disse ela.
Na época, o casal não conseguiu convencer os médicos locais a testarem o ácido em casos de hemorragia pós-parto. O medicamento então foi comprado por uma empresa farmacêutica e usado contra fluxos menstruais intensos.
A história quase parou por aí. Mas o casal começou uma parceria com hospitais ao redor do mundo e contou com 20 mil inscritos para testar o medicamento.
A professora morreu, aos 98 anos, logo antes de os testes feitos com 20 mil voluntários comprovarem que suas suspeitas sobre a eficácia do remédio em hemorragias pós-parto se confirmavam.

Mulher grávidaDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionEmbora medicamento seja barato, levá-lo a hospitais é desafio, diz pesquisador

Em um vídeo filmado antes do final dos testes, ela afirmou já ter certeza da eficácia do remédio nesses casos.
"Mesmo antes da pesquisa, eu sei que vai ser eficiente", disse Okamoto.

Auxílio

O pesquisador Ian Roberts afirmou que se sentiu absolutamente inspirado por ela e que a descoberta a respeito da eficácia do medicamento não é o fim da jornada.
Segundo ele, apesar do custo baixo, levar o medicamento a hospitais do mundo todo ainda é um desafio.
"É uma coisa horrível uma mãe morrer no parto. É extremamente importante que tenhamos certeza sobre a disponibilidade do tratamento em qualquer lugar onde ele possa salvar vidas. Não deveríamos ter uma criança crescendo sem a mãe por falta de um medicamento que custa um dólar", afirmou.
Um desses lugares é o Paquistão. De acordo com a médica Rizwana Chaudri, da Universidade Médica da cidade de Rawalpindi - a quarta maior do país - há muitas mulheres que morrem de hemorragias pós-parto ou que já chegam mortas ao hospital.
"Você não conseguiria nem pensar numa coisa dessas no mundo desenvolvido, mas por aqui esses casos ocorrem diariamente, sem parar."
Um dos casos de hemorragia ocorreu com Nosheen, que quase morreu depois de dar à luz sua filha. Ela sobreviveu apenas depois de uma histerectomia (remoção de parte ou de todo o útero) de emergência.
"Minha saúde está completamente destruída, e estou muito triste por causa disso", contou ela, a quem o ácido tranexâmico poderia ter ajudado.
Professor Edgar Bom Jardim - PE