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sábado, 7 de outubro de 2017

Feira do Artesanato no Festival da Cultura em João Alfredo


Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 1 de outubro de 2017

Entre irmãs, o filme


Depois de contar parte da história de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, em "Gonzaga de Pai pra Filho" (2012), o diretor brasiliense Breno Silveira retorna a aspectos da cultura nordestina em "Entre irmãs", filme que estreia no dia 12 de outubro no circuito nacional. 

Em seu quinto longa-metragem, Breno cria sua versão de Maria Bonita, mulher de Lampião. O diretor muda nomes e insere suas marcas de estilo, baseado também no livro "A costureira e o cangaceiro", escrito por Frances de Pontes Peebles. 

O filme se passa no Recife dos anos 1930 e acompanha as irmãs Luzia (Nanda Costa) e Emília (Marjorie Estiano). Quando eram crianças, numa de suas pequenas transgressões, subiram uma árvore para comer fruta.

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Luzia se assusta e leva uma queda. Deitada na cama, desacordada e perto da morte, cercada pela tia, irmã e um padre, ela volta subitamente. Depois desse pequeno milagre, a menina ficou com o braço esquerdo ferido, uma deficiência que gerou o apelido maldoso de "Vitrolinha".

O filme segue evidências do gênero melodrama, carregando de emoção os diferentes núcleos da história. Anos mais tarde, Luzia tem o hábito de libertar pássaros de suas gaiolas, gerando uma pequena confusão na vizinhança. Breno aproveita o que há de poético nesse gesto de revolta, sugerindo ligações entre os animais presos e o medo que Luzia tem do futuro.

Numa de suas libertações, ela conhece Carcará (Júlio Machado, interpretando uma variação de Lampião). Ela é ameaçada, mas não abaixa a cabeça: nasce a fascinação de Carcará pela garota. 

Ao longo da história as irmãs são separadas. Luzia é levada por Carcará, seguindo a trajetória de sangue trilhada pelo homem e seu bando. Emília vai para o Recife e se casa com Degas (Romulo Estrela), filho de uma família de dinheiro. Nesse ponto o filme se divide em duas linhas dramáticas, acompanhando as duas irmãs.

De um lado, uma ideia subversiva de heroísmo em Luzia e Carcará, que resgatam os oprimidos assassinando cruelmente os agressores. De outro, a burguesia do Recife, seus segredos, hipocrisias e preconceitos. 

O problema fundamental do filme é a trilha sonora. Assim como em "Gonzaga de Pai pra Filho", a todo instante as cenas são invadidas por sons que variam entre percussão (em sequências de tiroteio) e violinos (em dramas). É uma insistência em sons genéricos que apenas repetem as emoções que vemos de forma mais sutil e delicada na tela, na expressão dos personagens, nas falas e nos silêncios. 



No momento mais impactante do filme, quando Emília costura um vestido no Recife e no Interior o bando de sua irmã é atacado por soldados com metralhadoras, as duas cenas se conectam através do som: a máquina de costura parece com a fúria de uma metralhadora, uma rima sonora cuja poesia é fortemente afetada e perde seu impacto pelo alto volume dos sons de uma orquestra de cordas. 

O filme é um melodrama volumoso, com quase três horas de duração. Há excessos e prolongamentos que poderiam ser evitados ou reduzidos. Personagens que, ao mesmo tempo em que cativam por seus dramas e pela forma como parecem humanizados pelas experiências vividas, também evocam certo tédio pela grande quantidade de cenas que avançam pouco o enredo. É um drama intrigante que parece tropeçar em alguns excessos. 

No elenco, ainda, atores como Letícia Colin, e os pernambucanos Lívia Falcão, Claudio Ferrario e Mônica Feijó.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

terça-feira, 26 de setembro de 2017

O melhor museu do Brasil é nosso

Museu foi fundado em 2002 e se divide em vários ambientes. Foto: Paloma Amorim/Divulgação
Museu foi fundado em 2002 e se divide em vários ambientes. Foto: Paloma Amorim/Divulgação

O Instituto Ricardo Brennand (IRB), situado na Várzea, Zona Oeste do Recife, foi eleito o melhor museu do Brasil no prêmio Traveler's Choice Award, divulgado anualmente pela plataforma TripAdvisor. O estabelecimento superou locais como a Pinacoteca de São Paulo (segundo lugar), o Museu do Amanhã (quarto), no Rio de Janeiro, e a cidade-museu de Inhotim (quinto), em Minas Gerais, e é o único representante do Nordeste no levantamento. 

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A lista é elaborada considerando revisões, críticas, elogios e comentários das atrações pelos usuários do TripAdvisor num período de 12 meses. Na lista dos melhores museus do mundo, na qual o Metropolitan Museum of Art, em Nova York, figurou no topo, o Instituto Ricardo Brennand ficou na 18ª posição, com a Pinacoteca de São Paulo em vigésimo lugar. O Museu Nacional da 2ª Guerra Mundial, em Nova Orleans, ocupa a segunda posição do levantamento global e o Victoria & Albert, de Londres, está em décimo. 

O IRB foi fundado em 2002 pelo colecionador e empresário Ricardo Brennand e tem obras expostas no complexo cultural que compreende a Pinacoteca, o Museu Castelo São João, uma galeria, uma biblioteca, o Parque de Esculturas dos Jardins e a Capela Nossa Senhora das Graças. Durante o mês de setembro, o museu organizou uma série de atividades gratuitas e pagas para comemorar os 15 anos de existência, com concertos, encontros literários, palestras, visitas guiadas e apresentações de dança. 

Confira a lista completa dos melhores museus do Brasil de acordo com o TripAdvisor: 

1 - Instituto Ricardo Brennand, Recife, Pernambuco 
2 - Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo 
3 - Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Paraná 
4 - Museu do Amanhã, Rio de Janeiro 
5 - Inhotim, Brumadinho, Minas Gerais 
6 - Catavento Cultural e Educacional, São Paulo 
7 - Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo 
8 - Museu Imperial, Petrópolis, Rio de Janeiro 
9 - Museu do Futebol, São Paulo 
10 - Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS, Porto Alegre, Rio Grande do Sul 
Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Cultura:IV Conferência Estadual de Cultura recebe inscrições

A Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe abrem nesta segunda (25) até o dia 20 de outubro, as inscrições para a IV Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco/ IV CEC-PE, cuja Plenária Final irá acontecer até o final de março de 2018. Com o Tema: “Um Plano Estadual de Cultura para Pernambuco” o objetivo é exatamente este: a construção de um plano que dará maior estruturação e consolidação ao Sistema de Cultura de Pernambuco.
“Será uma Conferência que reunirá fazedores de cultura da sociedade civil e do poder público para discutir e aprovar a proposta do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco, ajudando, portanto a estruturar e consolidar o Sistema Estadual de Cultura de Pernambuco e democratizar ainda mais os processos de participação social nas políticas públicas de cultura”, anuncia o secretário estadual de Cultura Marcelino Granja.
Convocada pelo Decreto Estadual Nº 44.803, de 31 de julho de 2017, a IV CEC-PE realizará vinte e cinco pré-conferências. Sendo doze Pré-Conferências Regionais de Cultura, uma em cada Região de Desenvolvimento (RD) do Estado, como etapas que antecedem a realização da Plenária Estadual Final. E ainda doze Pré-Conferências Setoriais de Cultura, na forma definida pela Comissão Organizadora da IV CEC-PE, que abranjam todos os segmentos culturais: Artes Visuais; Artesanato; Audiovisual; Cultura Popular; Circo; Dança; Design e Moda; Fotografia; Gastronomia; Literatura; Música; Teatro e Ópera; e Patrimônio Cultural.
Os Municípios sede para a realização das Pré-Conferências Regionais de Cultura serão definidos pela Comissão Organizadora da IV CEC-PE e divulgados posteriormente pela Secult e Fundarpe. As Pré-Conferências servirão para analisar, debater e apresentar propostas à Minuta do Plano Estadual de Cultura e, ainda eleger, em plenária, os delegados para a Plenária Estadual Final, conforme metodologia a ser definida pela Comissão Organizadora da IV CEC-PE. A Comissão Organizadora também definirá as datas, horários e locais de realização das Pré-Conferências Regionais, Setoriais e da Plenária Estadual Final, bem como os regramentos inerentes ao funcionamento de todas as etapas da IV CEC-PE.
Poderão se inscrever pessoas maiores de 18 anos, que residam em alguma das doze Regiões de Desenvolvimento do Estado, para a participação nas Pré-Conferências Regionais de Cultura; e ainda as que sejam vinculadas a algum dos segmentos culturais previstos no Art. 6º, para a participação nas Pré-Conferências Setoriais. Cada pessoa inscrita poderá participar de, no máximo, uma Pré-Conferência Regional e uma Pré-Conferência Setorial, escolha esta que será definida no momento da inscrição, a ser formalizada através do preenchimento do formulário próprio, disponibilizado por meio eletrônico, pela Comissão Organizadora designada pelo Secretário de Cultura.
Acesse AQUI o formulário de Inscrição da IV CEC-PE
Acesse AQUI o decreto que Convoca a IV CEC-PE
Acesse AQUI a Portaria que institui as regras para inscrição da IV CEC-PE
Dúvidas a respeito da inscrição podem ser encaminhadas para o email
Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe
Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe
O secretário Marcelino Granja destaca que a IV Conferência de Cultura construirá Plano Estadual de Cultura para o estado.
Com informações do Portal Cultura de Pernambuco
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sábado, 9 de setembro de 2017

CINEMA: ator Zé Carlos Martins é Jorge no filme "Sob o Delírio de Agosto"

Personagem Jorge no filme "Sob o Delírio de Agosto" que será exibido amanhã, domingo (10/09/2017) às 20 h. na Quadra de Eventos em Orobó.

Intervalo nas gravações do filme "Sob o Delírio de Agosto" que na sua estréia no Festival de Cinema em Triunfo 2017, ganhou o prêmio de melhor curta dos Sertões. Será exibido amanhã, Domingo (10/09/2017), às 20 h. na quadra de eventos em Orobó.


Professor Edgar Bom Jardim - PE

Qual o papel da mulher na cultura popular


Começa neste sábado (9) e segue até o dia 15 de setembro o projeto Diálogos em Manifestações Populares, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Realizado pelo Sesc, a programação é gratuita e traz como tema “O papel da mulher na cultura popular”. Haverá apresentações artísticas, palestras e rodas de conversas. O destaque da grade é a participação da cantora Lia de Itamaracá.

A abertura será comandada pelas repentistas Santinha e Minervina às 9h, no Mercado Público de São Lourenço da Mata, localizado no Centro da cidade. No dia seguinte (10), elas se apresentam no mesmo horário na Feira de Tiúma. 

Na segunda-feira (11) será aberto, no Sesc Ler São Lourenço da Mata, às 18h, a exposição “Retrato: substantivo feminino”, assinada pelas artistas Laura Tamiana e Tatiana Devos Gentile. A mostra aborda o trabalho realizado junto a 25 mulheres, com idade entre 13 a 95 anos, ligadas às tradições culturais do cavalo marinho em Pernambuco, do reinado em Minas Gerais e do batuque de umbigada em São Paulo. O público poderá visitar as obras até o dia 15 deste mês, sempre das 9h às 17h.

Na mesma noite, após o vernissage, às 20h, haverá uma roda de conversa com a participação de Vera Galvão, do Centro Vivendo e Aprendendo, de Nice Teles, uma das mulheres participantes do Projeto Retrato: Substantivo Feminino, e de Anunciada Galdino, realizadora do Boi Bandido de São Lourenço da Mata. A mediação ficará por conta de Ceça Reis, da Universidade Federal de Pernambuco. Fechando as atividades desta noite, tem a Danças dos Arcos, com o grupo As Ousadas.

No dia 12, às 19h, o Sesc recebe a palestra “Mulheres e Cultura Popular: Participação no Cotidiano”, com o Coco de Mulheres, que se apresenta em seguida. No dia 13, o Maracatu Batuque Mulher estará na Praça de Tiúma, às 20h.

Já na quinta-feira (14), a partir das 19h, tem a Sambada das Mestras com Aurinha do Coco, Ana Lúcia e Glorinha, de Olinda, com a participação do Coco da Resistência. Em seguida, é a vez de Lia de Camaragibe subir ao palco da Praça de Tiúma.

A programação da sexta-feira (15) começa cedo, às 16h, com a feira de artesãs de São Lourenço. Às 18h, acontecerá a apresentação das mulheres do grupo Bacamarteiros Mandacaru, de Abreu e Lima, na Praça de Tiúma. Encerrando à noite, o público poderá assistir ao show da cantora Lia de Itamaracá, consagrada internacionalmente como a maior representante da ciranda, às 20h.

Formação
Nos dias 11, 12 e 13 de setembro, das 14h às 17h, ocorrerá a oficina "Retrato: Substantivo Feminino". As aulas acontecem das 14h às 17h, e os interessados em participar devem se inscrever no Ponto de Atendimento da Unidade, localizado na Avenida das Pêras, nº 56, em Tiúma. Outras informações no telefone (81) 3525.9033.

Serviço
Diálogos em Manifestações Populares
Data: sábado (9) a 15 de setembro
Local: Sesc Ler São Lourenço da Mata, Praça de Tiúma e Feiras Públicas
Acesso gratuito
Informações: (81) 3525.9033
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 3 de setembro de 2017

Ariano Suassuna • Riqueza e Encantos da Cultura Brasileira. Assista ao vídeo.




Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 27 de agosto de 2017

QUERO BOM JARDIM DE NOVO


QUERO BOM JARDIM DE NOVO 
Por Bráulio de Castro

1
Quero Bom Jardim de novo,
Sem nenhum preso na cadeia,
Com o Tracunháem dando cheia,
E a barragem do Catolé sangrando.
Quero Bom Jardim de novo
Com as serestas no Quadro da Rua,
Com violões em noites de lua,
E o clarinete de Zé Bague chorando.
2
Quero Bom Jardim de novo
Com as internas do Colégio Santana,
Com as brincadeiras de Viana,
E o doce gostoso de Dona Lita.
Quero Bom Jardim de novo
Com a bandinha de Mestre Teté,
Com o frevo subindo o Catolé,
E o Espera Tapa de “Antônhe” Cuquita.
3
Quero Bom Jardim de novo
Com as festas de antigamente,
Com o povo sorrindo, contente,
Passeando pra baixo e pra cima.
Quero Bom Jardim de novo,
Com os pregões de Zé Orobó,
A cadeira de engraxate de Tó,
E as músicas do Parque Lima.
4
Quero Bom Jardim de novo
Com o gramofone de seu Vino,
O sorvete de seu Vistolino,
E o sarapatel de Zé do Mato.
Quero Bom Jardim de novo
Com o “dobrado” de Sá Dom Dom,
Com as fantasias de Nonom,
E a sanfona doida de Pé de Pato.
5
Quero Bom Jardim de novo
Com o açude do dotô Mota,
Com a meninada, na maciota,
Mergulhando, dando canga-pé.
Quero Bom Jardim de novo
Com a rabeca de Mestre Faustino,
João do Bonde tocando sino,
E Tonhe Grilo assobiando “Pois é”.
6
Quero Bom Jardim de novo
Com o povo alegre, dançando,
Com Rinaldo Barros cantando
“Bandeira Branca”, no Varonil.
Quero Bom Jardim de novo,
Do Coco de Cunha e Tomé,
Com a burra de Zezinho Bolé
Atrás da gente com mais de mil.
7
Quero Bom Jardim de novo
Com o trem apitando na estação,
Com o café torrado no pilão,
Com a luz fraquinha do motor.
Quero Bom Jardim de novo
Com a pracinha do caramanchão,
Com o cinema de Zé Gaião,
Onde beijei meu primeiro amor.
8
Quero Bom Jardim de novo,
Da castanha de Dona Ambrosina,
Cocada preta de Sá Severina,
Dos clubes de frevo no carnaval.
Quero Bom Jardim de novo,
Da alegria de Biu de Epitácio,
Da macacada fazendo o passo,
Das folias de Custódio Cabral.
9
Quero Bom Jardim de novo,
Do passeio na Pedra do Navio,
Do gostoso banho de Rio,
Dando flecheiro e salto de gia.
Quero Bom Jardim de novo,
Do Futebol “Arranca Toco”,
Do fuá comendo nos “Três Coco”,
De Beatriz Pequena, Darci e Maria.
10
Por fim, quero Bom Jardim
Sem susto e sem violência,
Trazendo em cada residência
Uma placa com o seguinte cartaz:
“Aqui se dorme de porta aberta”.
Deixe de sonho, oh! Meu poeta,
Esse Bom Jardim não volta mais.
Foto: Edgar S. Santos.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

FOLCLORE:Caboclinhos Alto São José na Feira Cultural de Bom Jardim-PE


Assista ao vídeo. 
Os caboclinhos ou cabocolinhos é uma manifestação da cultura popular das mais expressivas na história do Carnaval de Bom Jardim.
Em Bom Jardim, durante o carnaval, esses grupos desfilam suas belezas e criatividades artísticas na zona rural, distritos, cidade e municípios vizinhos ao som de uma dança e rituais que lembram a cultura da miscigenação dos povos e a valorização do indígena como primitivos destas terras.
Os Caboclinhos do Alto São José, existem por mais de oito décadas. É uma fusão representativa de pessoas residentes nas comunidades da Baraúna, Melão, Pedra do Caboclo e Alto São José.
Em 2014, o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, criou o Encontro Regional de Burrinhas, Catirinas, Caboclinhos e Maracatus, objetivando fortalecer nossa identidade cultural e valorizar os grupos da cultura popular do Município. Na Feira Cultural esses grupos fazem apresentações em diversas datas do calendário cultural e turístico da cidade.
Publicado em 22 de jul de 2015
A Feira Cultural é cenário ideal para transmissão permanente de valores e manifestação da Cultura Popular de nosso povo.
Por Edgar Severino dos Santos
Fonte:http://culturadobomjardim.blogspot.com.br/

Professor Edgar Bom Jardim - PE

Circo para todos em Bom Jardim: Projeto Hoje é Dia de Circo


Nos dias 22, 23 e 24 de agosto, às 15, na Quadra Dr. Osvaldo Lima, o Projeto Hoje é Dia de Circo chega ao nosso município!
Circo Mágico Alakazam, através do Funcultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco e Prefeitura do Bom Jardim estarão promovendo três dias de atividades circenses em nossa cidade e o melhor tudo grátis!
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sábado, 19 de agosto de 2017

Nossas manifestações da cultura popular, nosso patrimônio

Veja Exposição de fotos:
                                            Maracatu Águia da Paquevira no palco;

Cartaz com Catirinas de Freitas e Torto;

   
Maracatu Águia da Paquevira; 
                                              
                                                       
 Caboclinho Alto São José;
                                           Criança posa  para foto do Carnaval;

                                          Ornamentação do Palco Levino Ferreira;
                                       
Balé Popular desfila nas ruas. (Fotos:Edgar Santos).

Semana do Patrimônio Cultures
Manifestações da Cultura Popular - Carnaval Levino Ferreira, Bom Jardim - PE.
Encontro de Burrinhas, Caboclinhos,Catirinas e Maracatus de Pernambuco.
Fotografia:Edgar Santos
Manifestações:Passistas do Balé Popular,Caboclinhos, Burrinhas, Orquestras de Frevo, Maracatu, Catirinas, Boi, Blocos Carnavalescos, Músicas...
Fonte:https://www.facebook.com/estcebomjardimpe/

Professor Edgar Bom Jardim - PE

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Nossa música, nosso patrimônio - Bráulio de Castro

Semana do Patrimônio Cultures

CIDADE DOS REIS
(Bráulio de Castro e João Araujo).

Cidade feita de granito imperial
Com a cabeleira majestosa dos ipês
E as ondas altas desse sonho musical
Airton, Dimas e Levino são os reis.
A matriz de San' Ana simboliza a paz
A pedra do navio desponta luz em mim
O casario e essas grutas naturais
Faz minha cidade tão linda assim.

Batutas de Bom Jardim
Renasce da força e do amor
Para cantar a sua terra
Qual um querubim e recordar
as suas glórias com louvor.
(bis).

DO CD. BOM JARDIM, TERRA DA MÚSICA E DAS FLORES DE OURO
Música feita em homenagem a três grandes músicos de Bom Jardim, terra natal de: Levino Ferreira, Dimas Sedícias e Airton Barbosa (Dêga).
Bom Jardim, 17/08/2017.
Divulgação: Cultures Bom Jardim - PE.
Foto: Neide Santos
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Nossa poesia, nosso patrimônio

Semana do Patrimônio Cultures

A INSTRUÇÃO - Socorro Canto.

Vale a boa educação
mais que moedas de ouro
pois não há ladrão que possa
assaltar este tesouro
Fortunas podem acabar
negócios podem falir
mas, o estudo, a instrução
ninguém pode destruir
por isso a maior riqueza
que devemos conquistar
é um grau de instrução
que possa nos elevar
"não descureis a leitura
a leitura nos consola
não existe noite escura
pra quem cursou uma escola".

Do Livro ENCANTO. Autora: Maria do Socorro Canto.

Publicado em Semana do Patrimônio Cultures
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 6 de agosto de 2017

WORKSHOP com batera JOELSON TROVÃO foi um grande sucesso





Músicos de Bom Jardim e de outras cidades da região tiveram uma grande reunião de trabalho com Joelson Trovão, grande músico pernambucano, na manhã deste domingo(6) na sede do Grêmio lLtero Musical Bonjardinense.

Aula de muito  talento, técnica, musicalidade e simplicidade do ex- baterista integrante da Banda Brucelose, durante  18 anos. Em sua falação Joelson,  recomendou aos os bateras que tirassem o máximo de aprendizagem da música instrumental, falou de sua formação e  inspiração musical.

Leonardo Santos, Felipe Barbosa, Geová Gomes e Juliano Barbosa, por meio do Grêmio Lítero, deram o apoio necessário para a realização deste importante acontecimento cultural. 
Fotos: Chico Pezão.

Professor Edgar Bom Jardim - PE

terça-feira, 11 de julho de 2017

Marcos do Artesanato, na 18ª Fenearte, mesmo sem o devido apoio da Prefeitura de Bom Jardim

Marco do Artesanato, participa de mais uma edição da Fenearte. Dessa vez o grupo de artesãos do município não contaram com o stand patrocinado pelo governo municipal. O mais conhecido artesão de Bom Jardim, participa da maior feira do artesanato do continente pelo PAB (Programa do Artesanato Brasileiro). A situação não é inédita na vida do artesão. Também não se pode dizer que o artista é um coitado. Fato é que no período 2014 a 2016 mais de uma dezena de artesão tiveram o apoio estrutural da gestão passada para expor, vender seus produtos e representar nossa cultura.

ANTES - O artesão bonjardinense recebeu atenção, apoio, formação e patrocínio para participar de diversas feiras no município, nas diversas cidades de Pernambuco como Orobó, João Alfredo, Surubim, Carpina, Tracunhaém, Timbaúba, Recife em eventos como Feira dos Municípios, Feira Internacional de Turismo, e Fenearte. Também foi criado o Ponto de Cultura Casa do Artesanato e a Feira Cultural. O prefeito extinguiu políticas públicas implantadas pela Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, um verdadeiro atraso para sustentabilidade cultural da região.

Na era João Lira (PSD), estamos vivendo a decadência cultural de Bom Jardim. Durante o período das eleições o candidato, João Lira, não informou a população, aos eleitores que iria acabar com os projetos culturais, após tomar posse. Hoje, a badalada crise propagada pelo prefeito não convence mais a população diante de suas palavras e ações. 


Fotos: Maria José Arruda
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quinta-feira, 29 de junho de 2017

18ª Fenearte: Ceramista Manuel Eudócio será o homenageado 2017


O ceramista Manuel Eudócio, falecido em 2016, é o homenageado da 18ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que será realizada entre os dias 06 e 16 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco. Com o tema “A Arte é a Nossa Bandeira”, a Fenearte deste ano terá mais de 5 mil expositores em 800 espaços. Aproximadamente 300 mil pessoas são esperadas no evento, que custou R$ 4,5 milhões e vai gerar 2,5 mil vagas de empregos temporários. A expectativa de movimentação financeira é de R$ 40 milhões.

Uma novidade deste ano será a setorização por tipologias do artesanato nos expositores individuais de Pernambuco, além da renovação de percurso com corredores mais largos, ampliação das palestras gratuitas e das atrações expositivas, atividades infantis concentradas no mezanino e a nova localização dos Salões de Arte Popular e Religiosa, além da Galeria de Reciclados.

A feira terá ainda um espaço especialmente para a exposição e comercialização de obras assinadas pelo último discípulo de Vitalino e herdeiros na tradicional Alameda dos Mestres, com curadoria de Lourdinha Vasconcelos.

O evento, que ocorre anualmente, reúne uma gama de produtos culturais de todos os estados brasileiros e 33 países. Além de arte, cultura, decoração, gastronomia, moda e música, a feira terá inúmeras opções de entretenimento.

Os interessados podem adquirir os ingressos na bilheterias, no Centro de Artesanato de Pernambuco e nos shoppings RioMar (loja Riachuelo), Recife (quiosque Ticket Folia), Tacaruna (loja Riachuelo), Guararapes (quiosque Ticket Folia) e Boa Vista (loja Riachuelo). Os valores variam de acordo com o dia: de segunda a quinta-feira é R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Já de sexta-feira a domingo o custo é de R$ 12 (inteira) e de R$ 6 (meia-entrada).
Fonte:Folha de Pernambuco.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Secult-PE passa a integrar o Fórum Estadual da Micro e Pequena Empresa de Pernambuco

                                            *Wagner Ramos.
Estimular o desenvolvimento do ambiente de negócios para as micro e pequenas empresas com foco na geração de emprego e renda. Foi justamente com esse objetivo que o governador Paulo Câmara assinou, nesta segunda-feira (26/06), um Termo de Cooperação com o Sebrae visando a criação de uma Legislação estadual específica para o setor. A assinatura ocorreu durante a abertura da Reunião Plenária do Fórum Estadual da Micro e Pequena Empresa e Empresa de Pequeno Porte (Fempe-PE), na Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), no Recife.
O governador aproveitou a ocasião para também assinar um decreto que amplia os participantes do Fempe-PE, que passa a ser composto também pela Secretaria Estadual de Cultura, Porto Digital, o Conselho Regional de Contabilidade (CRC-PE), a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação de Pernambuco e Paraíba (Assespro) e a Associação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Pernambuco (Assentra).
Representando a Secult-PE no Fórum, a gerente de política cultural Tarciana Portela explica que esta participação é importante “por se tratar de uma oportunidade de inserção das demandas culturais no plano de desenvolvimento econômico do estado”. Segunda a gestora, “a ideia é estimularmos a percepção da cultura como agente diferenciado e impulsionador do desenvolvimento, e traçarmos juntos estratégias e ações que respondam aos desafios e necessidades dos trabalhadores da cultura no estado”.
O colegiado terá oito meses para apresentar a primeira proposta ao presidente do Fempe-PE, o secretário estadual de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação, Alexandre Valença. “Firmamos esse convênio com o Sebrae, que será ainda discutido no âmbito dos seus produtos, mas que, com certeza, nos ajudará a avançar muito em nossa Lei Estadual, permitindo a Pernambuco dar um importante passo à frente para a melhoria do ambiente de negócios e das oportunidades de todos que queiram investir, empreender e buscar alternativas para os enfrentar os desafios “, destacou o governador Paulo Câmara.
Fonte:SecultPE
A elaboração da Lei Estadual vai levar em consideração as particularidades de Pernambuco e o cenário dos micro e pequenos empreendedores locais. “Vamos reunir estudos, pesquisas e especialistas, com a experiência do Sebrae para avaliar os impactos da implantação de uma lei que deverá incentivar e favorecer as micro e pequenas empresas do Estado”, registrou o secretário Alexandre Valença. Atualmente, as micro e pequenas empresas representam 29% do PIB de Pernambuco e empregam 48% da mão de obra do Estado.
Fempe-PE
Criado em 2008, por decreto do então governador Eduardo Campos, o Fempe-PE passou a ser gerido pela Sempetq em 2014 e vem reunindo representantes de micro e pequenas empresas e entidades do governo estadual para cumprir seu papel governamental de garantir tratamento diferenciado e favorecer o desenvolvimento dos pequenos negócios no Estado. As ações do Fórum giram em torno das demandas apresentadas pelas empresas que são articuladas nos Grupos de Trabalho (GT) de Desoneração e Desburocratização; Comércio Exterior e Exportação; Compras Governamentais; Inovação, Capacitação e Educação Empreendedora e Crédito/Serviços Financeiros. Os grupos reúnem bancos públicos, secretarias e órgãos estaduais, as Universidades Federal e Federal Rural de Pernambuco e entidades de empresários contábeis, do comércio, dos serviços e da indústria do Estado, além do Sebrae e da Receita Federal.
Participaram da plenária o vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; o secretário estadual da Fazenda, Marcelo Barros; a secretária estadual da Ciência e Tecnologia, Lúcia Melo; o diretor-presidente da Fiepe, Ricardo Essinger; a diretora técnica do Sebrae, Ana Dias; o presidente da Federação das Associações de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado de Pernambuco, José Tarcísio; e a diretora executiva da Fecomércio, Brena Castelo Branco.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Tem Forró começando agora na Rua da Palha

TODOS CONVIDADOS







Moradores e comerciantes da rua da palha promovem a primeira festa do São João 2017 na cidade de Bom Jardim, nesta quarta-feira(14). É uma festinha familiar com forró pé de serra  animada pela Banda Forró Sem Pantim e Quadrilha Junina Rosa Vermelha. Venham todos a festa começando agora e vai até a meia noite.
A Quadrilha Rosa Vermelha apresenta o tema: "Aparição de Nossa Senhora Aparecida".
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Ciranda: arte, educação física, cultura pernambucana, linguagens e suas tecnologias


Professor Edgar retoma a ciranda na escola EREM Justulino Ferreira Gomes em 2012. Todo mundo curti essa dança na atualidade.
É uma dança típica das praias que começou a aparecer no litoral norte de Pernambuco. Uma das cirandeiras mais conhecidas é a Lia de Itamaracá. Surgiu também, simultaneamente, em áreas do interior da Zona da Mata Norte do Estado. É muito comum no Brasil definir ciranda como uma brincadeira de roda infantil, porém na região Nordeste e, principalmente, em Pernambuco ela é conhecida como uma dança de rodas de adultos. Os participantes podem ser de várias faixas etárias, não havendo impedimentos para a participação de crianças também.
Há várias interpretações para a origem da palavra ciranda, mas segundo o Padre Jaime Diniz, um dos pioneiros a estudarem o assunto, vem do vocábulo espanhol zaranda, que significa instrumento de peneirar farinha e que seria uma evolução da palavra árabe çarand.
A ciranda, assim como o coco em Pernambuco, era mais dançada nas pontas-de-rua e nos terreiros de casas de trabalhadores rurais, partindo depois para praças, avenidas, ruas, residências, clubes sociais, bares, restaurantes. Em alguns desses lugares passou a ser um produto de consumo para turistas.

É uma dança comunitária que não tem preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes, assim como não há limite para o número de pessoas que dela podem participar. Começa com uma roda pequena que vai aumentando, a medida que as pessoas chegam para dançar, abrindo o círculo e segurando nas mãos dos que já estão dançando. Tanto na hora de entrar como na hora de sair, a pessoa pode fazê-lo sem o menor problema. Quando a roda atinge um tamanho que dificulta a movimentação, forma-se outra menor no interior da roda maior.

Os participantes são denominados de cirandeiros e cirandeiras, havendo também o mestre, o contra-mestre e os músicos, que ficam no centro da roda. Voltados para o centro da roda, os dançadores dão-se as mãos e balançam o corpo à medida que fazem o movimento de translação em sentido anti-horário. A coreografia é bastante simples: no compasso da música, dá-se quatro passos para a direita, começando-se com o pé esquerdo, na batida forte do bombo, balançando os ombros de leve no sentido da direção da roda. Há cirandeiros que acompanham esse movimento elevando e baixando os braços de mãos dadas. O bombo ou zabumba, mineiro ou ganzá, maracá, caracaxá (espécie de chocalho), a caixa ou tarol formam o instrumental mais comum de uma ciranda tradicional, podendo também ser utilizados a cuíca, o pandeiro, a sanfona ou algum instrumento de sopro.

O mestre cirandeiro é o integrante mais importante da ciranda, cabendo a ele "tirar as cantigas" (cirandas), improvisar versos, tocar o ganzá e presidir a brincadeira. Ele utiliza um apito pendurado no pescoço para ajudá-lo nas suas funções. O contra-mestre pode tocar tanto o bombo quanto a caixa e substitui o mestre quando necessário. As músicas podem ser as já decoradas, improvisadas ou até canções comerciais de domínio público transformadas em ritmo de ciranda. Pode-se destacar três passos mais conhecidos dos cirandeiros: a onda, o sacudidinho e o machucadinho. Alguns dançarinos criam passos e movimentos de corpo, mas sempre obedecendo a marcação que lhes impõe o bombo. Não há figurino próprio. Os participantes podem usar qualquer tipo de roupa e a ciranda é dançada durante todo o ano.

A partir da década de 70 as cirandas começaram a ser dançadas em locais turísticos do Recife, como o Pátio de São Pedro e a Casa da Cultura, modificando um pouco a dança que se tornou mais um espetáculo. O mestre, contra-mestre e músicos saíram do cento da roda para melhor se adaptarem aos microfones e aparelhos de som, passando também a haver limite de tempo para a brincadeira. Compositores pernambucanos como Chico Science e Lenine enriqueceram seus repertórios, utilizando a ciranda nos seus trabalhos.

Uma das cirandas mais conhecidas é a de Antônio Baracho da Silva:

Estava
Na beira da praia
Ouvindo as pancadas
Das águas do mar
Esta ciranda
Quem me deu foi Lia
Que mora na ilha
De Itamaracá


Recife, 12 de novembro de 2004.
(Atualizado em 25 de agosto de 2009).
Ilustrações de Rosinha.




FONTES CONSULTADAS:

BRINCANTES. Recife: PCR, Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2000. p. 108-112.

LIMA, Claudia. História junina. Recife: PCR, Secretaria de Turismo, 1997. p. 18.  Edição Especial.

PELLEGRINI FILHO, Américo. Danças folclóricas. São Paulo: Universidade Mackenzie, 1980. p. 47-51.

RABELLO, Evandro. Ciranda. In: SOUTO MAIOR, Mário; VALENTE, Waldemar (Org.). Antologia pernambucana de folclore 1. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1988. p. 55-61.


COMO CITAR ESTE TEXTO:

Fonte: GASPAR, Lúcia. Ciranda. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia  mês ano. Ex: 6 ago. 2009.
Professor Edgar Bom Jardim - PE