sexta-feira, 28 de abril de 2017

Guarde essa lista para votar contra em 2018.

Deputados do Nordeste
Lúcio Vieira Lima, Waldir Maranhão, Bruno Araújo e Mendonça Filho: unidos na retirada de direitos
Na madrugada da quinta-feira 27, a Câmara dos Deputados concluiu a aprovação da reforma trabalhista, uma das prioridades do governo Temer e uma antiga promessa feita às entidades empresariais. Na análise do texto-base, foram 296 votos a favor do relatório do deputado tucano Rogério Marinho, do Rio Grande do Norte, e 177 contra. 
A bancada nordestina votou majoritariamente a favor do projeto, que altera pontos sensíveis da Consolidação das Leis do Trabalho. Entre as mudanças está a prevalência dos acordos negociados entre patrões e empregados sobre a legislação, obstáculos ao ajuizamento de ações trabalhistas, a possibilidade de parcelamento de férias em três períodos, a flexibilização de contratos de trabalho e o fim da contribuição sindical obrigatória. 
Dos 138 representantes de estados da região Nordeste presentes na votação, 81 votaram “sim”. Apenas as bancadas de Alagoas, Ceará e Sergipe registraram maior número de sufrágios contrários à reforma de Temer. 
Entre os deputados que aprovaram a redução de direitos trabalhistas, destacam-se o baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB), irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o cearense Danilo Forte (PSB), o ex-presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP), além dos ministros da Cidade, Bruno Araújo (PSDB), e da Educação, Mendonça Filho (DEM), que reassumiram os mandatos parlamentares por Pernambuco para votar. 
Confira a relação completa:
AlagoasArthur Lira (PP)
Nivaldo Albuquerque (PRP)
Pedro Vilela (PSDB)
BahiaArthur Oliveira Maia (PPS)
Benito Gama (PTB)
Cacá Leão (PP)
Claudio Cajado (DEM)
Elmar Nascimento (DEM)
Erivelton Santana  (PEN)
João Carlos Bacelar (PR)
José Carlos Aleluia (DEM)
José Carlos Araújo (PR)
José Rocha (PR)
Jutahy Junior (PSDB)
Lucio Vieira Lima (PMDB)
Márcio Marinho (PRB)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Pastor Luciano Braga (PRB)
Paulo Azi (DEM)
Paulo Magalhães (PSD)
Roberto Britto (PP)
Ronaldo Carletto (PP)
CearáAdail Carneiro (PP)
Aníbal Gomes (PMDB)
Danilo Forte (PSB)
Domingos Neto (PSD)
Gorete Pereira (PR)
Moses Rodrigues (PMDB)
Raimundo Gomes de Matos (PSDB)
Vaidon Oliveira (DEM)
MaranhãoAlberto Filho (PMDB)
Aluisio Mendes (PTN)
André Fufuca (PP)
Cleber Verde (PRB)
Hildo Rocha (PMDB)
João Marcelo Souza (PMDB)
José Reinaldo (PSB)
Junior Marreca (PEN)
Juscelino Filho (DEM)
Pedro Fernandes (PTB)
Victor Mendes (PSD)
Waldir Maranhão (PP)
ParaíbaAguinaldo Ribeiro (PP)
André Amaral (PMDB)
Benjamin Maranhão (SDD)
Efraim Filho (DEM)
Hugo Motta (PMDB)
Pedro Cunha Lima (PSDB)
Rômulo Gouveia (PSD)
Wilson Filho (PTB)
PernambucoAdalberto Cavalcanti (PTB)
André de Paula (PSD)
Augusto Coutinho (SDD)
Betinho Gomes (PSDB)
Bruno Araújo (PSDB)
Carlos Eduardo Cadoca (PDT)
Daniel Coelho (PSDB)
Fernando Coelho Filho (PSB)
Fernando Monteiro (PP)
Jarbas Vasconcelos (PMDB)
João Fernando Coutinho (PSB)
Jorge Côrte Real (PTB)
Kaio Maniçoba (PMDB)
Marinaldo Rosendo (PSB)
Mendonça Filho (DEM)
Ricardo Teobaldo (PTN)
PiauíÁtila Lira (PSB)
Heráclito Fortes (PSB)
Iracema Portella (PP)
Júlio Cesar (PSD)
Maia Filho (PP)
Marcelo Castro (PMDB)
Paes Landim (PTB)
Rodrigo Martins (PSB)
Silas Freire (PR)
Rio Grande do NorteBeto Rosado (PP)
Fábio Faria (PSD)
Felipe Maia (DEM)
Rogério Marinho (PSDB)
SergipeAndré Moura (PSC)
Laercio Oliveira (SDD)

Professor Edgar Bom Jardim - PE

1ª greve geral do país, há 100 anos, foi iniciada por mulheres e durou 30 dias

Trabalhadores no Cotonifício Crespi, na Mooca, São Paulo, em 1917Direito de imagemARQUIVO EDGAR LEUENROTH | UNICAMP
Image captionGreve teve início em uma fábrica têxtil em São Paulo, e só depois da adesão de outras categorias passou a ter demandas gerais
Em junho de 1917, décadas antes da consolidação das leis trabalhistas no Brasil, cerca de 400 operários - em sua maioria mulheres - da fábrica têxtil Cotonifício Crespi na Mooca, em São Paulo, paralisaram suas atividades.
Eles pediam, entre outras coisas, aumento de salários e redução das jornadas de trabalho, que até então não eram garantidos por lei. Em algumas semanas, a greve se espalharia por diversos setores da economia, por todo o Estado de São Paulo e, em seguida, para o Rio de Janeiro e Porto Alegre. Era a primeira "greve geral" no país.
Mas uma das principais diferenças entre aquela e a greve geral convocada para esta sexta-feira, em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência, é que, em 1917, ela não foi anunciada como tal, disse à BBC Brasil o historiador Claudio Batalha, da Unicamp.
"Não é uma greve que já tivesse bandeiras gerais. Ela começa com questões específicas dos setores que vão aderindo ao movimento grevista, alguns por solidariedade. Depois é que a pauta passou a incluir desde reivindicações relacionadas ao trabalho até reivindicações de cunho político - libertação dos presos do movimento, por exemplo."
Uma destas questões específicas, menos comentada nos livros de história, era o assédio sexual. Segundo Batalha, parte da revolta das funcionárias do Cotonifício Crespi era o assédio que sofriam dos chamados contramestres, funcionários que supervisionavam o chão de fábrica.
"Isso não era incomum na época. Greves anteriores já haviam começado contra determinado funcionário que tivesse um cargo de chefia e tirasse proveito desse poder", explica.

Crescimento

Mas se a convocação de 2017 reflete a insegurança causada pelo desemprego e pela recessão, em 1917, a indústria brasileira ia de vento em popa.
Na verdade, os lucros das empresas chegavam a duplicar a cada ano.
"Entre 1914 e 1917, com a Primeira Guerra Mundial, se passou de uma recessão econômica a um superemprego, porque os produtos brasileiros passaram a substituir os importados e a serem exportados", explica o historiador italiano radicado no Brasil Luigi Biondi, da Unifesp.
"Em 1914, o Cotonifício Crespi lucrou 196 contos de réis. No ano seguinte, o lucro foi de 350 contos de réis. E foi aumentando. Enquanto isso, aumentavam as horas de trabalho."
Com o aumento da produção, as fábricas brasileiras, que tinham poucas máquinas, vindas do exterior, tiveram que usá-las por mais tempo. Isso significava que os operários passaram a trabalhar até 16 horas por dia, sem aumento de salário.
De acordo com Biondi, a insatisfação das mulheres se explica também pelo fato de que elas acompanhavam mais de perto a perda de poder aquisitivo dos trabalhadores.
"Além de também serem operárias, porque naquele momento havia muito emprego para elas na indústria têxtil, elas também controlavam os gastos das famílias. Então viam o aumento acelerado da inflação dos produtos."
No final de junho, a paralisação dos operários do Crespi contagiou os 1.500 operários da fábrica têxtil Ipiranga. Em seguida, se espalhou pela indústria de móveis, concentrada no Brás, e chegou até a fábrica de bebidas da Antarctica.
"Em julho, a greve parou a cidade (São Paulo). Havia embates de rua e tentativa de saques aos moinhos que produziam farinha por causa da crise de abastecimento. Muitos foram mortos e feridos nos confrontos com a polícia", diz Biondi.
O movimento ganhou mais fôlego no dia 11 de julho, quando milhares acompanharam o enterro do sapateiro espanhol José Martinez, de 21 anos.
Ele morreu com um tiro no estômago depois que uma unidade de cavalaria da polícia dispersou manifestantes que quebraram barris de cerveja diante da fábrica da Antartica, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, que noticiou o confronto.
"A partir daí, a greve se alastrou para quase todas as cidades do interior de São Paulo. Campinas, Piracicaba, Santos, Sorocaba, Ribeirão Preto. Até Poços de Caldas, no sul de Minas, que não era uma cidade industrial, teve movimentos de greve", afirma o historiador.
Cortejo fúnebre do sapateiro Martinez, morto em confrontos com a políciaDireito de imagemARQUIVO EDGAR LEUENROTH | UNICAMP
Image captionRepressão a grevistas aumentou a adesão de trabalhadores à paralisação, diz historiador

Negociação

Em 16 de julho - mais de um mês após o início da paralisação no Cotonifício Crespi - um acordo entre autoridades, organizações trabalhistas e industriais, mediado por jornalistas, pôs fim à greve em São Paulo. Mais ainda não era o fim da greve geral.
"Só em São Paulo a greve de fato terminou com uma negociação única. No Rio e em Porto Alegre, os movimentos tiveram dimensões gerais, mas só terminaram na medida em que cada setor chegava a um acordo com seu patronato. O ritmo de saída da greve foi aos poucos, assim como a adesão", explica Batalha.
Segundo Biondi, até mesmo na cidade de São Paulo ainda havia categorias entrando em greve no dia 18 de julho, como os pedreiros. Parte dos empresários se recusava a assinar os acordos e queria negociar condições diretamente com os funcionários.
Mesmo com a assinatura dos acordos, a consolidação dos direitos só viria em 1943, durante o regime de Getúlio Vargas.
"O que acontecia muitas vezes na época é que algo era obtido com uma greve, passava-se algum tempo e essa reivindicação voltava para nada", diz Claudio Batalha.
"Em 1907, também houve uma série de greves pedindo a jornada de trabalho de oito horas. E elas chegaram a diminuir, mas, depois de algum tempo, o patronato voltou a estabelecer as jornadas anteriores. O mesmo ocorreu após 1917."
A experiência da primeira greve geral também fez com que os empresários se preparassem para enfrentar futuras paralisações - o que tornou novas negociações mais difíceis para os trabalhadores.
"Uma das coisas que levou ao sucesso relativo da greve em 1917 é que as fábricas não tinham estoques. Quando os operários paravam, não havia produtos nas lojas. A partir daí, eles passaram a ter grandes estoques, e podiam permanecer sem funcionar um certo período porque tinham produção para vender."
Batalha lembra, no entanto, que o acordo só surgiu depois que "a greve atingiu dimensões tais que não tinha mais como controlar o movimento".
"A primeira tentativa de lidar com a greve foi de repressão. Essa era a tônica do período, tanto que houve mortes. Parte do processo de ampliação da greve, inclusive, se deveu a essas mortes."
"Até hoje a solução repressiva pode ser um desserviço às autoridades. Se a gente pensar nos protestos de 2013, a virada no número de pessoas em São Paulo foi quando houve uma repressão desproporcional à manifestação", afirma.
Jornal A Gazeta de 11 de julho de 1917Direito de imagemREPRODUÇÃO
Image captionDepois de tomar capital paulista, movimento de paralisação se espalhou pelo interior do Estado e chegou a Rio e Porto Alegre

Ideologia

Em fevereiro de 1917, meses antes da greve brasileira, mulheres que trabalhavam na indústria têxtil deram início a protestos e a uma paralisação que teria consequências ainda maiores do outro lado do mundo: a Revolução Russa.
Os protestos começaram contra a escassez de alimentos no país e rapidamente ganharam a adesão de outros trabalhadores e a simpatia das forças de segurança. Ao fim de uma semana, a mornaquia russa chegava ao fim, abrindo caminho para a revolução comunista, no fim daquele ano.
"Essa greve também é importante porque mostra a conexão do Brasil com o resto do mundo. Naquele ano, greves como aquela ocorreram em diversos países", diz Luigi Biondi.
Ideologias como o anarquismo e o socialismo marxista, que chegaram a São Paulo principalmente pelos imigrantes italianos, tiveram um papel importante na organização do movimento.
"Por causa da Rússia, eles tinham a ideia de que aquilo poderia levar a uma insurreição dos trabalhadores. Isso não ocorreu, mas a cidade foi tomada. Pela primeira vez isso espantou as elites do país, que começaram a se dar conta de que a questão social urbana era grave e tinha que ser considerada."
Batalha acha que as correntes socialistas "tinham certa liderança", mas que sua influência era maior sobre trabalhadores qualificados.
"O que faz com que uma greve funcione é que as pessoas sintam que aquele estado de coisas chegou ao limite. Uma das características importantes de 1917 é que, pela primeira vez, setores que não participavam desse tipo de movimento começaram a participar."
Professor Edgar Bom Jardim - PE

FETAPE e MST bloqueiam nesse instante a PE 90 entre os municípios de Bom Jardim e Limoeiro.

REAÇÕES DO ATO  NO FACEBOOK
Jaqueline Silva 👏👏👏👏👏👏👏
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Icelmo Silvia Todo apoio vamos mostra. O Brasil ainda tem jeito
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Adelmo Barbosa Eita 😮😮
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Sol Moreira De Andrade Vamos Lutar por nossos direitos não existe isso !
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Gleyson Barbosa Vamos a Luta
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Josefa Cristina Silva Sou contra a queima pneus nas estradas e sim a favor de uma passeata nas ruas reivindicando os seus direitos só acho
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Maciel Santos Reivindicando o "nosso" Direito. Não esqueça que vc também é trabalhadora e precisará se aposentar. Aproveito a oportunidade para lhe convidar a participar de uma panfletagem no centro de Bom Jardim.
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Josefa Cristina Silva Estaremos lá mais queima pneus n vai adiantar nada só vai atrapalha a vida de um cidadão.eu sei que sou trabalhadora é sou contra .
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Rafael Silva Essa fumaça ai ta poluindo o meio Ambiente , poluindo o ar !
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Maciel Santos Os políticos estão poluindo tudo, aos poucos estão tirando os nossos direitos, roubando a nossa vida, nos empurrando para a morte.
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Rafael Silva Concordo verdade !
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Guilherme Santos Sou contra esse tipo de protesto
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Guilherme Santos Acho deveríamos fazer diferente
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Maciel Santos Panfletagem nas ruas de Bom Jardim, sinta-se convidado.
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Izaquielly Nao sei pra que isso, é pra fazer protesto, ir pra rua e nao fazer vandalismo. 
Varias pessoas nescessitam viajar hj, ir a hospitais e isso só dificulta o acesso, sejam mais sensatos quanto aos seus protestos pq na verdade isso tudo é uma perda de tempo.
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Maciel Santos Perca maior teremos, se aprovarem as reformas propostas da maneira que pretendem os traidores do povo brasileiro. Reconheço o transtorno, mas é só um dia em troca de seu futuro.
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Izaquielly Isso não vai mudar com protesto nem vandalismo, quem decide isso nao vai a rua menos ainda protestar, ele ta pouco se lixando se vcs estao na rua ou dentro de casa, a unica coisa que pode mudar isso é votando direito ano que vem, apenas.
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Fábio Victor Ir as ruas , fazer passeatas, aglomerações sim isso sim é reivindicar direitos, mas bloquear estradas é VANDALISMO, imaginem se tem uma ou mais ambulâncias, com doentes precisando urgente de um hospital ??? é justo q que morra por falta de acesso ?? o direito de um acaba quando começa o direito do outro.
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Maciel Santos Vc é nosso convidado, vamos fazer panfletagem no centro de Bom Jardim. Estou só repassando a informação do fato.
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Fábio Victor obg Maciel
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Fábio Victor é justo reivindicar nossos direitos, e lutar por a não perda dos mesmos e devemos lutar mesmo , mas que seja uma luta com ordem , respeitando os outros , acima de tudo não prejudicando o próximo
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Cleide Arruda 👏👏👏
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Pam Aleixo Na minha opinião o vot que deveria ter mudado a muito tempo mas como não mudou vamos lá.. Doq adianta tanto protesto com queima de pneu? Deveria ta tendo era passeata manifestação pouco arrecadamento de impostos isso sim faria os políticos rever essa reforma trabalhista e previdenciária. Espero q realmente o ato de hj de algum resultado pq sinceramente eu não creio q isso vá mudar nada.
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Maciel Santos Teremos panfletagem no centro de Bom Jardim, Vc é nossa convidada, junte-se a nós. Estou apenas mostrando o que está acontecendo.
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Pam Aleixo Infelizmente não posso tive bebe agr pouco apoio e sou super a favor de panfletagem, passeata, barulho MSM ate pq são os nossos direitos q querem mexer espero sinceramente q hj com vários estados aderindo essa greve o governo reveja o mal q faz ao brasileiro aprovando essa porcaria dessas reformas..
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Martiane Braz Já to indoooo 👏👏👏
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Fatima Acioli Galvão Pois é. Imagina uma ambulância nessa hora
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Maciel Santos Acredito que ambulância passará, ninguém é tão irresponsável. Desculpa, é sim, a maioria dos políticos brasileiros são de fato irresponsáveis
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José Max Palhaçada isso,oq vc acha de um familiar seu precisando ser socorrido agora oq vc ia fazer?
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Guilherme Santos Concordo com vc meu amigo esse jeito de protestar prejudicando os outros
Maciel Santos Não só meu, como qualquer pessoa precisando de socorro irá passar. Só um detalhe estou apenas veiculando a notícia! Há faremos uma panfletagem nos centros de Bom Jardim junte-se a nós.
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Emerson Santos Isso ai mesmo a greve tem que ser na eleição cada um saber dá seu volto dessa vez
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Zelia Paula Não concordo com movimento desta forna.
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Maciel Santos Teremos uma panfletagem no centro de Bom Jardim, junte-se a nós!
Anielly Sabrina Compartilhandooo👏👏👏👏👏
Marcelo Henrique Restringindo o direito fundamental de ir e vir dos cidadãos? E a galera que não foi liberada e não aderiram à greve, como fica ? Temos que lutar pelos nossos direitos sem prejudicar os outros , eles têm medo do povo quando o povo age nas ELEIÇÕES.
Migaildo José Bandeira de Castro Para e outra coisa mais bloquear Estrada e total mente diferente
Hugo Diego Melhor fazerem um panfleto com as imagens de todos os corruptos e distribuírem, pra ninguém votar na próxima... O povo esquece sempre, a questão é irmos falando o tempo todo...
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Adenilda Dida Concordo. Acho q botando fogo nas pistas não resolve.
Edna Santana Muito bem, vamos a luta.
Maciel Santos Só para constar estou apenas divulgando a notícia. Estarei dentro de instantes no centro de Bom Jardim, iremos fazer uma Panfletagem, já fizemos audiência pública, já entregamos panfletos com foto dos deputados e hoje mais uma vez estaremos fazendo a nossa parte de forma pacífica. Junte-se a nós.
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Adenilda Dida Muito bem. Não sou muito a favor disso aí não acho q só atrapalha mais. Era melhor outra forma.
Marquinho Pessoa Estamos juntos
Ulisses Pessoa Lula chega que horas???
Michelly Mota Doglas!!!!! Para tudo!!!!
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Doglas Bezerra Viva a luta popular! #ForaTemer e parte desse congresso!
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Tiago Lins FirmaOlinda Fora Políticos Bandidos e Corrupção!!!
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Anapessoa Pessoa Já deveria ter tirado a chapa, Dilma e Temer, por isso que está isso aí, protestar sim, mais impedir os carros de trafegar com queima de pneus. Vandalismo não , tô fora., Vamos a luta, juntos fazemos a diferença. Viva a Democracia
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Tiago Lins FirmaOlinda Fora BANDIDOS Políticos e Corrupção!!!
Adriana Andrade Ridículo né? O MST toca fogo em pneu impedindo O CIDADÃO de passar, o SAMU de passar pro Regional de Limoeiro, e na hora de votar faz a merda que vem fazendo.

Paulinho Trompete Não tenho nada a ver com Lula, Centrais Sindicais ou qualquer partido. Apenas protesto contra essas reformas que assassinam os direitos dos trabalhadores e aniquilam a possibilidade de Aposentadoria.
Acho muito engraçado as pessoas nas redes sociais dizerem: FORA TEMER!!!
 Também sou contra esse governo golpista!!!
Mas queria lembrar que TEMER e sua equipe propuseram as Reformas Trabalhista e Previdenciária e quem vai decidir são os deputados.
Por falar em deputados, já olharam como votaram ontem os que estão aparecendo em nossa cidade ultimamente????
De que adianta ser a favor da GREVE se vc vota nos deputados q são a favor da reforma. Contraditório!!!
comentou isso.
INFORMATIVO!
Atenção Senhores Pais!

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Comentários
Rebeca Germana Parabéns pela conscientização! 👏🏽👏🏽👏🏽
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Edna Maria 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
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Ashiley Layane Arrasaram 👏🏼👏🏼
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Marquinho Pessoa Eu estou dentro com a força do trabalho.
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Vania Barbosa Muito bem Maciel
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Juberlita Oliveira Muito bem
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Karla Pernambucana vamos mostrar a eles que a gente temos que lutar pelos nossos direito
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Sol Moreira De Andrade Vamos Lutar pelos nossos direitos
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Fernanda Borges Muito bom!!! Ótima iniciativa!!!
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Cesar Augusto Lopes Num vai ter nenhuma outra movimentação além da panfletagem não??
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Ana Lopes Não sei!
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Kallynne Gueedes muitoo bemm .! super apoiado

Marquinho Pessoa Concordo plenamente
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Josefa Gomes GREVEEEEEE
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Josefa Gomes GREVEEEE GERALLLL
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Aguinaldo De Pedro Do Olèo Essas leis trabalhistas prejudica todo mundo mais ainda os menos favorecidos que contribuiu a vida inteira e quando chega o tempo de sua aposentadoria vem esse tal de Temer o temeroso tirar nossos direitos .
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Andrea Ribeiro Os direitos a serem retirados são nossos, cabe a cada um de nós fazer nossa parte, e não permitir nenhum direito a menos!
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Célio Borges 👏👏👏




Fotos:Maciel Santos/Alfredo Neto(Facebook).
Professor Edgar Bom Jardim - PE