sábado, 14 de julho de 2018

Quais são as medidas da intolerância e da máscara?


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A sociabilidade sofre ameaças quando as raivas se expandem e multiplicam inimigos. As tensões são irritantes. Ataca-se como uma diversão. As redes sociais garantem anonimatos. Um esconderijo perfeito para quem gosta da agressividade ou se encontra tonto com suas escolhas. Fez greves no passado, acusou o liberalismo, prometeu manter-se socialista e , depois, desiste das utopias e torna-se uma pessoa agitada para detonar quem cogitar  em solidariedade. As emoções são traiçoeiras. Traçando memórias, vemos que novos sujeitos na Historia, envolvidos com políticos nada saudáveis, tentam banalizar as relações poder. Neonazismos frutificam ódios.
Não há sociedade sem ambiguidades. As dissonâncias são muitas. Os perigos são covardias teóricas ou especialistas se aliando aos grande senhores, para lucrar e se congelar com a grana oferecida mostram espertezas? Cada um caminha, sacode poeira, estica suas reflexões. A diversidade é concreta. No entanto, o vaivém é danoso. Nada mais execrável do que o oportunismo. Os arrependimentos momentâneos trazem abalos na confiança. Há figuras que estão no governo vendendo ações para o obscuro. Fixem-se nas manchetes, leiam as análises, acompanhem as astúcias das elites. Segurança zero, esperteza poluída, dez. Quem governa é o crime organizado? Há fingimentos?
Surgem justificativas. Os títulos são colocados como conquista indiscutível. Juristas, ministros, promotores, juízes, doutores, todos e todas incorporando soluções e vaidades. As intolerâncias ganham espaços nas conversas, incomodam dignidades, riscam éticas, invadem parentescos. Há muitos preconceitos sociais. Para isso, existem as máscaras e a aparente falta de lucidez. A sociabilidade treme. Há suspeitas, fotos fabricadas, trincheiras ressuscitadas. Os partidos pensam nas repercussões e mudam suas alianças. Quem aposta em quem? As casas lotéricas podiam imaginar jogos para os azares e sortes dos debates.
Parece brincadeira, mas as amizades somem, os palavrões ofendem, o desfile de ressentimentos é exuberante. A ponte cai, ninguém segura ninguém. Se a mesquinhez prospera, a sociedade se cobre de urgências. O que vale é o individual? Contemplamos os abismos, olhamos os outros, esperamos o acidente ou o milagre. As ameaças são constantes. O simbolismo das reflexões mostram que a intolerância é agressiva. Ela nega sabedorias, quer minimizar egoísmos, busca narcisismos. Algo delirante, repleto de perplexidade. É preciso não se descuidar. As leituras do mundo nos salvam de fatalidades. Ser ingênuo é uma tortura que não se deve assanhar. A astúcia de Ulisses
Por Paulo Rezende

Professor Edgar Bom Jardim - PE
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