segunda-feira, 30 de julho de 2018

CIÊNCIA:A cobra bebê 'congelada no tempo' por 99 milhões de anos que traz novas pistas do passado


Fóssil de cobra bebêDireito de imagemMING BAI/ACADEMIA CHINESA DE CIÊNCIAS
Image captionO fóssil ajuda a entender por que as cobras são criaturas tão bem sucedidas
O fóssil de uma cobra bebê recoberto por âmbar "incrivelmente raro", segundo cientistas, foi descoberto em Mianmar.
A criatura está preservada assim há 99 milhões de anos e estava viva quando os dinossauros ainda não haviam sido extintos.
"Esse é o primeiro fóssil de cobra bebê que já encontramos", disse Michael Caldwell, da Universidade de Alberta, no Canadá, à BBC News, um dos cientistas envolvidos na descoberta, anunciada no periódico Science Advances.
Ilustração de como seria a cobra bebêDireito de imagemCHEUNG CHUNG TAT
Image captionIlustração mostra como seria réptil pré-histórico 'Xiaophis myanmarensis' encontrado em Mianmar
A cobra bebê viveu nas florestas de Mianmar durante o período Cretáceo. Ela foi batizada como Xiaophis myanmarensis, ou cobra-da-aurora-de-Mianmar.
Também foi descoberto um segundo fóssil em âmbar, que parece conter parte da pele de uma cobra muito maior. Não se sabe ainda se ambos os animais são da mesma espécie.
A pele de um segundo espécime foi encontradaDireito de imagemYI LIU
Image captionA pele de um segundo espécime foi encontrada

Como a cobra ficou presa em âmbar?

O animal ficou preso em seiva de árvore, uma substância grudenta que pode preservar pele, escamas, pelos, penas e até mesmo criaturas inteiras.
"É a supercola dos fósseis", disse Caldwell. "Âmbar é algo totalmente único - o que ele toca fica congelado no tempo dentro de uma resina parecida com plástico."
A ideia de fósseis preservados em âmbar está no cerne da trama do famoso filme Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, em que cientistas extraem DNA de dinossauro de mosquitos pré-históricos achados na resina endurecida de árvores.

Os primeiros fósseis

Cobras: O mais antigo fóssil de cobra conhecido data de 140 milhões a 167 milhões de anos atrás e vem do Reino Unido. A Eophis underwoodi era pequena, provavelmente um filhote, e vivia em locais pantanosos.
Lagartos: Um pequeno lagarto descoberto nas rochas dos Alpes italianos foi confirmado neste ano como o exemplar mais antigo do tipo. O Megachirella wachtleri viveu no período Triássico. A descoberta aponta que o grupo ao qual os lagartos pertencem evoluíram antes do que se pensava.
Dinossauros: Os fósseis mais antigos datam da mesma época dos lagartos. O Nyasasaurus tinha dois ou três metros de comprimento e foi encontrado na Tanzânia, na África. Mas só restaram alguns ossos do animal, então se sabe pouco sobre ele ou sua história. O grupo ao qual ele pertencia dominou a Terra por 165 milhões de anos.
Cavalos: O mamífero mais antigo que se parece com um cavalo é o Eohippus, que foi encontrado na América do Norte, em locais como a bacia do rio Wind, nos Estados Unidos. Ele viveu há cerca de 52 milhões de anos e tinha o tamanho de uma raposa. Mas cavalos de verdade só surgiram há cerca de 20 milhões de anos, quando tinham o tamanho de pôneis.
Humanos: Depende do que você chama de humano. Mas se aplicamos esse conceito a espécies do grupo biológico Homo, o exemplar mais antigo é um fragmento de mandíbula achado na Etiópia e que data de 2,8 a 2,75 milhões de anos atrás.

O que a nova descoberta diz sobre essas fantásticas criaturas?

O corpo de uma cobra pode ser visto dentro de um pedaço de âmbar, composto de 97 vértebras, além das costelas. Curiosamente, a cabeça da cobra não está ali.
Os ossos foram analisados por meio de um poderoso equipamento de raios-X e comparado ao de cobras atuais. A anatomia aponta que a espinha dorsal de cobras mudou pouco em quase 100 milhões de anos.
Cientistas dizem que essa espécie de cobra pode ter sobrevivido por dezenas de milhares de anos em estado primitivo antes de ser extinta.
ModeloDireito de imagemMING BAI/ACADEMIA CHINESA DE CIÊNCIAS
Image captionA cobra é similiar em tamanho a espécies atuais como as 'Cylindrophiidae'

O que sabemos sobre onde a cobra vivia?

Mianmar é considerado um verdadeiro baú de tesouros de fósseis do período Cretáceo, de entre 145 milhões a 66 milhões de anos atrás.
Descobertas recentes incluem a cauda de um dinossauro com penas, um aracnídeo e uma série de sapos pré-históricos.
Fragmentos de plantas e insetos achados dentro do mesmo âmbar confirmam que a cobra vivia em florestas. Isso é inédito para essa época, já que os poucos fósseis de cobras foram achados em rochas associadas a rios ou o mar.
Ricardo Pérez-de la Fuente, do Museu de História Natural da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que não tem ligação com a equipe por trás da descoberta, diz que ela "fornece dados preciosos sobre a evolução e o desenvolvimento de cobras antigas".
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 29 de julho de 2018

Confiante que terá mais de 2 mil votos em Orobó, Miguel conta com eleitorado fiel

Ex-prefeito Miguel confia na fidelidade do eleitorado.

Mesmo sem ter feito acertos financeiros com vereadores, ex- prefeitos e secretários da vizinha cidade de Orobó - PE, o pré-candidato a deputado  estadual Miguel Barbosa (PP), acredita que terá mais de dois mil votos do eleitorado  oroboense. "Tem muita gente dando força, avisa o ex-prefeito de Bom Jardim. Apoiadores de Juliana de Chaparral  calculam que também darão dois mil votos para a pré-candidata aqui no município de Bom Jardim.
PRÉ-CANDIDATOS 
Também pretendem lançar candidatura e terão  votos em Bom Jardim Jerônimo Galvão(Psol), Joaquim Lapa(PSD), Jonas do Conselho(PRB), Zé Maurício(PP), Aluísio Lessa(PSB) e Valda Sedícias(PSC). Breve anunciaremos outros nomes.
                                  Valda é uma das novidade na política.
Fotos do Facebook
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Aliados de Temer ganham apoio de novos partidos em Pernambuco


A coligação proporcional "Avança Pernambuco", que reúne as legendas PRTB, PV, PHS e PSL, realizou sua convenção neste sábado (28), em um hotel no Pina, na Zona Sul do Recife, e anunciou o seu apoio às pré-candidaturas do Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado e dos deputados federais Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) ao Senado. Também neste sábado o PSDC garantiu sua adesão ao projeto de mudança encabeçado pela frente "Pernambuco Vai Mudar". Agora, são 12 partidos reunidos em torno do nome de Armando, Mendonça e Bruno: PTB, DEM, PSDB, PPS, PSC, Podemos, PV, PRB, PHS, PSL, PSDC E PRTB.

Armando agradeceu aos partidos pela "acolhida calorosa". "Não se trata de apenas um grupo numérico, mas qualificado, formado por pessoas que sentem no dia a dia os problemas de Pernambuco", afirmou Armando, referindo-se aos 112 pré-candidatos à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal, ao lado dos presidentes estaduais do PRTB, Ednázio Silva; do PHS, Belarmino Souza; do PSL, Marcos Amaral; e do vice-presidente do PV, Fellipe Vasconcelos. "Pernambuco está dominado pelo medo. Os bandidos não respeitam mais as autoridades. E eles têm que respeitar, obviamente, nos limites da lei", destacou Armando.

O presidente do PRTB resumiu o que levou os partidos ao apoio a Armando, Mendonça e Bruno. "Pernambuco tem um câncer, um tumor que precisa ser tratado. E Armando é o nome certo para resolver essa questão", ressaltou.

Mendonça Filho destacou que a frente "Pernambuco Vai Mudar" só faz crescer. "Até ontem estávamos em oito partidos e hoje estamos em 12, tudo isso movido pela insatisfação da população com a falta de rumo do Governo", disse. “Pernambuco não quer governador que sorrir fácil, Pernambuco não quer governador que diz sim a tudo ou que obedece a todo mundo. Pernambuco quer um governador altivo, com autoridade, que conhece os problemas da população", destacou Bruno Araújo.

Com informações do Diario de Pernambuco
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Os "fantasmas" do racismo na Coreia do Sul, um dos países mais prósperos do mundo


bandeira e pessoas Coreia do SulDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO desenvolvimento industrial e econômico da Coreia do Sul é comparável ao de muitos países ocidentais
Coreia do Sul é vista por muita gente como um "oásis" asiático e, segundo o Banco Mundial, é também palco de um "milagre econômico" no leste da Ásia. Mas o país também tem seus fantasmas.
Desde a divisão das duas Coreias em 1948, o país se converteu em um dos mais prósperos da Ásia. Enquanto o vizinho do Norte viu a pobreza e o totalitarismo se aprofundarem, a Coreia do Sul, com apenas 30 anos de democracia, é modelo para muitos no continente.
Com um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 38 mil per capita, segundo dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), a economia sul-coreana supera a de países como Espanha e México e a coloca ao nível do Reino Unido.
Ainda assim, em termos de renda, a Coreia do Sul está distante de países como Estados Unidos. No entanto, em 50 anos, a distância da renda média dos sul-coreanos em relação à dos americanos diminuiu em cerca de 60%, de acordo com a OCDE.

Economia e democracia

Se o critério é qualidade da democracia, o país asiático superou, em 2017, os Estados Unidos no ranking elaborado pela unidade de inteligência da revista britânica The Economist. Apesar da boa classificação, no entanto, especialistas consultados pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, afirmam que a realidade do país é bem mais complexa e nem sempre positiva.
Mas a Coreia do Sul também tem desafios a enfrentar. A corrupção é um problema grave no país, com reiterados escândalos envolvendo todos os principais líderes políticos. A ex-presidente Park Geun-hye, por exemplo, está presa por acusações de suborno, abuso de autoridade, coerção e vazamento de segredos governamentais após uma longa audiência.
Park Geun-hye.Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPark Geun-hye, presidente sul-coreana entre 2013 e 2017, cumpre uma pena de 24 anos de prisão por corrupção
"Tenho a sensação de que se ressaltam muito a democracia sul-coreana, mas o que realmente não sem entende é que há problemas importantes como um forte estado policial com profundas restrições à democracia", assinala Owen Miller, doutor em Estudos do Leste Asiático da Universidade SOAS, em Londres.
Certamente a Coreia do Sul tem melhores índices de crescimento, prosperidade e democracia que a vizinha Coreia do Norte. Mas também teu seu lado obscuro, especialmente uma resistência aos imigrantes que tentam entrar no país, seja por razões humanitárias ou não.

Nacionalismo étnico

A Coreia do Sul tem sido uma nação tradicionalmente homogênea etnicamente, uma condição impulsionada pelo nacionalismo étnico muito arraigado que se estende também aos coreanos do norte da península.
O patriotismo exacerbado remonta milhares de anos atrás, durante o nascimento da nação e do que é chamado de minjok, ou a raça coreana.
Mas foi a ocupação japonesa na região, durante grande parte da primeira metade do século 20, que fez ressurgir o nacionalismo moderno de uma forma mais contemporânea e também mais polêmica.
"É um nacionalismo de sangue e terra, como o que pode ser encontrado em outros países", explica Steve Denney, especialista em estudos asiáticos da Universidade de Toronto, no Canadá.
Mapa de CoreiaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionA península coreana esteve sob o domínio do Japão entre 1910 e 1945 e foi considerada colônia japonesa até o início da 2ª Guerra Mundial

Influências do racismo

Owen Miller, por sua vez, não vê nenhuma característica particular no caso do nacionalismo sul-coreano. Ele argumenta que certas características nasceram como uma resposta à colonização japonesa, mas também foram influenciadas pelas correntes do racismo, do socialismo darwinista e do nacionalismo étnico que vieram da Europa no final do século 19 e início do 20.
"O nacionalismo étnico coreano e japonês tem muitas similaridades e se cetra em ideias como linhas sanguíneas e raças únicas, mas não é algo único da Coreia do Sul, pode ser visto em outros lugares", diz Miller.
Mas é exatamente esse tipo de nomenclatura, com alusões a sangue e raças, que faz muita gente a olhar com desconfiança esse tipo de nacionalismo. Há até muito pouco tempo, a Coreia do Sul usava de forma institucionalizada o termo danil minjok para se referir à raça pura coreana.
"É a ideia de que a Coreia manteve seu "eu" característico e racialmente puro, rejeitando os invasores, impedindo assim a desintegração de sua linhagem de sangue com estrangeiros, indicando que a Coreia é e deve permanecer um país etnicamente homogêneo", esclarece Denney.
Presidente sulc-oreano Moon Jae-in e o primeiro ministro do Japão Shinzo Abe.Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionDepois do fim da ocupação japonesa, sul-coreanos e japoneses demoraram 20 anos para reestabelecer as relações
Quando se pergunta se essa ideia de raça pode ser equiparada com a da raça ariana, Denney reconhece que "em grande parte é comparável com outras concepções de pureza étnica e nacionalismos étnicos de todo o mundo".

"Purismo" ensinado nas escolas

Durante décadas, o mito de uma "raça pura" foi ensinado em escolas, segundo um artigo de opinião do sul-coreano Se-Woong Koo publicado no jornal americano New York Times. Koo é editor de um jornal no país e recebeu parte desse doutrinamento quando era uma criança como parte da justificativa de se formar uma "unidade nacional".
Em 2007, uma convenção da ONU para eliminar o racismo instou Seul a proibir o uso dessa terminologia alegando que "a ênfase colocada na homogeneidade étnica da Corea pode representar um obstáculo para a promoção do entendimento da tolerância e amizade entre os diferentes grupos étnicos e nacionais que vivem em seu território".
Mas Koo lembra no artigo que os problemas persistem. Apesar do chamado de atenção das Nações Unidas, em 2009, ficou famoso no país o caso de um estudioso indiano em Seul que apresentou uma queixa criminal contra um sul-coreano por insultos racistas e sexistas contra ele e sua companheira sul-coreana.
Refugiados do Iêmen na ilha de Jeju.Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO número de cidadãos do Iêmen que chegaram nos últimos seis meses na Coreia do Su é maior que o dos últimos 20 anos
Em outro caso mais recente, em junho de 2017, um bar no popular distrito de Itaewon, em Seul, recusou um cliente indiano. "Nenhum índio", dizia o segurança.
O país vive também uma crise envolvendo refugiados do Iêmen, há mais de três anos em guerra civil e em estado de fome. A cris ampliou o clima anti-imigração da Coreia do Sul que pode ser observado junto à parte da população e também em certas medidas que o próprio governo adotou.

Barreiras a estrangeiros

Depois da chegada de mais de 552 cidadãos do Iêmen entre janeiro e maio deste ano, a Coreia do Sul eliminou o país de uma lista dos que não precisam de visto para pisar no território sul-coreano.
Em resposta, mais de meio milhão de sul-coreanos solicitaram ao Presidente Moon Jae-in que afaste todos os refugiados.
Em junho, o Ministério da Justiça anunciou que estava enviando mais pessoal para acelerar o processamento dos requerentes de asilo iemenitas, supostamente para expulsá-los mais cedo. O ministério também vai pressionar por uma revisão da Lei dos Refugiados, para evitar que os estrangeiros "se aproveitem do sistema de refugiados por razões econômicas ou de residência".
Mapa com rotas migratóriasDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO mundo tem 68,5 milhões de pessoas deslocadas por motivos forçados, sendo que 24,5 milhões são refugiados
Quem conhece a relação histórica do país com imigrantes, no entanto, não se surpreende com a atitude dos sul-coreanos em relação aos refugiados.
De acordo com um relatório da Human Rights Watch, a Coreia do Sul aceitou apenas 2,5% de todos os requerentes de asilo desde 1994 (sem contar os desertores norte-coreanos), de acordo com a Human Rights Watch.

Multiculturalismo recente

Owen Miller diz que a ideia de raça pura, que se instalou nos anos 1920 e superada até certo ponto na cultura ocidental onde esse conceito foi criado, surpreendentemente sobreviveu até muito recentemente na Coreia do Sul, estimulada, inclusive, pelo sistema educacional do país.
Ele aponta duas explicações possíveis. "Em parte, se dá pelo legado do regime autoritário que a Coreia do Sul teve até o final dos anos 1980 e que usava esse discurso. Outra razão é que, até os anos 1990, não havia muitos estrangeiros. Foi a partir dai que o país teve que decidir se se define como uma sociedade de raça pura ou multicultural".
O país optou há dois anos pelo multiculturalismo, ou damunhwa, de acordo com os documentos oficiais que se referem, basicamente, ao casamento de coreanos com estrangeiros.
Agora, com a crise dos refugiados, as novas medidas anunciadas pelo Ministério da Justiça e os protestos nas ruas de Seul com gente levando faixas e cartazes pedindo que os solicitantes de asilo fossem embora do país estão levantando dúvidas sobre a disposição dos sul-coreanos em se abrir para outras culturas.
Protestos em Seul contra refugiados.Direito de imagemGETTY IMAGES
Image captionProtestos em Seul em junho deixaram claro que parte da população é contra a chegada de imigrantes
Os níveis de recepção de estrangeiros não apenas afetam os que pedem refúgio, mas também cidadãos de outros países que decidem morar na Coreia do Sul.
Os residentes não nascidos nas duas Coreias não são mais que dois milhões numa população de 51 milhões, de acordo como censo de 2014. Os estrangeiros equivalem a 4%, uma porcentagem muito baixa se comparada a outros países.
E apesar de casais multirraciais (ou sangue misto como foi dito até 2007), segundo diz Denney, já não serem mais um tabu e estarem aumentando, eles podem atrair olhares desconfiados. As pessoas de pele escura chamam ainda mais atenção, segundo Jiye Choi, estudante sul-coreana que faz mestrado em Londres.
"Mas a aceitação dos que têm outra raça, uma cor distinta de pele, depende das pessoas, como em qualquer lugar", diz Jiye Choi.
Professor Edgar Bom Jardim - PE